<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974</id><updated>2009-11-10T12:19:11.044-08:00</updated><title type='text'>Terra Linda são as  Capitais do Brasil</title><subtitle type='html'>As belezas das Capitais do Brasil, hoje faz parte da integração mundial.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>85</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-4052377395760708590</id><published>2009-09-18T07:39:00.000-07:00</published><updated>2009-09-18T07:40:10.062-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;form action="http://www.google.com/cse" id="cse-search-box"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;div&gt;&lt;br /&gt;    &lt;input type="hidden" name="cx" value="partner-pub-9311855310314304:7x8oe1-dhzm" /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;input type="hidden" name="ie" value="ISO-8859-1" /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;input type="text" name="q" size="31" /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;input type="submit" name="sa" value="Pesquisar" /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/form&gt;&lt;br /&gt;&lt;script type="text/javascript" src="http://www.google.com/cse/brand?form=cse-search-box&amp;amp;lang=pt"&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-4052377395760708590?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/4052377395760708590/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=4052377395760708590&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/4052377395760708590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/4052377395760708590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2009/09/blog-post.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-93781439308956437</id><published>2009-07-28T03:03:00.000-07:00</published><updated>2009-07-28T03:05:17.580-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A edificação da igreja do Senhor&lt;br /&gt;Cuidado como você constrói&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuramos sempre encorajar a construção: a construção do caráter, a construção de lares e a construção de igrejas. Isto reflete uma ênfase indiscutível nas Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor é um construtor. "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam" (Salmo 127:1). Cada indivíduo é um construtor. "Todo aquele que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha.... Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces" (Lucas 6:47-49).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo especial, os evangelistas são construtores. Paulo escreveu aos coríntios: "Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele" (1 Coríntios 3:10). A estas palavras, contudo, ele acrescentou: "Porém, cada um veja como edifica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alicerce precisa estar certo. Desde o começo, Paulo minimizou a importância da sabedoria humana, a personalidade e o talento dos professores. Ele atingiu seu auge em 1 Coríntios 3:11. "Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os materiais precisam estar certos. "Contudo, se o que alguém edifica sobre o fundamento é ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia a demonstrará" (1 Coríntios 3:12-13). Um templo de madeira, feno e palha pode ser construído rápido e barato. Apelos aos apetites carnais para comida de graça, recreação, divertimento, educação, etc., ajuntarão tais materiais em grandes quantidades. Aqueles que buscam materiais mais caros, limitando-se a pregar "Cristo, e este crucificado", parecerão ser lentos e improdutivos, mas o tempo dirá. Homens de fé não julgam nada "antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará a plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus" (1 Coríntios 4:5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta precisa estar certa. Paulo continua: "Estas coisas, irmãos, apliquei-as figuradamente a mim mesmo e a Apolo, por vossa causa, para que por nosso exemplo aprendais isto: não ultrapasseis o que está escrito" (1 Coríntios 4:6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns notáveis exemplos de construção fantasticamente rápida prenderam a atenção de cristãos em anos recentes. Conversões anuais às centenas, reuniões de milhares, ofertas em milhões e zelo sacrificial atingindo os remotos confins da terra levaram muitos observadores a imaginar se estaremos testemunhando um segundo Pentecostes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas só números e publicidade não são prova de aprovação divina. Considere os mórmons, as Testemunhas de Jeová, a Igreja Universal do Reino de Deus e diversos outros ministérios e campanhas de falsos mestres. O mero fato que um projeto alegar ser bíblico não assegura que o procedimento estará em harmonia com a vontade de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em numerosos casos de crescimento sensacional, não somente nos anos recentes mas nas últimas décadas, alguns princípios básicos das Escrituras têm sido descuidados, na ávida busca de resultados. Tal construção descuidada não está limitada àqueles que aceitam alguma determinada filosofia de "discipulado" ou "multiplicação". Por toda parte, todos nós precisamos das advertências do Espírito Santo nas Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que jamais fiquemos tão temerosos de enganos que cessamos de construir. Esse seria o maior engano de todos. Mas que nunca nos tornemos tão positivamente zelosos que reajamos desfavoravelmente à divina advertência: "Cada um veja como edifica".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-93781439308956437?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/93781439308956437/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=93781439308956437&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/93781439308956437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/93781439308956437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2009/07/edificacao-da-igreja-do-senhor-cuidado.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-2952192395727044070</id><published>2009-07-27T08:31:00.001-07:00</published><updated>2009-07-27T08:31:36.540-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/Sm3Gqgm4QjI/AAAAAAAABpw/u_9BsvDsj1I/s1600-h/abre-4-temperamentos.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 92px; height: 138px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/Sm3Gqgm4QjI/AAAAAAAABpw/u_9BsvDsj1I/s320/abre-4-temperamentos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363161164877939250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;VAMOS ANDAR COM DEUS!!&lt;br /&gt;Introdução  &lt;br /&gt;Andando com Deus foi preparado para ajudá-lo na leitura e aplicação do ensinamento da Bíblia. Destina-se a ser usado juntamente com a Bíblia, como uma ferramenta para auxiliá-lo na leitura diária da palavra de Deus. Aqui vai uma explicação do que você encontrará a cada dia e como estas apresentações poderão ajudá-lo a aproveitar ao máximo sua leitura da Bíblia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leituras. As seleções para leitura diária são baseadas num programa de leitura desenvolvido por Leon Willis. Diferindo de muitos programas, que vão diretamente de Gênesis até Apocalipse, estas seleções diárias são tiradas de cinco diferentes partes da Bíblia. Cada dia você lerá alguma coisa de cada uma destas cinco categorias:   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Os Evangelhos (A vida e o ensinamento de Jesus) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Atos e as Epístolas (Exemplos e ensinamento dos primeiros seguidores de Cristo) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Os Salmos (Passagens deste livro, que é cheio de louvor a Deus) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Provérbios e Eclesiastes (Leitura destes livros de sabedoria para ajudar nos  desafios da vida diária) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Outros livros do Velho Testamento (Lições de História do primeiro povo de Deus e sua relação com a nação escolhida do Velho Testamento)   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Versículo Especial. Aqui você encontrará um versículo escolhido entre as leituras do dia. Será um versículo que valerá a pena lembrar e que será útil quando você meditar sobre coisas  espirituais.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Pensamento bíblico. Dentre as leituras diárias, um texto é escolhido cada dia como a base salientando um ensinamento bíblico importante. Este breve  comentário é destinado a ajudá-lo a entender e aplicar a palavra de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Sugestão para ação. Precisamos aplicar o que aprendemos das escrituras. Esta sugestão diária encorajará ações e orações que se relacionam de algum modo com as leituras do dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugestões para Usar este Plano de Leitura &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Use-o diariamente. O hábito de leitura diária da Bíblia ajudará enormemente seu crescimento espiritural. Para tirar o máximo destes guias de leitura, planeje agora seguir este guia cada dia do próximo ano. Muitas pessoas acham bom reservar uma determinada hora todos os dias (todas as manhãs, ou na hora do almoço, ou à noite). Se você completar todas as leituras sugeridas cada dia, eis aqui o que você conseguirá durante o ano: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Você lerá a Bíblia inteira em um ano! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Você lerá os livros de Salmos, Provérbios e Eclesiastes duas vezes durante o ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Você lerá a história da vida de Cristo quatro vezes (cada um dos quatro relatos do Evangelho). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Você meditará sobre 365 versículos especiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Você examinará 365 mensagens da Bíblia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Você terá 365 oportunidades para aplicar estes ensinamentos em sua vida e em suas orações.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que custará fazer tudo isto? Muitas pessoas acham que estas leituras tomarão menos do que 30 minutos por dia.  Que melhor aplicação de 30 minutos diários? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia, Medite, Ore, Pratique. Certifique-se de estar aplicando estes princípios, vivendo de acordo com o que você aprende. A Bíblia é a palavra de Deus para guiar sua vida. Use-a! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando devo iniciar? Cada entrada diária tem dois sistemas de marcação de datas. Para aqueles que podem iniciar em 1 de janeiro, as datas são marcadas de 1 de janeiro a 31 de dezembro. Para aqueles que iniciam no decorrer do ano--ou aqueles que se desviam durante o ano e querem recomeçar--os dias são numerados de 1 a 365. Com estes números, por exemplo, você poderá começar em 1 de abril e terminar em 31 de março do ano seguinte.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus o abençoe quando você estudar e obedecer a sua Palavra! &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;“Podeis vós beber o cálice?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então, se aproximaram dele Tiago e João, filhos de Zebedeu, dizendo-lhe: Mestre, queremos que nos concedas o que te vamos pedir. E ele lhes perguntou: Que quereis que vos faça? Responderam-lhe: Permite-nos que, na tua glória, nos assentemos um à tua direita e o outro à tua esquerda. Mas Jesus lhes disse: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu bebo ou receber o batismo com que eu sou batizado? Disseram-lhe: Podemos. Tornou-lhes Jesus: Bebereis o cálice que eu bebo e recebereis o batismo com que eu sou batizado; quanto, porém, ao assentar-se à minha direita ou à minha esquerda, não me compete concedê-lo; porque é para aqueles a quem está preparado. Ouvindo isto, indignaram-se os dez contra Tiago e João. Mas Jesus, chamando-os para junto de si, disse-lhes: Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre eles os seus maiorais exercem autoridade. Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Marcos 10:35-45).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relato paralelo em Mateus 20 mostra que Salomé, mãe de Tiago e João, também estava envolvida no seu pedido. Se era inicialmente sua idéia ou idéia de seus filhos, não somos informados, mas o procedimento inteiro mostra que os discípulos de Jesus não compreenderam ainda realmente a natureza de seu propósito – nem do propósito deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não tinha vindo à terra para a glória pessoal, mas para servir às necessidades de pecadores que estavam perdidos e morrendo. Seus apóstolos não deviam ser servidos e paparicados, mas deviam entregar-se à tarefa da redenção humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Jesus perguntou se poderiam beber do seu cálice e serem batizados com seu batismo, responderam de modo afirmativo, mas não compreenderam o que Jesus estava falando. O “cálice” e o “batismo” deste contexto são figuras do discurso. Eles já tinham sido batizados com o batismo de água a qual Jesus foi submetido. Logo compartilhariam com ele do cálice de sua ceia memorial. Mas o cálice e o batismo de Marcos 10 eram símbolos do sofrimento. Poderiam ser imersos no sofrimento como estava prestes a acontecer com Jesus? Poderiam beber o cálice temido de Marcos 14:36? Poderiam, e iriam – mas ainda não compreenderam realmente as suas palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ouvir o pedido de Tiago e João por considerações especiais, os outros ficaram indignados, provavelmente não porque a idéia era repulsiva a eles, mas porque Tiago e João tiveram a idéia antes deles. Havia ainda muito a aprender, mas no tempo devido, compreenderiam completamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-2952192395727044070?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/2952192395727044070/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=2952192395727044070&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/2952192395727044070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/2952192395727044070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2009/07/vamos-andar-com-deus-introducao-andando.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/Sm3Gqgm4QjI/AAAAAAAABpw/u_9BsvDsj1I/s72-c/abre-4-temperamentos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-2944959660525261584</id><published>2009-06-27T05:42:00.000-07:00</published><updated>2009-06-27T05:50:03.266-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/SkYVQ5d10QI/AAAAAAAABnI/b52S5aw0Xcg/s1600-h/0,,21196877,00.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 292px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/SkYVQ5d10QI/AAAAAAAABnI/b52S5aw0Xcg/s320/0,,21196877,00.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351988587224486146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Qual é o sexo do seu cérebro? &lt;br /&gt;O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa. Faça o teste e saiba se o seu cérebro tem o mesmo sexo que seu corpo&lt;br /&gt;As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra. &lt;br /&gt;A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir. &lt;br /&gt;Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-2944959660525261584?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/2944959660525261584/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=2944959660525261584&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/2944959660525261584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/2944959660525261584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2009/06/qual-e-o-sexo-do-seu-cerebro-o-cerebro.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/SkYVQ5d10QI/AAAAAAAABnI/b52S5aw0Xcg/s72-c/0,,21196877,00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-2608897286620006181</id><published>2009-02-08T03:49:00.001-08:00</published><updated>2009-02-08T03:49:37.343-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/SY682OCgcbI/AAAAAAAABfY/jUW_Z5a9S70/s1600-h/dil.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 178px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/SY682OCgcbI/AAAAAAAABfY/jUW_Z5a9S70/s320/dil.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300381451129221554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GLOBO REPÓRTER &lt;br /&gt;Exma. Mídia:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assistindo a reportagem das proezas de pessoas que com sorte, saíram do nada para uma vida abastada e sabendo que são poucos no universo de pessoas existentes, me veio à mente a facilidade com que a mídia encontrou para mostrar um lado bem sucedido de uma minoria brasileira.Sabemos todos nós que a maioria vivem umas realidades diferentes, que mesmo lutando com todas as forças não conseguiram chegar lá impedidos na maior parte por injustiças e decepções sofridas. Até hoje com 47 anos de vida, nunca vi nenhum desses milhões... Receber destaque em algum canal de TV com tamanho valor ser mostrado ou reportado com tanta ênfase em um programa tradicional e famoso como o Globo Repórter, e, escrevo porque pertenço à classe desses milhões detentores de uma história diferente da mostrada com destaque em Rede Nacional em 30/05/2008. Sendo assim fica uma pergunta ainda sem resposta, porquê? Será meu mundo outro? Creio que não, pois sei que minha história, que é igual a muitas que existem e representa muito para mim, não seja de interesse das grandes reportagens ou até mesmo de opiniões defendidas por “valores” detentoras e patenteadas por grandes conglomerados de comunicação que com reportagens como a divulgada sexta-feira à noite na mídia, se abastece e ao mesmo tempo se sustenta na publicidade de incentivo do consumismo desenfreado seja o produto qual for, alimentando a ilusão e fantasia das pessoas, sendo assim catastrófico para a sociedade no despertamento da busca e cobiça... Sem precedentes daquilo que muitas vezes não se pode alcançar. Escrevo não como um desabafo, mas uma opinião de um cidadão brasileiro que como tantos outros tem uma opinião a ser defendida, mesmo assistindo, outras opiniões formadas e defendidas com unhas e dentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-2608897286620006181?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/2608897286620006181/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=2608897286620006181&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/2608897286620006181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/2608897286620006181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2009/02/globo-reporter-exma.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/SY682OCgcbI/AAAAAAAABfY/jUW_Z5a9S70/s72-c/dil.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-1358681550695328254</id><published>2009-02-01T09:29:00.000-08:00</published><updated>2009-02-01T09:55:09.226-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>CEROL MATA &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/SYXJLSmE1qI/AAAAAAAABfQ/lZrx67aRdqQ/s1600-h/IMAG0021.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/SYXJLSmE1qI/AAAAAAAABfQ/lZrx67aRdqQ/s320/IMAG0021.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297861732478539426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vamos lutar para acabar com o cerol, acho eu que se as auttoridades tomar uma posição, seja ela municipal estadual ou mesmo federal para criar uma lei que pune os pais de menores que usam cerol em suas linhas de pipas, muita gente vai escapar da morte principalmente os motoqueiros. Vejam só eu nesta foto como fiquei e olha que eu estava de bicicleta e como ciclista não usa capacete eu senti a linha com cerol cortando meu rosto e ao tentar tirar a linha eu cai e bati fortemente a cabeça ficando desacordado na hora e levado pelo resgate dos bombeiros ao pronto socorro municipal causando assim um grande transtorno em minha vida, mas dou graças a Deus que me livrou da morte, e sabem amigos, muitos motoqueiros morrem porque usam capacete e não sentem a linha no rosto e quando então desce para o pescoço e é fatal.Resta nos lutar para acabarmos de vez com o cerol.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-1358681550695328254?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/1358681550695328254/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=1358681550695328254&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/1358681550695328254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/1358681550695328254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2009/02/cerol-mata-vamos-lutar-para-acabar-com.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/SYXJLSmE1qI/AAAAAAAABfQ/lZrx67aRdqQ/s72-c/IMAG0021.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-4943147822922190251</id><published>2008-10-14T05:30:00.001-07:00</published><updated>2008-10-14T05:30:56.607-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/SPR1L4Up6fI/AAAAAAAABXw/_nueRnPHcKE/s1600-h/imagem.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/SPR1L4Up6fI/AAAAAAAABXw/_nueRnPHcKE/s320/imagem.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256955512006240754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A PREVENÇÃO COMEÇA EM CASA!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas, nos mais diferentes lugares, em cidades consideradas pacatas, em famílias ditas ´equilibradas´, são surpreendidas pela violência promovida pelas drogas. Adolescentes e jovens, na ilusão do prazer, com a vontade de descobrir e de sentir ´novas sensações´, são facilmente tragados por substâncias que têm a capacidade de transformá-los em verdadeiros escravos e ainda levá-los a praticar atos violentos, dentro e fora de casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Palavra de Deus nos diz "Os loucos não pararão à tua vista; aborreces a todos os que praticam a maldade." Salmo 5:5.Estes loucos são os que se envolvem principalmente com drogas, e não os doentes mentais que sofrem por uma debilidade humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande oferta de drogas e a difícil missão dos órgãos repressores em coibir ações criminosas de compra e venda dessas substâncias, muito contribui para a proliferação desse mal, porém isto não é motivo para afastar-se de Deus e de seus ensinamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de perspectiva do jovem num mundo de concorrência infernal, valores invertidos, desinformação, desigualdade social, ausência de referenciais positivos também contribuem. &lt;br /&gt;A família é a maior sofredora e a maior perdedora nessa guerra. O lar é o ambiente ideal para se promover a prevenção. Acredito que a saída está na construção de relações fortes, diálogo, troca de informações, interesse no outro, criação de oportunidades para uma maior aproximação entre as pessoas, a começar em casa. É uma luta de todos nós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto meu caríssimo jovem reflita, e, corra agora mesmo para os braços do Senhor Jesus Cristo, antes que seja tarde demais e diga uma vez por todas, "Drogas na minha vida NÃO!!!! e o SANGUE DE JESUS TEM PODER!!!."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-4943147822922190251?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/4943147822922190251/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=4943147822922190251&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/4943147822922190251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/4943147822922190251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/10/preveno-comea-em-casa-pessoas-nos-mais.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_D8LAICD_Y24/SPR1L4Up6fI/AAAAAAAABXw/_nueRnPHcKE/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-997135679182333394</id><published>2008-07-09T11:01:00.000-07:00</published><updated>2008-07-09T11:02:37.626-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Rússia reage a escudo antimísseis&lt;br /&gt;País ameaça "mudar posição estratégica" após EUA e República Tcheca firmarem acordo para base&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos e a República Tcheca assinaram ontem em Praga acordo para instalar uma base de radares ao sudoeste da cidade. O acordo faz parte do plano americano de expandir seu chamado "escudo antimísseis" para o Leste Europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em reação, o Ministério do Exterior russo disse que, se o escudo vier de fato a ser implantado, será forçado a abandonar a diplomacia e a adotar meios "técnico-militares". No entanto, o embaixador da Rússia na ONU, Vitaly Churkin, disse não se tratarem de ações militares, mas sim de uma mudança de "posição estratégica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2007, o ex-presidente e atual primeiro-ministro Vladimir Putin dissera que o escudo altera o equilíbrio militar na Europa e que a Rússia poderia direcionar mísseis contra países europeus se o projeto seguisse em frente. Washington alega que o escudo protegerá os EUA e seus aliados europeus contra ataques de países inimigos, como o Irã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo em Praga derruba negociações anteriores entre Moscou e Washington para buscar alternativas que diminuíssem a preocupação do Kremlin de que as instalações sejam usadas para espionagem ou ataque aos sistemas de mísseis russos. Entre as propostas em estudo estava um sistema de defesa multilateral, com a presença de oficiais russos nas bases americanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tchecos contra&lt;br /&gt;Citado pela agência Reuters, o analista militar Pavel Felgenhauer disse que retórica russa busca pressionar o Parlamento tcheco, do qual depende a ratificação do acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a coalizão governista de centro-direita tem apenas metade dos votos na Câmara Baixa e a oposição é contrária ao plano, a instalação deverá ser submetida à Casa somente após as eleições gerais de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo brindado com champanhe pela secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, e pelo chanceler tcheco, Karel Schwarzenberg, foi recebido com o protesto de cerca de mil pessoas numa praça central de Praga. Pesquisas de opinião indicam que dois terços dos tchecos opõem-se ao escudo. A oposição, liderada pelos social-democratas, pedem um referendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a Guerra Fria, a República Tcheca pertenceu à esfera de influência soviética. Nos anos 90, após o fim da URSS, o país aderiu à Otan, a aliança militar ocidental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polônia&lt;br /&gt;O acordo de ontem em Praga é apenas um passo para a instalação do escudo, que recebeu em abril passado apoio da cúpula da Otan. Na mesma cúpula, porém, numa ostensiva concessão à Rússia, a aliança militar adiou os planos de buscar a adesão das ex-repúblicas soviéticas da Geórgia e da Ucrânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto do escudo depende de um acordo com a Polônia, onde seriam instalados dez interceptadores de foguetes. Nesta semana, no entanto, o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, condicionou o tratado ao fornecimento ao país, pelos EUA, de sistemas antimísseis de curto e médio alcance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator são as eleições americanas. O virtual candidato republicano, John McCain, caso eleito, levará em frente o plano. Já o rival democrata, Barack Obama, ainda não se pronunciou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com agências internacionais&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Irã promete resposta "esmagadora" se for atacado&lt;br /&gt;Declaração de porta-voz do líder supremo marca escalada de tensão com Israel e americanos por causa do programa nuclear iraniano&lt;br /&gt;Najmeh Bozorgmehr&lt;br /&gt;James Blitz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Irã ontem ameaçou retaliação contra Tel Aviv, navios americanos no golfo Pérsico e os interesses de Washington em todo o mundo caso sofra um ataque com o objetivo de paralisar o seu programa nuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma escalada das tensões entre o Irã e Israel quanto ao programa de enriquecimento de urânio de Teerã, um importante assessor do aiatolá Ali Khamenei, o líder espiritual supremo, não mediu palavras para definir como seu país responderia a qualquer agressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O regime sionista está colocando os líderes da Casa Branca sob pressão para que encetem um ataque militar ao Irã", disse Ali Shirazi em discurso às forças navais da Guarda Revolucionária, a unidade militar de elite. "Caso eles façam algo de tão estúpido, Tel Aviv e a Marinha dos EUA no golfo Pérsico serão incinerados como alvos iniciais do Irã em sua primeira resposta esmagadora".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é a primeira vez que o Irã ameaça retaliação em caso de ataque. Mas o regime vem sendo mais específico quanto à forma que suas ações tomariam, e pela primeira vez apontou Tel Aviv como potencial alvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os comentários de ontem não causaram impacto nos mercados financeiros nem no preço do petróleo. No entanto, a atenção internacional está concentrada na possibilidade de um ataque militar de Israel contra o Irã ainda neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um importante diplomata da União Européia estimou nesta semana que as chances de um ataque são de "50%", em primeiro lugar porque Israel acredita que o Irã venha a dominar a tecnologia necessária a produzir uma bomba nuclear em 2010, e em segundo porque a possibilidade de que Barack Obama vença a eleição presidencial nos EUA privaria Israel do apoio necessário para um ataque como esse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diplomatas ocidentais dizem que, a partir do segundo trimestre do ano que vem, o Irã terá em operação mísseis antiaéreos adquiridos da Rússia que complicariam qualquer operação israelense contra as suas instalações nucleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O endurecimento na retórica se seguiu a uma decisão da marinha americana de conduzir exercícios militares no golfo Pérsico, na segunda-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Washington também anunciou ontem a imposição de sanções unilaterais contra o Irã, entre as quais medidas contra um assessor do aiatolá Khamenei -Yahya Rahim Safavi, que serviu como comandante da Guarda Revolucionária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sanções afetam também Mohsen Fakhrizadeh-Mahabadi, identificado como cientista sênior do programa nuclear iraniano, e o grupo Tamas, uma empresa identificada pela ONU como responsável por estágios essenciais do programa, entre os quais o enriquecimento do urânio.&lt;br /&gt;Tradução de PAULO MIGLIACCI&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-997135679182333394?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/997135679182333394/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=997135679182333394&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/997135679182333394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/997135679182333394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/07/rssia-reage-escudo-antimsseis-pas-ameaa.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-5209761128215911939</id><published>2008-07-01T13:53:00.001-07:00</published><updated>2008-07-01T13:53:44.899-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Novo mapa dos ricos no mundo&lt;br /&gt;A fatia dos Estados Unidos no bolo dos milionários mundiais está encolhendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, a população de milionários em países do chamado BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), considerados emergentes, aumentou quase cinco vezes mais rápido que a dos EUA. Foi a maior alteração em termos de criação de milionários desde que os dados da pesquisa começaram a ser divulgados, em 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número de milionários no Brasil, Rússia, Índia e China subiu 19% em 2007, contra 3,7% nos EUA, segundo relatório produzido pela Merrill Lynch e pela Capgemini. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os EUA ainda dominam o cenário mundial dos muito ricos. O país conta com mais de 3 milhões de milionários, definidos através do critério de contar com um patrimônio para investimento de US$ 1 milhão ou mais. É um aumento de 100.000 ricaços em relação ao total de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os países emergentes ficaram no ano passado com o grosso do crescimento no número de ricos. Brasil, China, Índia e Rússia produziram 133.000 novos milionários.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Indianos batem recorde&lt;br /&gt;A população de milionários da Índia cresceu 22,7% ano passado, o ritmo mais rápido do mundo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Brasil e China&lt;br /&gt;He Guoqiang, membro do Comitê Permanente do Birô Política do Comitê Central do Partido Comunista da China fará uma visita oficial a Brasília, nesta terça-feira. O embaixador chinês, Chen Duqing é quem vai recebê-lo. He Guogiang virá acompanhado de uma delegação oficial composta por seis pessoas, entre elas, o ministro do Departamento Internacional do Comitê Central, Wang Jiarui. No roteiro da visita está a Câmara dos Deputados, onde os chineses irão expressar a relevância da parceria estratégica entre os dois países.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Oportunidades de Negócios&lt;br /&gt;Ainda dentro do assunto sobre o crescimento do mercado chinês, acontece às 9h, na Fibra, o seminário Oportunidades de Negócios na China. O evento será promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e realizado pelo Secretariado Permanente do Fórum para Cooperação Econômica e Comercial da China e Países de Língua Portuguesa. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Jornal do Brasil             INFORME JB&lt;br /&gt;Sobre petróleo, dinheiro e armas&lt;br /&gt;Leandro Mazzini&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teorias da conspiração permeiam as confabulações populares em se tratando de interesses dos Estados Unidos. Os EUA sempre monitoraram informações dos outros. Como o petróleo no Brasil. A reserva americana vai durar poucos anos. Daí a necessidade de ocupação do Iraque, grande produtor, e das boas relações com a Arábia Saudita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os EUA vão reativar sua IV Frota no Cone Sul. Um porta-aviões modelo Nimitz vai navegar por águas latinas, inclusive brasileiras. Carrega até 90 caças e alguns submarinos nucleares. O combate ao crescente terrorismo foi a justificativa. O Nimtiz surge junto com a descoberta do megacampo de Tupi. Há três meses, dados secretos sobre essas reservas foram roubados no Rio. A PF tratou como furto comum. Cheney tem participação na empresa que cuidava do transporte desses dados no Brasil, em parceria com a Petrobras. Acionista de petrolíferas, foi Cheney quem fez o maior lobby para a reativação da IV Frota. Até que o primeiro barril extraído de Tupi prove o contrário, tudo não passa de conspiração.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Jornal do Brasil             Leme pede o fim da favelização&lt;br /&gt;Associação e ONG fazem reunião com moradores e autoridades para acabar com a violência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansados da rotina de violência, moradores do Leme decidiram cobrar uma solução para a falta de segurança no bairro diretamente do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. Ontem, em reunião com autoridades estaduais da área e também do meio ambiente, eles debateram os problemas que o bairro vem enfrentando e a sensação de insegurança que se instalou na região há mais de um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Aqui tem tiroteio dia e noite, a situação chegou a tal ponto que alguns moradores chegaram a pensar em blindar suas janelas ou até mesmo deixar o bairro – declarou o presidente da associação de moradores do Leme, Francisco Chagas. – Mas blindar as casas é resolver uma situação individual. Temos que eliminar o problema na base. Por isso esta reunião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em carta enviada ao governador Sérgio Cabral, no início de junho, o movimento sócio-ambiental independente dos moradores do bairro, o SOS Leme, mostrou a preocupação com as invasões nas áreas florestais e terrenos privados, já que a infraestrutura do bairro não comporta a ocupação desordenada do solo e o crescimento descontrolado de sua população. Ainda na carta, o grupo afirma que o poder público não pode mais se manter calado diante destes fatos ligados à Segurança e Meio Ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O Leme é um bairro pequeno e nós queremos saber quais as propostas do governo para resolver o nosso problema – destacou o coordenador do Movimento SOS Leme, Sebastian Archer. – Queremos relatar nesta reunião o que vem ocorrendo no bairro em função de uma guerra. Mas não queremos falar só de segurança, por isso contaremos, também, com a presença de representantes da Secretaria Estadualç do Meio Ambiente e Assistência Social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sitiados pela guerra&lt;br /&gt;Nos últimos quatro meses, os moradores do Leme vêm se sentindo sitiados pela guerra entre quadrilhas de traficantes rivais nos morros do bairro. Freqüentes, os tiroteios pela disputa do controle dos morros da Babilônia e Chapéu Mangueira não apenas assustam como vêm tirando os moradores das ruas, principalmente à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disputa nos morros teve início em abril quando traficantes de uma quadrilha, ligada à favela da Rocinha, em São Conrado, invadiram e expulsaram o grupo rival, que dominava as duas comunidades no Leme. Desde então, os confrontos têm sido constante. No pior deles, em pleno feriado de Corpus Christi, a guerra chegou ao asfalto. À noite, depois de uma invasão pela mata, até um espetáculo no Teatro Villa-Lobos, na Avenida Princesa Isabel, teve que ser cancelado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-5209761128215911939?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/5209761128215911939/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=5209761128215911939&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/5209761128215911939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/5209761128215911939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/07/novo-mapa-dos-ricos-no-mundo-fatia-dos.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-5283919109322311461</id><published>2008-06-26T10:59:00.000-07:00</published><updated>2008-06-26T11:09:54.637-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>UE defende "soberania responsável" para Amazônia&lt;br /&gt;O alto representante para Política Externa e Segurança Comum da União Européia (UE), Javier Solana, defendeu ontem que os países assumam "soberania responsável" para resolver grandes questões internacionais, a começar pelo combate às mudanças climáticas. Indagado pelo Valor se esse conceito deveria se aplicar à Amazônia, Solana retrucou: "Soberania responsável é um termo pelo qual se tem que pensar que o que acontece num país, em mudança climática, afeta todo o mundo. Por isso, a idéia de se reunir juntos para resolver globalmente."O chefe da diplomacia européia vem progressivamente colocando o conceito na mesa, sinalizando na prática que o mundo enfrenta antigos e novos desafios de segurança que são mais complexos dos que as instituições multilaterais e nacionais são capazes de administrar. Ontem, em Genebra, num debate sobre necessidade de cooperação global, ele argumentou: "Todo mundo tem que ser responsável com o que acontece com seu próprio país, mas também com as conseqüências no resto do mundo."Logo depois da questão sobre a Amazônia, Solana tratou de avisar que de jeito nenhum falava em "intervenção, nada disso", pedindo aos repórteres para não o colocarem nessa situação. De seu lado, reiterou que a União Européia quer assumir responsabilidades como "catalisadora para uma solução" para o combate à mudança climática.Ele insistiu que é "hora de assumir compromissos" para a redução de gases de efeito-estufa. Indicou que a Europa tem novas idéias para o encontro de cúpula do G-8, no mês que vem, para discutir com os cinco grandes emergentes - Brasil, China, índia, África do Sul e México.A posição européia, explicou Solana, é que todos devem assumir compromissos obrigatórios de redução de emissões, mas levando em conta a diferenciação. Ou seja, diferentes países tendo diferentes responsabilidades com base no tamanho do que já poluiu e atual desenvolvimento.Para revitalizar a cooperação global, Solana defende inclusive logo um acordo na Rodada Doha, na Organização Mundial do Comércio (OMC), estimando que, se isso não acontecer, será um péssimo sinal para a negociação sobre o clima no ano que vem.Questionado sobre uma taxação global do poluidor, ele respondeu que as emissões de C02 "não podem ser livres de cobrança, caso contrário será muito difícil cumprir as metas (de redução)". Solana concordou que, sem a China, a Índia e os outros grandes emergentes, os Estados Unidos continuarão não aceitando fechar um novo acordo para reduzir as emissões. (AM)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-5283919109322311461?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/5283919109322311461/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=5283919109322311461&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/5283919109322311461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/5283919109322311461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/06/ue-defende-soberania-responsvel-para.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-4054487054223455054</id><published>2008-06-24T13:20:00.000-07:00</published><updated>2008-06-24T13:23:42.196-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a id="not27696" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;DEU NA MÍDIA&lt;br /&gt;Amazônia: preservar para não entregar&lt;br /&gt;Roberto Candelori&lt;br /&gt;Publicada recentemente no jornal "The New York Times", uma reportagem causou preocupação no país.Com o sugestivo título "De quem é esta floresta tropical, afinal?", questiona a propriedade da Amazônia. Segundo o diário, "um coro de líderes internacionais está declarando mais abertamente a Amazônia como parte de um patrimônio muito maior do que apenas das nações que dividem o seu território".Em abril, o relator da ONU para o Direito à Alimentação, Jean Ziegler, havia associado a alta no preço mundial dos alimentos à produção em grande escala de biocombustíveis e acusou os produtores de etanol de cometer um "crime contra a humanidade". Sugeriu ainda que, no caso brasileiro, o avanço da cana estaria associado ao desmatamento da Amazônia e à substituição das áreas de cultivo de alimento pela matéria-prima do etanol.Expansão das áreas desmatadas, comércio ilegal de madeiras e confrontos entre milícias armadas por produtores rurais e índios em áreas demarcadas: notícias negativas sobre a floresta reacendem a discussão sobre o seu futuro e trazem à tona o tema da internacionalização da Amazônia. Há algum tempo, o francês Pascal Lamy, diretor da Organização Mundial do Comércio, manifestou o desejo de transformar a área num "bem público mundial" submetido a "regras de gestão coletiva".A polêmica tese abre um debate que confronta duas visões. De um lado, a questão da "soberania nacional", ou seja, o direito inalienável de o Brasil administrar soberanamente a Amazônia. De outro, vozes do Velho Mundo reafirmam a noção de que a floresta é espaço vital para a saúde do planeta e, portanto, deve ser administrada de forma compartilhada.Para o Planalto, o que ocorre é uma tentativa, orquestrada a partir de ONGs internacionais e de membros da Comunidade Européia, de desqualificar o Brasil como gestor soberano da Amazônia, além da recente estratégia de associar a alta no preço dos alimentos à produção de biocombustíveis e à devastação da floresta.Para rebater esse argumento, o presidente Lula, em recente reunião da FAO (braço da ONU para Alimentação e Agricultura), afirmou que: "99,7% da cana produzida no Brasil está a pelo menos 2.000 quilômetros da floresta amazônica. Isto é, a distância entre nossos canaviais e a Amazônia é a mesma que existe entre o Vaticano e o Kremlin". A mensagem parece alertar: antes de palpitar sobre a gestão amazônica, há que se tomar posse da realidade brasileira.ROBERTO CANDELORI é professor do colégio Móbile&lt;br /&gt;&lt;a id="not27683" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Estado de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Brasil negocia venda de aviões militares a Argel&lt;br /&gt;Denise Chrispim Marin&lt;br /&gt;Brasil e Argélia deverão firmar, nos próximos meses, um acordo comercial na área de defesa que permitirá a exportação de equipamentos, aviões, armas e veículos militares fabricados pela indústria brasileira. O início das negociações foi acertado ontem, em Argel, durante encontro entre o chanceler brasileiro, Celso Amorim, e o ministro argelino da Defesa, Abdelmalek Guenaiza. Pouco antes da audiência, o ministro brasileiro da Defesa, Nelson Jobim, fez questão de telefonar para Guenaiza para dar seu aval à negociação.A intenção do Brasil de atender a parte da demanda argelina por equipamentos de defesa começou a ser explorada em agosto de 2006, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou o país africano. No mês seguinte, uma primeira comitiva do Ministério da Defesa da Argélia, comandada pelo general Abdelhamid Bouhidel, visitou indústrias brasileiras de material militar ao longo de nove dias. A avaliação sobre um possível acordo prosseguiu com o desembarque no Brasil, em março, de uma nova delegação argelina - que visitou a Embraer, as empresas que compõem a base industrial nacional de defesa e o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.Segundo uma nota emitida na ocasião pelo Ministério da Defesa, o acordo comercial poderá incluir a compra de aviões e de equipamentos militares brasileiros pela Argélia. Na ocasião, o chefe do Estado-Maior argelino, general Ahmed Gaid Salah, propôs a Jobim o aprofundamento da cooperação nessa área. Jobim teria deixado claro que esse acordo seria de total interesse do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;a id="not27684" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Estado de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Presidente paraguaio renuncia&lt;br /&gt;Nicanor Duarte entrega cargo antes do fim do mandato, em agosto, para assumir como senador&lt;br /&gt;Ariel Palacios&lt;br /&gt;O presidente paraguaio, Nicanor Duarte, apresentou ontem sua renúncia - condição para que assuma uma cadeira no Senado no dia 1º. No entanto, membros da oposição tentarão impedir hoje no Congresso a aprovação da renúncia para impedir Duarte de tomar posse como senador, cargo para o qual foi eleito nas urnas em março.Analistas indicam que a votação parlamentar será acirrada. Embora tenha votos suficientes na Câmara, a renúncia poderia ser barrada no Senado.A renúncia de Duarte era esperada desde abril, quando - após as eleições de 27 de março - o presidente confirmou que deixaria o posto antes da posse de Fernando Lugo, o líder opositor vitorioso nas urnas. A lei paraguaia proíbe o acúmulo de cargos, por isso ele teria de deixar a presidência para assumir no Senado.Como ex-presidente, Duarte teria, de acordo com a Constituição paraguaia, o direito de assumir como senador vitalício - ainda que não tivesse conquistado a vaga nas urnas -, caso deixasse o poder na data prevista, em 15 de agosto.No entanto, como vitalício, seu poder no Senado seria restrito. Ele teria direito a discursar e promover debates na Casa, mas não ao voto. Como sua intenção é continuar influenciando a política paraguaia, ele optou por disputar o cargo eletivo, que lhe garante direitos plenos.O projeto político de Duarte, afirmam os analistas, é tornar-se o líder da oposição ao governo Lugo - algo que os partidos do novo governo pretendem impedir.“Entregaremos o governo com uma economia em franca expansão, muito diferente da bancarrota em que encontramos o país quando tomei posse”, disse Duarte no discurso em rede nacional de TV, no qual se despediu da presidência. Segundo ele, “o combate à pobreza será o principal desafio do próximo governo”.Lugo, o ex-bispo eleito presidente, não tem experiência administrativa.Sua coalizão - a Aliança Patriótica pela Mudança (APC), uma colcha de retalhos que reúne socialistas, comunistas, organizações de sem-terra e indígenas e conservadores - derrotou a hegemonia do Partido Colorado, que esteve no poder, de forma ininterrupta, de 1947 a 2008.Com a saída de Duarte, o Paraguai será representado na Cúpula do Mercosul pelo novo presidente, Francisco Oviedo, que até ontem era o vice-presidente.Fernando Lugo, presidente eleito, será o convidado especial do encontro presidencial, dos dias 30 e 1º, na cidade de Tucumán, no norte da Argentina.&lt;br /&gt;&lt;a id="not27671" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Globo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;AM: queda de helicóptero do Exército mata capitão&lt;br /&gt;MANAUS. Um helicóptero do Exército com cinco tripulantes caiu num lago do município de Tefé, no estado do Amazonas, nas proximidades do aeroporto. O Comando Militar da Amazônia confirmou a morte de um dos tripulantes. A aeronave seguia da cidade amazonense de Tabatinga para Tefé, depois de cumprir uma missão no Vale do Javari. Na hora do acidente, chovia muito em toda a região. O helicóptero caiu quando já se aproximava do aeroporto. De acordo com informações do Exército, o capitão Marco Aurélio da Silva Martins, do 4º Batalhão de Aviação, morreu no acidente. Os demais tripulantes, um tenente e três sargentos, estão sob cuidados médicos, e não correm risco de morrer. A equipe de cinco militares realizou uma missão de apoio à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) na região do Vale do Javari. A tripulação ainda tentou fazer um pouso de emergência antes da queda no lago.&lt;br /&gt;&lt;a id="not27673" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Globo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Acre adianta o relógio em uma hora&lt;br /&gt;Pará e cidades do Oeste do Amazonas também adotam novo fuso horário&lt;br /&gt;RIO BRANCO. O fuso horário do estado do Acre muda a partir do primeiro minuto de hoje e o Pará e cidades do Oeste do Amazonas também terão de adiantar seus relógios em uma hora. A medida foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 24 de abril, e previa a entrada em vigor em 60 dias. A mudança deixa o Acre com apenas uma hora de diferença em relação aos ponteiros do Distrito Federal. Em abril, o presidente sancionou sem vetos, o projeto de lei que altera o fuso horário no país. Com as mudanças, o Acre e parte do Amazonas, que têm duas horas de atraso em relação ao Distrito Federal, passarão a ter uma hora de diferença. O Pará terá, em todo o estado, horário igual ao da capital federal. A mudança foi defendida no Congresso Nacional pelo senador Tião Viana (PT), por meio da Lei 11.662. Segundo ele, a mudança da lei corrige um erro histórico que durou mais de 90 anos. Até 1913, o Brasil tinha um horário apenas. Por uma convenção internacional, houve uma diferença que deixou o Acre e parte do Amazonas com o atraso de duas horas. Os representantes dos bancos devem se reunir em julho para padronizar os horários de funcionamento das agências bancárias na região. A Secretaria de Educação do Acre já solicitou, através de ofício, aos diretores das instituições de ensino, flexibilidade na entrada dos estudantes durante a fase inicial de adaptação. Com informações do G1&lt;br /&gt;&lt;a id="not27675" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Globo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Portos: proposta do governo pode afastar investidor&lt;br /&gt;Henrique Gomes Batista&lt;br /&gt;BRASÍLIA. A proposta que está sendo construída pelo governo federal para o setor portuário - um decreto autorizando a construção de terminais privados, desde que passe por licitação e de acordo com um plano nacional definido pela União - pode afastar investidores. O problema, segundo empresários e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), é que não há precedente desse modelo de licitação. E um novo marco regulatório demoraria. - Pode haver um sistema de concessão que leve em conta a estratégia do governo para o setor. O problema é como as coisas ficarão até as regras serem definidas - diz o presidente da Antaq, Fernando Fialho. Para ele, é necessária uma regra de transição, a fim de que os investimentos não sejam totalmente suspensos. Segundo Fialho, se nada for feito nos próximos dois anos, o setor poderá enfrentar um apagão: - Não faz sentido o governo estar todo mobilizado pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e postergar investimentos privados na área dos portos. O problema ocorre porque parte do governo, como o ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Britto, defende que a carga geral, movimentada por contêineres, continue restrita aos portos públicos - que têm terminais privados, como Santos, Rio, Suape e Pecém. Já há portos totalmente privados para outras cargas, como projetos de grãos da Cargill, de minérios da Vale e de óleos da Petrobras. Também há diversos projetos para a construção de portos totalmente privados para esse tipo de carga - a que mais cresce no mundo. Um deles ficaria em Peruíbe, litoral sul de São Paulo, ao custo de US$2 bilhões. O projeto é do empresário Eike Batista. Segundo Fialho, projetos desse tipo aumentariam a concorrência e a eficiência do setor e complementariam os portos públicos. Representantes do setor privado são contra definir a política de portos por decreto, sem discussão com a sociedade. - Temos de buscar medidas que reduzam o custo dos portos do Brasil, que ainda é o dobro do registrado no mundo. Enquanto movimentar um contêiner no Brasil custa US$220, nos países desenvolvidos chega a US$110 - diz Carlos Tavares, da Confederação Nacional de Comércio (CNC), que concorda que a indefinição e a falta de clareza das novas regras podem afastar investimentos. Para fontes de governo e mercado, a proposta conduzida por Britto, que já se declarou contrário à criação de portos privados, pode ser protelatória.&lt;br /&gt;&lt;a id="not27676" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Globo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;Novas tensões globais&lt;br /&gt;Rubens Barbosa&lt;br /&gt;Questões relacionadas com as mudanças de clima ainda são tratadas no Brasil como temas de meio ambiente. A realidade é que os efeitos das mudanças climáticas começam a repercutir fortemente na geoeconomia e na geopolítica mundial e que terão grande impacto sobre a política internacional e sobre muitos aspectos sociais e populacionais. Mais cedo do que se pensa, as conseqüências do aquecimento serão encaradas como questão de segurança nacional. É evidente que não se deve exagerar o risco real, a curto prazo, de conflitos para assegurar os recursos naturais indispensáveis para a sobrevivência de grandes massas populacionais. Não se pode, no entanto, ignorar o problema e sua crescente importância, já que a escassez desses produtos sempre interage com outros fatores como a ecologia, a política, a economia e elementos institucionais. O impacto maior até aqui tem sido causado, entre outros fatores, pela alta dos preços dos recursos energéticos e dos minerais, pela crescente escassez de água e pelo aparecimento do fenômeno de deslocamento populacional. As conseqüências da mudança de clima, nos próximos anos, poderão ter um efeito cumulativo sobre os já graves problemas de escassez de alimentos. Distúrbios em vários países relacionados com o aumento dos preços dos alimentos são um terrível prenúncio do que poderá ocorrer no futuro. A falta d'água ou seu excesso (tanto pelo aumento do nível do mar quanto pela escassez derivada do derretimento das geleiras), a queda da produção agrícola e o potencial impacto sobre a produção de alimentos, o uso dos recursos naturais, a utilização do petróleo e do gás como armas políticas e a disseminação das pandemias (ameaça de doenças com extensão global) são algumas das áreas que poderão ser fontes de tensão ou de conflitos a médio e longo prazos. A maior parte das geleiras que alimentam rios e reservatórios de água está se desfazendo de forma acelerada, podendo acarretar no futuro o desaparecimento de rios, com efeitos sobre o fornecimento de água potável e a utilização da sua força em hidrelétricas. A fonte de alguns dos maiores rios asiáticos como o Hindu, o Ganges, o Mekong, o Yantsé e o Rio Amarelo são as camadas de gelo do Himalaia. Se essas geleiras continuarem a derreter, o fornecimento de água de grande parte da Ásia, tão densamente povoada, vai se reduzir drasticamente. O mesmo ocorre com os países andinos que recebem água das Cordilheiras dos Andes, como é o caso do Peru e da Bolívia. O aumento do nível do mar, em virtude do degelo da região ártica, como mostra recente relatório do Centro de Informação sobre Neve e Gelo, da Universidade do Colorado, pode causar o declínio das florestas, além de afetar cidades costeiras, países e ilhas oceânicas. Esses fatos podem acarretar movimentação populacional (como foi o caso do furacão Katrina, em New Orleans, e do tsunami, na Indonésia), criando problemas econômicos e sociais de grande magnitude. Regiões que já sofrem de escassez de água como Kwait, Jordânia, Israel, Ruanda, Somália e Argélia podem ser confrontadas com a necessidade de buscá-la de qualquer maneira, na medida em que as mudanças no clima agravem a situação. Provocada pelo aquecimento global, a desertificação de áreas hoje produtoras de alimentos (o Brasil poderá ser um desses países afetados) e o aparecimento de novas regiões de produção agrícola (como a Sibéria) hão de alterar a geopolítica da agricultura mundial. Em relatório de 2005, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estudou o efeito das mudanças globais de clima sobre a saúde. A OMS chama a atenção para o risco potencial da disseminação de doenças derivadas das alterações climáticas com efeitos importantes sobre as condições sanitárias em importantes concentrações populacionais. O referido relatório levanta uma série de preocupações sobre a disseminação de doenças como a dengue, a malária e a salmonela. O debate sobre o papel da competição pelos recursos naturais nas relações internacionais ainda passa ao largo de nossas preocupações pela posição privilegiada de que desfruta o Brasil. Nem por isso deve ser dada menor importância ao problema, uma vez que poderá nos afetar diretamente. A repercussão no exterior da devastação da Floresta Amazônica e os problemas energéticos que estão ocorrendo hoje na América do Sul sugerem a necessidade de nos posicionarmos para encarar essa nova realidade. RUBENS BARBOSA é presidente do Conselho de Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).&lt;br /&gt;&lt;a id="not27678" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Globo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Morales rejeita autonomia de Tarija&lt;br /&gt;Governadores da Meia Lua boliviana podem renunciar antes de referendo&lt;br /&gt;LA PAZ. O governo boliviano considerou ontem ilegal o referendo realizado no fim de semana pelo Departamento de Tarija para declarar sua autonomia em relação ao governo do presidente Evo Morales. O pleito foi o último realizado pela região da Meia Lua, a mais rica do país, e a aprovação da autonomia poderá agravar ainda mais a crise institucional no país mais pobre e instável da América do Sul. Fontes da oposição afirmaram ainda que os governadores de oposição podem renunciar aos cargos antes do referendo revogatório de agosto, e evitar a inelegibilidade. Índice de abstenção foi um dos menores da Meia Lua Em Tarija encontram-se mais de 80% das reservas de gás natural da Bolívia e, segundo analistas políticos, é a região mais importante para o presidente Evo Morales. - Reconhecer essas consultas (de autonomia) sobre estatutos ilegais seria um erro enorme porque se estaria reconhecendo algo que não é reconhecido nas normas legais do país. Não fizemos isso com Santa Cruz, Pando e Beni, e também não poderíamos fazer com Tarija - disse o porta-voz da Presidência boliviana Iván Canelas. Segundo o departamento, 80% dos eleitores que votaram no referendo aprovaram o estatuto sobre autonomia. O índice de abstenção teria sido um dos menores da Meia Lua, cerca de 35%. Em meio à finalização dos referendos sobre mais autonomia, os governadores dos departamentos opositores a Morales anunciaram que estão dispostos a fazer um acordo de "reconciliação nacional", que anularia o referendo sobre a continuidade de seus mandatos, desde que as autonomias sejam reconhecidas. O governo de Morales, no entanto, disse que o referendo revogatório será realizado "custe o que custar". - Vamos cumprir a lei que convoca o referendo revogatório para o dia 10 de agosto. Não vamos negociar o cumprimento da lei. Pode haver qualquer diálogo ou qualquer negociação sobre outros temas, mas o referendo revogatório não está em discussão - disse Morales. Pesquisas indicam que os governadores dos quatro estados da Meia Lua poderiam perder seus mandatos pois não conseguiriam atingir no referendo a mesma votação que tiveram durante as eleições. Segundo fontes de oposição, as sondagens podem resultar numa renúncia simultânea dos quatro governadores da região, para que possam concorrer nas próximas eleições aos mesmos cargos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-4054487054223455054?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/4054487054223455054/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=4054487054223455054&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/4054487054223455054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/4054487054223455054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/06/folha-de-so-paulo-deu-na-mdia-amaznia.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-1685171455551907393</id><published>2008-06-20T14:11:00.000-07:00</published><updated>2008-06-20T14:12:38.428-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A defesa do país e a questão militar&lt;br /&gt;Mauro SantayanaO ministro da Defesa disse que o governo federal encaminhará ao Congresso projeto de lei a fim de que as Forças Armadas brasileiras atuem na manutenção da segurança pública urbana. Para isso, disse, elas estão preparadas. O episódio do Morro da Providência desmente o ministro: elas não se encontram treinadas para o policiamento. As Forças Armadas existem para combater os inimigos externos. Elas não devem constituir (mesmo que isso haja ocorrido no passado) a guarda pretoriana de facções políticas, nem de classes sociais.Em seu início, as Forças Armadas brasileiras, comandadas ainda pelas normas e razões portuguesas, cometeram erros terríveis, ao combater a Confederação do Equador. Bernardo Pereira de Vasconcelos, em sua Circular aos eleitores de Minas, em 1826, disse que ao estabelecer as comissões militares, investidas de Poder Judiciário – que fuzilaram numerosos republicanos – o governo de Pedro I abrira perigosíssimo precedente. O político, que ocuparia longo trecho da ação política no Império, lembrava que não se tratava de uma guerra contra inimigos externos, e que a justiça deveria ter sido exercida pelos civis.A Guerra do Paraguai, com seus imensos sacrifícios – como os da Retirada da Laguna – deu outra natureza aos corpos armados. Embora muitos dos chefes ostentassem os títulos de nobreza do Império, a brutalidade da campanha, nos charcos dos vales dos rios Paraná e Paraguai, acrescida da indiscutível coragem dos paraguaios – principalmente na segunda fase da campanha, em que lutavam em seu próprio terreno – obrigou nossas forças ao convívio solidário entre os comandantes e os subordinados. Os oficiais descobriram um povo que ainda não conheciam, nos escravos, que os oligarcas entregavam ao Exército para que combatessem em seu lugar, e nos "voluntários", muitos deles recrutados à força entre os pobres. Quando a guerra chegou ao fim, em 1870, as Forças Armadas já se encontravam beneficiadas por um sentimento de nacionalidade que as conduziria, daí em diante, a somar-se aos abolicionistas e republicanos.A iniciativa do ministro Jobim – e disso deve ser advertido o governo – pode suscitar nova questão militar. Em 1884, o tenente-coronel Sena Madureira, que comandava a Escola de Tiro, no Rio, convidou um herói do abolicionismo no Ceará – província que se antecipara na libertação dos escravos – o jangadeiro mestiço Francisco Nascimento, a visitar sua unidade. Nascimento liderou seus companheiros a negar-se ao transporte de escravos vendidos para os canaviais de Pernambuco. O ministro da Guerra puniu Sena Madureira, transferindo-o para o Sul, e proibindo aos militares manifestar opinião sobre assuntos políticos. Nesse episódio se inicia o descontentamento de Deodoro, que o fará esposar a idéia da Abolição e criar o Clube Militar, em 1887. A primeira manifestação da entidade foi a famosa declaração de que o Exército não se prestaria à tarefa de "capitães do mato", na busca de escravos fugidos que se asilavam nos quilombos. Um ano depois viria a Abolição e, alguns meses depois, a República.As Forças Armadas, não obstante sua posição naquele momento, foram instrumento das oligarquias em vários episódios de nossa penosa história republicana, sobretudo entre 1964 e 1985. Essa última experiência levou-as a nova postura, preocupadas que se encontram hoje com a defesa da soberania nacional. Reduzi-las a caçadoras de traficantes de drogas e gendarmeria dos subúrbios, é ofender seus brios. Já foi um erro empregar as polícias militares no policiamento cotidiano nas grandes cidades, que era muito mais eficaz com a Guarda Civil, os inspetores de trânsito e os contingentes especiais de choque.A ordem nas favelas é uma obrigação do Estado, que deve estar presente ali com todos os equipamentos sociais – entre eles uma polícia limpa. As favelas já constituem, principalmente no Rio, território fora da jurisdição do Estado, porque os sucessivos governos as deixaram entregues à própria sorte. Determinar às Forças Armadas que as ocupem com seus homens e suas armas, é correr o risco da ampliação do conflito. O valor moral das Forças Armadas, que é o núcleo de sua eficiência nas batalhas, não pode ser comprometido em operações policiais urbanas.O Estado existe para a nação, e tem de ter o tamanho do Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-1685171455551907393?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/1685171455551907393/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=1685171455551907393&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/1685171455551907393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/1685171455551907393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/06/defesa-do-pas-e-questo-militar-mauro.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-5259058929961011089</id><published>2008-06-18T04:46:00.001-07:00</published><updated>2008-06-18T04:46:57.693-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O pesadelo da inflação&lt;br /&gt;Projeções atingem 6,21%. Lula pede ação contra alta de preços e vê país rumo ao "paraíso"&lt;br /&gt;Ronaldo D`Ercole, Patrícia Duarte e Luiza Damé&lt;br /&gt;No mesmo dia em que estimativas de mercado acerca do cumprimento da meta de inflação anual atingiram 6,21% - taxa bem próxima do teto da meta, de 6,5% -, o presidente Lula voltou a dizer ontem que o combate à alta de preços deve ser um compromisso de toda a sociedade, não só do governo. Segundo Lula, para quem o país vive hoje perto do "paraíso", está claro que uma escalada da inflação significaria um retrocesso inconcebível. Por isso, evitar que aumentos temporários de preços, como os atuais, provocados por choques externos, transformem-se em elevação permanente da inflação é prioridade. As afirmações foram feitas na BM&amp;amp;F Bovespa, onde o presidente foi homenageado pelo grau de investimento obtido pelo país. Para Lula, o Brasil vive um "sonho", combinando estabilidade e crescimento: - Temos de ter o compromisso de não permitir que a inflação volte a atrapalhar o sonho de estabilidade que o país tem hoje. Segundo ele, a situação coloca o Brasil próximo do paraíso: - Os mais jovens, possivelmente, não dão importância. Mas para nós, que já vivemos no Brasil com crescimento zero e inflação a 80% ao mês, viver este momento que estamos vivendo é quase chegar perto do paraíso. Mais um pouco e estaremos lá. Lula lembrou que o governo vem adotando medidas (como a alta do IOF e do superávit) para evitar descontrole inflacionário. E que esse esforço não deve comprometer o crescimento. Dirigindo-se ao amigo sindicalista Antônio Carlos dos Reis, o Salim, da CGT, arriscou uma previsão: - Meu caro Salim, trabalho com a hipótese de que a gente tenha, pelo menos, dez anos de crescimento sustentável, para que a gente possa recuperar todos os males que 20 anos de não crescimento causaram ao país. O ministro da Fazendo, Guido Mantega, fez coro: - Vamos controlar a inflação, e o crescimento vai continuar, a despeito dos problemas que atribulam a economia mundial e a brasileira. No programa de rádio "Café com o presidente", Lula também destacou a inflação. Ele disse que a alta de 5,8% do PIB trimestral é um sinal de que a economia brasileira "está no caminho certo", mas afirmou que a produção tem de acompanhar a demanda. - É importante que o ritmo da economia acompanhe com muita clareza a demanda, porque se a gente continuar consumindo mais do que produz, o resultado é que a gente terá uma inflação. A preocupação também se expressa na pesquisa semanal Focus do BC, com cerca de 80 instituições financeiras. Pelo levantamento, divulgado ontem, as estimativas do IPCA para 2008 saltaram de 5,60% para 6,21%, quando se olha a mediana Top-5 - com os cinco bancos que mais acertam previsões. Na mediana agregada, as projeções passaram de 5,55% para 5,80%. O IPCA de maio, divulgado semana passada, ficou em 0,79%, o maior em 12 anos. As conseqüências devem ser juros mais altos: segundo o Focus, a Selic ficará em 14,25% (hoje está em 12,25%). Luciano Coutinho, presidente do BNDES, sugeriu que a "calibragem" no ritmo de expansão do crédito é opção para controlar a inflação. Ele disse que, se o país "precisar calibrar um pouco a taxa de crescimento", o governo também poderia "calibrar as condições do crédito". COLABOROU Aguinaldo Novo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-5259058929961011089?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/5259058929961011089/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=5259058929961011089&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/5259058929961011089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/5259058929961011089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/06/o-pesadelo-da-inflao-projees-atingem.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-1823633514430281586</id><published>2008-06-16T15:06:00.001-07:00</published><updated>2008-06-16T15:10:32.486-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"Dia Internacional dos Mantenedores da Paz das Nações Unidas"&lt;br /&gt;A criação da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1945, logo após o término da II Guerra Mundial, teve como propósito fundamental a manutenção da paz e da segurança internacionais. A data de 29 de maio foi instituída, pela ONU, como sendo o Dia Internacional dos Mantenedores da Paz das Nações Unidas, significando o reconhecimento aos militares, homens e mulheres, possuidores de extrema dedicação e coragem, que participaram e continuam participando em Missões de Paz, enobrecendo o nome de seus países, dentre eles o Brasil, e a memória daqueles que perderam suas vidas, contribuindo na intermediação necessária para o fim das hostilidades. No momento, a Marinha do Brasil (MB), utilizando meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais no apoio logístico ao contingente brasileiro, participa de uma Força de Paz no Haiti, que tem como propósitos criar condições para estabilização e segurança daquele país, organizar eleições presidenciais e municipais, e garantir que sejam assegurados os direitos humanos do povo, em especial das mulheres e crianças. Atendendo aos chamados dos organismos internacionais, o Brasil tem enviado tropas e observadores militares para diversos países. Hoje em dia, há militares Fuzileiros Navais atuando como Observadores da ONU na Costa do Marfim, Haiti, Timor Leste, Libéria, Nepal, Saara Ocidental e Sudão, além de militares na Missão de Assistência à Remoção de Minas na América Central (MARMINCA), na Nicarágua e na Missão de Assistência à Remoção de Minas na América do Sul (MARMINAS), na fronteira entre o Equador e o Peru, essas duas últimas sob a égide da Organização dos Estados Americanos (OEA).Há também militar do Corpo da Armada na missão da Eritréia-Etiópia, na África. A presença de militares da MB em Operações de Manutenção da Paz tem se constituído em fonte valiosa de preparo profissional, por meio da aplicação de procedimentos doutrinários que dificilmente seriam absorvidos em exercícios e adestramentos. Em todas essas missões, nossos Oficiais e Praças, superando inquietudes, preocupações e incertezas decorrentes da ausência de seus lares e, sobretudo, os dissabores dos conflitos, compreendem o significado e a relevância de suas tarefas, conscientes de estarem zelando pelo bem comum e colaborando no processo diplomático e no restabelecimento da ordem social, numa cabal demonstração de empenho, espírito de sacrifício e profissionalismo. Tudo isso, aliado ao excelente preparo profissional, equilíbrio psicológico e, principalmente, às peculiaridades do seu comportamento social, fez com que angariassem o respeito e o reconhecimento dos combatentes de outras nações, contribuindo para divulgar uma imagem positiva do Brasil no cenário mundial. Marinha comemora o Dia Internacional dos Mantenedores da Paz das Nações UnidasEm todo o território nacional, a Marinha do Brasil comemorou, no dia 29 de maio, o "Dia Internacional dos Mantenedores da Paz". Apresenta-se, abaixo, algumas das cerimônias realizadas, em diversas regiões do país. Em Natal – Rio Grande do Norte:A cerimônia ocorreu no Grupamento de Fuzileiros Navais de Natal e foi presidida pelo Comandante do 3º Distrito Naval (Com3ºDN), Vice-Almirante Edison Lawrence Mariath Dantas, com a presença de diversos militares que fizeram parte de missões. Em Belém – Pará:O evento foi presidido pelo Comandante do 4º Distrito Naval (Com4ºDN), Vice-Almirante Eduardo Monteiro Lopes, com a participação dos Comandantes das Organizaçãoes Militares subordinadas. Durante a cerimônica, foi lembrada a atuação dos Destacamentos brasileiros a serviço das Nações Unidas, desde os primórdios de Suez até o momento atual no Haiti. Um pelotão composto de militares que participaram de Missões de Manutenção da Paz, comandado pelo CMG(MD) DANTON, Diretor do Hospital Naval de Belém, ocupou um local de destaque no dispositivo da cerimônia, mostrando que exemplos do passado refletem de forma positiva na geração presente.Em Ladário – Mato Grosso do Sul:A cerimônia foi realizada no 17° Batalhão de Fronteira em Corumbá-MS, sendo presidida pelo Comandante do 6º Distrito Naval, Contra-Almirante Cesar Sidonio Daiha Moreira de Souza e contou com a presença do General-de-Brigada José Carlos do Santos, Coronel Robson Novaes Huren e comandantes de Organizações Militares subordinadas. Oficiais e Praças da Marinha e do Exército, participaram da cerimônia alusiva a data.&lt;br /&gt;O comandante do 7º distrito naval, vice-almirante Eduardo Bacelar Leal Ferreira, foi o anfitrião da quarta-feira passada, nas comemorações dos 143 anos da Batalha Naval do Riachuelo, data magna da Marinha. Durante a solenidade, com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente, José Alencar (acompanhado de Mariza) e demais autoridades, foram condecorados com a Ordem do Mérito Naval grande número de pessoas, entre eles o presidente do Correio Braziliense, Álvaro Teixeira da Costa (foto), e o secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães. Para os civis, essas cerimônias são sempre cheias de pompa, não só com a execução do hino nacional, mas também com todo o desenrolar do protocolo, como o ribombar de 17 tiros de canhão. Mas a gente acaba impregnada pelo civismo e cheia de orgulho diante de tudo o que aprendemos num acontecimento como esse, que contou com apresentação da Banda dos Fuzileiros Navais de Brasília.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-1823633514430281586?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/1823633514430281586/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=1823633514430281586&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/1823633514430281586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/1823633514430281586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/06/dia-internacional-dos-mantenedores-da.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-7705662698390988627</id><published>2008-06-14T12:49:00.000-07:00</published><updated>2008-06-14T12:50:49.391-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Forças Armadas têm 3.661 vagas abertas&lt;br /&gt;Aumento dos soldos faz crescer a procura por seleções militares&lt;br /&gt;Rio - A procura por uma vaga em concursos das Forças Armadas vai ser ainda maior este ano por causa dos aumentos concedidos pelo governo federal. Até 2010, estão programados reajustes para o Exército, Marinha e Aeronáutica. Atualmente, seleções públicas com 3.661 vagas estão com inscrições abertas ou por abrir. As chances são para candidatos com os níveis Fundamental, Médio e Superior. Ontem, foi divulgado o edital para o curso de formação de fuzileiros navais. Atualmente, a remuneração do fuzileiro é de R$ 1.086 (soldo de R$ 966), mas, com o aumento, vai chegar, em 2010, a R$ 1.290,83. Homens com idade entre 18 e 21 anos com o Ensino Fundamental completo podem participar. É preciso ter altura mínima de 1,62m e máxima, de 1,95m. Oferta de 1.520 vagas.CHANCES PARA SARGENTONa segunda-feira, terá início o cadastramento para o concurso de sargentos do Exército. São 1.250 vagas para homens com Nível Médio, idade mínima de 18 anos e outros requisitos. Após curso de formação, vencimentos chegam a R$ 2.465.Já a Escola Naval vai encerrar na quarta-feira o prazo de inscrição no curso superior em Ciência Navais. A oferta é de 46 vagas somente para jovens do sexo masculino e com Nível Médio. Vencimentos de R$ 4.312, após formatura. As exigências são ser solteiro, sem filho e ter 18 anos completos e menos de 23 anos no dia 17 de fevereiro de 2009. No dia 20, será a vez da Aeronáutica encerrar as inscrições para 160 oportunidades no concurso de oficiais de Engenharia, Medicina, Odontologia e Farmácia. Vencimentos de R$ 5.512,91. Podem participar candidatos nascidos a partir de 26 de dezembro de 1974, com altura mínima de 1,55m (mulheres) e 1,60m (homens). Para Engenharia, é preciso ter nascido a partir do dia 26 de dezembro de 1978.Outro concurso já com inscrições abertas é para a Escola de Cadetes do Ar. Há 185 vagas para quem tem a 1ª série do Ensino Médio. Apenas homens vão poder concorrer. Bolsa-auxílio de R$ 615,16. São requisitos: ter, no mínimo, 1,60m e, no máximo, 1,87m de altura; não ter menos de 14 anos de idade no dia 1º de fevereiro de 2009, nem completar 18 anos de idade até 31 de dezembro de 2008. O Exército também seleciona para a Escola Preparatória de Cadetes. A oferta é de 500 vagas para homens, com idades entre 16 e 20 anos, Nível Médio e estatura mínima de 1,60m (ou até 1,57m para concorrentes com 16 anos de idade). Também é preciso ser solteiro. PROCEDIMENTOS DE INSCRIÇÃOFUZILEIRO NAVALAs inscrições começam no dia 30 e seguem até 27 de julho no site www.mar.mil.br/cgcfn. O atendimento também acontece na Praça Barão de Ladário s/nº, Centro do Rio; Rua Comandante Ituriel s/nº, Fluminense, São Pedro da Aldeia; Avenida Marquês de Leão s/nº, Angra dos Reis; e Avenida Governador Geremias de Mattos Fontes s/nº, Nova Friburgo.SARGENTO EXÉRCITOAtendimento vai até 15 de agosto no site www.esa.ensino.eb.br. Taxa de R$ 70. Seleção terá provas de Matemática, Português, História, Geografia do Brasil e Redação.ESCOLA NAVALAs inscrições, apenas para homens, são aceitas no site www.ensino.mar.mil.br. Taxa no valor de R$ 55.AERONÁUTICAInscrições: www.fab.mil.br/ingresso e www.ciaar.com.br. Taxa de R$ 85.CADETES DO ARInscrições: http://www.net-rosas.com.br/epcar/siscpcar2009. Taxa: R$ 50.CADETES EXÉRCITOAs inscrições ficam abertas até o dia 6 de agosto nos sites www.espcex.ensino.eb.br ou www.epce.g12.br. Taxa de R$ 70. Provas em outubro.&lt;br /&gt;&lt;a id="not27243" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Estado de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esquenta disputa pelos US$ 10 bi anuais do pré-sal&lt;br /&gt;Taxas do petróleo que será retirado do fundo do mar já provoca briga entre ministérios, governos e municípios&lt;br /&gt;Kelly Lima e Nicola Pamplona&lt;br /&gt;O petróleo da chamada “camada pré-sal” ainda nem começou a ser extraído e a cada dia esquenta a disputa pela bilionária arrecadação de taxas governamentais que a nova província petrolífera vai representar.Já existem projetos de criação de, pelo menos, cinco fundos para serem alimentados com recursos desses campos. As apostas são de uma gorda arrecadação, que pode superar os US$ 10 bilhões anuais, calculados a partir das projeções mais otimistas para o campo de Tupi, com produção de 1 milhão de barris por dia.Somente na primeira fase do projeto, que prevê a produção de 500 mil barris de petróleo por dia entre 2015 e 2020, a arrecadação poderia chegar a US$ 5 bilhões por ano, mantidas as regras atuais, diz o consultor Rafael Schetchman, ex-superintendente da Agência Nacional do Petróleo (ANP). A conta foi feita com a cotação do petróleo a US$ 100 o barril e não considera o aumento na alíquota da participação especial sobre campos de alta rentabilidade, em estudo pela ANP.No âmbito do governo federal, disputam a partilha de royalties e participações especiais o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Marinha, e os Ministérios da Fazenda, da Ciência e Tecnologia e de Minas e Energia. Esses ministérios já são contemplados hoje com recursos, mas têm propostas de elevar a participação, sob os mais diversos argumentos. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, por exemplo, quer um fundo para a Marinha garantir segurança às plataformas de produção instaladas na região do pré-sal, a mais de 300 quilômetros da costa. Há ainda uma proposta deixada em aberto pela ex-ministra do Meio Ambiente, Marina da Silva, para criação de um fundo de combate ao aquecimento mundial com recursos do petróleo.“Dado o tamanho potencial dessa reserva de petróleo na camada sedimentar do pré-sal, devemos refletir sobre como usar esses recursos e não olhar apenas para a geração presente”, afirmou recentemente o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, defendendo a criação de um fundo nos moldes dos chamados fundos soberanos, criados por países que têm no petróleo uma grande fonte de riqueza, como algumas nações árabes e a Noruega. Esses fundos aplicam recursos em projetos internacionais e conseguem, assim, manter a riqueza gerada pela exploração do petróleo. Segundo o SWF Institute (especializado em fundos soberanos), cerca de dois terços dos ativos desses fundos estão relacionados com petróleo e gás natural: são US$ 2,142 trilhões, ou 63% a mais que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro do ano passado.Para o especialista em royalties Rodrigo Serra, da Universidade Cândido Mendes, a criação de fundos com os ganhos extras dos royalties é justa, uma vez que o petróleo, segundo a Constituição, pertence à União. Para ele, com a disparada do preço do petróleo, as cidades beneficiadas têm hoje receitas extraordinárias, que poderiam ser divididas entre os demais brasileiros. O município de Campos (RJ), por exemplo, recebeu sozinho, em 2007, R$ 778 milhões. Ele lembra ainda que o aumento na participação especial vai ampliar a concentração de renda. Serra defende a criação de um teto de arrecadação por município, com redistribuição do excedente.No âmbito estadual, a briga pela redistribuição tem envolvido troca de farpas entre os governos do Rio e de São Paulo. Capitaneado pelo senador Aloizio Mercadante (PT), está sendo elaborado um projeto para alterar as regras da arrecadação, beneficiando o Estado de São Paulo.“Sugiro a esses (políticos) abraçarem bandeiras mais fortes, que toquem no coração do povo de seus estados”, rebateu esta semana o governador do Rio, Sérgio Cabral.A legislação hoje divide os royalties entre Estados, municípios afetados e Ministério de Ciência e Tecnologia. Já a participação especial é repassada aos Ministérios do Meio Ambiente e de Minas e Energia, Estados e municípios. Segundo especialistas, o principal obstáculo à redistribuição está no fato de que qualquer mudança terá de ser feita pelo Congresso, abrindo espaço para que um sem número de emendas possa atravancar as discussões.&lt;br /&gt;&lt;a id="not27244" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Estado de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eike inaugura nova era no petróleo&lt;br /&gt;Com a OGX, Eike pode se tornar um dos 20 homens mais ricos do mundo&lt;br /&gt;Patrícia Cançado e Tatiana Freitas&lt;br /&gt;O maior IPO da história da Bolsa de Valores de São Paulo tem como protagonista uma empresa que não tem atividade operacional: a OGX Petróleo e Gás, do empresário Eike Batista. Com um plano de negócios, uma equipe de técnicos tarimbada e os direitos de exploração de 21 blocos nas bacias de Campos, Santos, Espírito Santo e Pará-Maranhão, ela captou ontem R$ 6,7 bilhões em uma oferta primária de ações, quase metade do volume levantado por todas as empresas que abriram o capital em 2006 no Brasil.A OGX vai explorar 14 desses blocos, o que faz dela a primeira grande companhia privada de capital nacional a atuar como operadora - a empresa estima encontrar 4,8 bilhões de barris de óleo. Existem empresas de menor porte explorando óleo em poços em terra, nas regiões Norte e Nordeste. A Vale está presente em alguns consórcios em parceria com a Petrobrás, mas não como operadora. A nova petrolífera também entra para a história como a primeira grande empresa nacional a se arriscar em um mercado altamente dominado pela estatal Petrobrás. “Eike inaugurou uma era. A Petrobrás nunca teve competidores tão agressivos. O que ele gastou na nona rodada (R$ 1,4 bilhão) foi mais do que todos os leilões anteriores somadas”, diz o consultor John Forman, ex-diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP). “A grande diferença é que ele acreditou no potencial do petróleo do Brasil. Grandes petroleiras têm estado ausentes dos leilões da ANP.” Segundo Forman, as gigantes vão buscar petróleo em lugares onde ele já está descoberto, como o Golfo do México, Nigéria e Angola. No Brasil, preferem fazer parceria com a Petrobrás, como forma de diluir os riscos. “A OGX foi de peito aberto. Fez um bom plano de negócios, buscou gente capacitada na Petrobrás e pagou bônus inéditos para ficar com as reservas”, diz Forman. “Logo após o leilão, Eike declarou que as chances de sucesso eram da ordem de 30%, o que é razoável - nem alto nem baixo. Ele convidou o mercado a correr riscos com ele.”PROCURAO mercado topou correr os riscos. A demanda pelos papéis da OGX superou em dez vezes a oferta, segundo o presidente do grupo EBX, Eike Batista. “A procura totalizou US$ 30 bilhões, bem acima da expectativa, que era de US$ 20 bilhões”, disse durante a estréia das ações. “Não somos uma promessa. Ou não teríamos 363 instituições mundiais, fundos de pensão, comprando o nosso negócio, porque cada um deles possui um especialista em petróleo e fazem a operação concreta em cima de dados”, afirmou. Com o novo negócio, Eike vai multiplicar sua riqueza. Segundo a revista Forbes, ele já é o terceiro homem mais rico do Brasil, com patrimônio de US$ 6,6 bilhões, atrás apenas de Antonio Ermírio de Moraes e família e Joseph Safra. A publicação colocou o empresário na lista dos novatos notáveis, composta pelos dez homens de negócios que construíram suas fortunas mais rapidamente. Antes do IPO da OGX, Eike calculava sua fortuna em US$ 17 bilhões. Agora, as contas do empresário devem ultrapassar US$ 20 bilhões, o que o coloca entre os 20 maiores bilionários do mundo e mais perto de sua meta. Ele já declarou que quer ultrapassar Bill Gates em cinco anos. O valor de mercado da OGX é de cerca de R$ 36 bilhões, ou 8% do da Petrobrás, a empresa mais valiosa do País. A postura exibicionista e agressiva de Eike, rara entre empresários brasileiros, divide opiniões. Para alguns, ele é megalomaníaco e aventureiro. Para outros, a sua agressividade é típica dos homens visionários. Eike já declarou à revista Época Negócios que lê o jornal de 2015. O banqueiro José Olympio Pereira, diretor do Credit Suisse, que esteve à frente do IPO da MMX e da OGX, vê em Eike o empresário que melhor soube tomar partido da nova dinâmica do capitalismo brasileiro. “Ele sabe jogar o jogo do mercado e tem visão de longo prazo”, diz Pereira. Para ele, o sucesso do OGX é resultado de quatro fatores: petróleo a US$ 140, descobertas em série de petróleo na costa brasileira, as 22 licenças de exploração adquiridas no leilão, o time montado com profissionais de grande credibilidade e o hístórico de resultados das empresas do Eike. “O investidor que comprou os papéis da mineradora MMX há dois anos, quando ela abriu o capital, já multiplicou o dinheiro por seis. Ele mostrou uma criação de valor extraordinária”, diz o banqueiro. Uma das características de Eike é se cercar dos melhores profissionais em cada área. Para tirá-los das empresas onde estão, faz propostas irrecusáveis e ainda oferece bônus ou ações. Foi assim com Paulo Mendonça, que foi gerente de exploração e produção da Petrobrás por 34 anos, e Luiz Rodolfo Landim, outro alto executivo da Petrobrás e hoje presidente da OGX. Um de seus maiores estrategistas é o próprio pai, Eliezer Batista, ex-ministro de Minas e Energia no governo João Goulart, ex-presidente da Vale e hoje presidente honorário do grupo EBX. Por causa dessa íntima ligação, muitos dizem que ele teria sido privilegiado pelas dicas dada pelo pai. O empresário sempre negou a versão.&lt;br /&gt;&lt;a id="not27245" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Globo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Petróleo: ministro Lobão descarta décima rodada de licitação este ano&lt;br /&gt;Governo quer aguardar até que marco regulatório do setor seja alterado&lt;br /&gt;BRASÍLIA. O governo não pretende vender direitos de exploração de áreas petrolíferas no país enquanto não for alterado o marco regulatório do setor. Por esse motivo, decidiu não realizar este ano a décima rodada de licitações e dificilmente retomará em 2008 a oitava rodada, interrompida em 2006. - A décima não (será feita). E a oitava estamos decidindo nessa direção - disse o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, em entrevista à Reuters. O ministro refutou as críticas de que a interrupção do processo de licitações prejudicaria o setor e a imagem do país no exterior, argumentando que muitas áreas já licitadas ainda não foram exploradas devido às dificuldades que a indústria enfrenta com escassez de equipamentos e custos altos. - O que adianta fazer a licitação se as empresas não têm condições de explorar o petróleo neste momento? Não haverá perda para o Brasil em não licitar áreas agora. Isso nos dá tempo até o fim do ano para pensarmos no marco regulatório, para ver se vamos aumentar royalties e de participação especial. Acredito que não será preciso mudar a Constituição, mas tudo isso ainda está sendo visto. Para alterar o marco regulatório, o governo trabalha com duas opções. Ou modifica os percentuais pagos pelas empresas por meio de royalties e participações especiais, ou muda o sistema de concessão, o que demandaria alteração na lei. Sobre a opinião do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, que defende a mudança para um sistema de partilha, onde o governo fica com uma parte da produção, o ministro disse que não veria problema em criar uma estatal para implantar o sistema proposto. - Essa nova Petrobras que viesse a ser criada teria 100% de capital brasileiro e não teria o desejo de se projetar para o mundo, ficaria cuidando só do pré-sal e das áreas mais volumosas. Não vejo problema em criar uma nova estatal.&lt;br /&gt;&lt;a id="not27246" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Globo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Salários e tarifas ameaçam inflação em 2009&lt;br /&gt;Analistas já prevêem IPCA acima do centro da meta no próximo ano. Preocupação deu o tom de reunião com BC&lt;br /&gt;Luciana Rodrigues e Felipe Frisch&lt;br /&gt;Não só a inflação pode ficar acima do teto da meta este ano como, agora, os analistas já antecipam preocupações para 2009. Ontem, nas reuniões que a diretoria do Banco Central manteve com economistas de instituições financeiras, de centros de pesquisa e de entidades empresariais no Rio, o centro das discussões foi o cenário para 2009. Após ouvir dos analistas paulistas, numa reunião na quinta-feira, que havia risco de a inflação superar 6,5% este ano - ou seja, furar o teto da meta - ontem o BC pôde perceber que as atenções estão cada vez mais voltadas para 2009. São dois os principais focos de pressão para o ano que vem: reajustes salariais (tanto do mínimo como dos demais trabalhadores) e preços administrados, incluindo combustíveis. - As discussões foram sobre 2009, se haveria ou não desaceleração da inflação. Não houve consenso, até porque a política monetária está aí para evitar que as coisas saiam dos trilhos - diz um economista que esteve no encontro com os diretores do BC Mario Mesquita (Política Econômica) e Mario Torós (Política Monetária). O presidente do BC, Henrique Meirelles, não participou da reunião. Ele veio ao Rio para o lançamento de moeda comemorativa pelos 200 anos da vinda da família real. Inflação e PIB elevarão reajuste do salário mínimo A avaliação é que, se as expectativas para o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA, usado na meta de inflação) para 2009 se deteriorarem muito, o BC terá que subir com mais intensidade a taxa de juros. No início do ano, o mercado projetava, em média, um IPCA de 4% para 2009. Agora, a expectativa é de 4,6% - acima do centro da meta, de 4,5%. Segundo um economista presente à reunião no Rio, uma grande preocupação é que, a partir de 2009, o reajuste do salário mínimo será feito com base num novo critério: a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior, somada ao crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma de bens e serviços produzidos pelo país) nos dois anos antecedentes. No caso, para 2009, a média de 3,7% e 5,8% da variação do PIB em 2006 e 2007, respectivamente, mais cerca de 7% do INPC deste ano, segundo estimativas. - O INPC virá mais alto este ano, pois é concentrado em alimentos. Provavelmente, vamos ter um salário mínimo com aumento muito forte no ano que vem, podendo bater na Previdência - diz o economista. O professor da PUC-Rio Luiz Roberto Cunha, especialista em inflação, lembra que o reajuste do mínimo pode ser ainda maior que o previsto em lei, porque haverá pressões políticas diante da forte alta da cesta de compras nos últimos meses. Além disso, outros trabalhadores, de diferentes categorias, estão obtendo reajuste acima da inflação. E há escassez de profissionais qualificados no mercado, o que pode elevar mais os salários. - Poderá haver um pouco da espiral preço-salário em 2009 - diz Cunha. Há ainda o risco de um novo reajuste de combustíveis, diante da forte alta do petróleo no mercado internacional. Para o fim deste ano, após as eleições municipais, deverá haver uma rodada de reajuste nas tarifas de transportes públicos, já que o preço do diesel subiu e este custo não foi repassado. Fiel da balança será preços de alimentos Cunha acredita que o fiel da balança para a inflação em 2009 será o preço dos alimentos: - Mas esta é uma incógnita. Ninguém sabe se teremos um novo choque agrícola em 2009. E, se os alimentos caírem, darão uma contribuição importante para conter a inflação. O economista Carlos Thadeu de Freitas Filho, da SLW Asset, prevê inflação de 5% em 2009. Isso levando em conta que os preços de alimentos ficarão estáveis ou subirão pouco. Freitas lembra que as tarifas de telefonia e energia também podem pressionar a inflação: - Só os preços administrados devem subir, no mínimo, 5% em 2009.&lt;br /&gt;&lt;a id="not27247" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Globo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Brasileiros presos em Paris podem chegar a 53&lt;br /&gt;Governo brasileiro diz estar preocupado com operações da polícia francesa contra quadrilha&lt;br /&gt;O número de brasileiros presos em Paris na terça-feira, acusados de explorar compatriotas em troca de alojamentos insalubres, pode chegar a 53. De acordo com nota publicada na quinta-feira pelo Ministério das Relações Exteriores, o governo brasileiro está preocupado com as operações realizadas pela polícia francesa, que mobilizou 320 policiais em 17 cidades do país. O Itamaraty afirma que são cerca de 53 brasileiros - e não 13, como divulgado anteriormente - acusados de falsificação de documentos e outros delitos. Alguns deles já teriam sido liberados. Segundo o comunicado, o governo francês informou que alguns detidos serão deportados para o Brasil, já que estavam em situação ilegal no país. O Itamaraty, no entanto, diz que está em contato com o Consulado-Geral em Paris para garantir "tratamento justo e digno" para os brasileiros envolvidos no esquema. A operação de terça-feira tinha como objetivo desbaratar a quadrilha, que, segundo comunicado da polícia francesa, explorava a miséria humana. Primeiro os brasileiros ajudavam compatriotas a se instalarem na cidade, depois forneciam alojamentos com péssima higiene. No total, cerca de 80 pessoas foram presas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-7705662698390988627?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/7705662698390988627/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=7705662698390988627&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/7705662698390988627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/7705662698390988627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/06/foras-armadas-tm-3.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-3679129352792489517</id><published>2008-06-12T19:16:00.000-07:00</published><updated>2008-06-12T19:18:06.862-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Brasil abissal&lt;br /&gt;Cientistas começam a estudar criaturas das profundezas do Atlântico Sul&lt;br /&gt;Carlos Albuquerque&lt;br /&gt;Celacantos não provocam maremotos e até recentemente acreditava-se que tais peixes haviam desaparecido há 65 milhões de anos. Hoje, sabe-se que ainda existem populações desses fósseis vivos na costa da África e da Indonésia. Outros animais que parecem vindos da pré-história também habitam as profundezas dos oceanos — e a grande maioria é desconhecida. Para lançar luz no assunto, cientistas de Europa, África, Oceania e toda a América do Sul se reúnem no próximo fim de semana em Piriápolis, no Uruguai. O objetivo é estender para o Atlântico Sul o projeto Mar-Eco, que faz o levantamento da biodiversidade das montanhas submarinas do Atlântico Norte, entre a Islândia e os Açores.— O Mar-Eco é um projeto que estuda o mar profundo, mais especificamente uma estrutura geológica, que são as cadeias meso-oceânicas — explica o biólogo José Angel Alvarez Perez, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), de Santa Catarina, que lidera o projeto para o Atlântico Sul. — Seu objetivo é estudar essas montanhas de dois mil metros de altura que existem no fundo do Atlântico. A primeira etapa foi o Atlântico Norte e já está quase concluída. Planejamos estender o estudo para o Atlântico Sul. De acordo com Alvarez Perez, o encontro vai discutir estratégias para investigar o Atlântico Sul.— É uma questão que envolve investimentos, recursos tecnológicos e vontade política — diz ele. — É preciso usar embarcações adaptadas para pesquisas em áreas profundas, que não existem no Brasil, além de equipamentos de ponta, como robôs subaqúaticos, submarinos teleguiados e sonares de última geração. Muitos desses equipamentos têm que ser negociados com outros países Mais de dez mil espécies reveladas O Mar-Eco é um dos 17 projetos paralelos do Censo da Vida Marinha, um estudo internacional, iniciado em 2000, envolvendo 1.700 cientistas de mais de 70 países. Mais ambiciosa empreitada para revelar a biodiversidade dos oceanos, sua meta é fazer um inventário de toda a vida no mar, onde se conhece apenas 230 mil espécies — muito pouco, pois estimase que existem dois milhões de espécies ainda desconhecidas.Orçado em US$ 1 bilhão, o projeto foi financiado pela Fundação Alfred P. Sloan uma organização sem fins lucrativos — e por diversos governos. Seu objetivo é ou era — ter esse levantamento concluído em 2010. — O censo era para ficar pronto em 2010, mas esse prazo ainda é incerto — diz Alvarez Perez. — O que se sabe é que os financiadores querem em 2010 uma síntese do que foi encontrado. Mas existe uma negociação para a ampliação do censo. Até agora, o Censo da Vida Marinha já revelou mais de 12 mil espécies novas, embora os números ainda não sejam oficiais. Algumas parecem saídas de um romance de Júlio Verne — como uma lula gigante, encontrada por pesquisadores da Flórida, em 2004. Outras espécies são ainda mais bizarras, principalmente as que vivem nas profundezas, a mais de três mil metros, como explica o biólogo: — As formas de vida que habitam essas profundidades têm características diferentes daquelas da superfície. Elas eram classificadas como remanescentes de tempos passados, mas hoje sabemos que é exatamente o contrário. São formas novas, que se adaptaram àqueles ambientes. Por causa da falta de luminosidade, muitas têm o corpo coberto por células de luz. O biólogo lembra que o censo é importante também para que se conheça melhor os recursos marinhos, num momento em que os oceanos sofrem com a sobrepesca. — Uma das motivações do censo é criar um alerta geral sobre essa situação. Conhecendo mais sobre a vida marinha podemos saber como explorá-la de forma controlada. A tendência da indústria pesqueira é ir cada vez mais em direção às águas profundas. Precisamos saber até onde pode ir esse avanço.&lt;br /&gt;&lt;a id="not27190" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Globo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tupi: produção equivalerá a 27% do total do país&lt;br /&gt;Segundo diretor da Petrobras, a partir de 2015 serão pelo menos 500 mil barris diários de petróleo&lt;br /&gt;Ramona Ordoñez&lt;br /&gt;A área de Tupi em águas ultraprofundas, abaixo da camada de sal descoberta pela Petrobras no ano passado na Bacia de Santos, estará produzindo pelo menos 500 mil barris diários de petróleo a partir de 2015 até 2020. Isso equivale a cerca de 27% da produção atual do país, que é de 1,85 milhão de barris diários. A informação foi dada ontem pelo diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, ao explicar que, nessa primeira fase de desenvolvimento de Tupi - com reservas avaliadas entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo -, deverão ser instalados entre cinco a seis sistemas (navios-sonda) com capacidade de cem mil barris por dia cada um. - Se forem cinco sistemas, será em torno de 500 mil barris por dia. Mas, por enquanto, são apenas estimativas - destacou Estrella, que fez palestra ontem no Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP) sobre o desenvolvimento dos campos que a companhia está descobrindo no pré-sal em Santos. Para conhecer melhor os reservatórios e as condições de produção, a Petrobras vai iniciar os testes de longa duração em Tupi em março do próximo ano, com a instalação de um navio-sonda com capacidade para produzir 30 mil barris por dia. A companhia, segundo Estrella, já está fazendo licitação para construir uma plataforma com capacidade para produzir cem mil barris por dia de petróleo e 3,5 milhões de metros cúbicos de gás natural a partir de 2010 no projeto-piloto. O diretor evitou falar o volume de investimentos necessário para os testes de longa duração e o projeto-piloto de Tupi. Estrella informou, contudo, que somente para perfuração de cerca de 12 poços será gasto US$1 bilhão.&lt;br /&gt;&lt;a id="not27194" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;O Globo&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Índice do MEC revela educação de baixa qualidade&lt;br /&gt;Médias de escolas públicas e particulares, em 2007, ficaram abaixo de 5; apenas Distrito Federal e Paraná atingiram 5&lt;br /&gt;Demétrio Weber&lt;br /&gt;BRASÍLIA. O mais recente Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), principal indicador de qualidade do país, divulgado ontem pelo Ministério da Educação, mostra que o ensino brasileiro foi reprovado. Na escala de 0 a 10, as médias nacionais ficaram abaixo de 5. Os dados são de 2007 e refletem o conjunto das médias de escolas públicas e particulares. No ensino fundamental, o Ideb das séries iniciais (1ª a 4ª série), o equivalente ao antigo primário, foi 4,2. Nas séries finais (5ª a 8ª série), ficou em 3,8 e, no ensino médio, em 3,5. Apenas o Distrito Federal e o Paraná conseguiram 5 no Ideb. Ainda assim, somente de 1ª a 4ª série (ou do 1º ao 5º ano, onde esse nível de ensino já dura nove anos). Em São Paulo, estado que teve o mais alto Ideb nas séries finais (5ª a 8ª ou 6º ao 9º ano), a média não passou de 4,3. No ensino médio, o Paraná liderou com nota 4. O Ideb leva em conta o índice de aprovação dos estudantes e o desempenho numa avaliação nacional: a Prova Brasil, no caso das escolas urbanas de ensino fundamental; ou o Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica), nas escolas rurais e de ensino médio. As médias nacionais nas provas de leitura e matemática, com escala até 10, também ficaram abaixo de 5. Os alunos da 4ª série tiveram o melhor desempenho: 4,9. Os da 8ª série, 4,7, e os do ensino médio, 4,4. O Ideb foi criado tendo como parâmetro o desempenho dos alunos de países desenvolvidos num teste da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), em 2003. A nota média desses países no exame da OCDE equivale a 6 no Ideb. Ciente de que o Brasil está uma geração atrasado em relação ao mundo desenvolvido, o MEC estabeleceu como meta que as séries iniciais do ensino fundamental atinjam a média 6 em 2021. As séries finais deverão chegar lá em 2025. E o ensino médio, só em 2028. Os resultados divulgados ontem misturam o desempenho de alunos da rede pública, inclusive dos colégios federais que tiram as notas mais altas, e das escolas privadas. O MEC minimiza o impacto das redes privada e federal, que representam 10% das matrículas. As notas por esfera administrativa, por município e por escola serão divulgados nos próximos dias. Na comparação com 2005, médias melhoraramA divulgação do Ideb de 2007 permitiu comparar a evolução em relação a 2005, primeiro para o qual o Ideb foi calculado. Nesse caso, o índice melhorou nos três níveis, superando não só as submetas de 2007 como atingindo os patamares traçados para 2009. A maior elevação ocorreu nas séries iniciais do ensino fundamental, cujo Ideb foi de 3,8 para 4,2. Nas séries finais, o índice aumentou de 3,5 para 3,8 e, no ensino médio, de 3,4 para 3,5. Minas Gerais foi o único estado que não atingiu a meta do Ideb para 2007 nas séries iniciais. Nas séries finais, só o Amapá e o Pará que não. No ensino médio, dez estados também não conseguiram, entre eles Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo. Por outro lado, nove estados alcançaram as metas de 2009 nos três níveis: Paraná, Mato Grosso do Sul, Acre, Ceará, Mato Grosso, Tocantins, Paraíba, Maranhão e Amazonas. O Ideb orienta o Plano de Desenvolvimento da Educação, lançado em abril de 2007.&lt;br /&gt;&lt;a id="not27176" name="not1"&gt;&lt;/a&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2007/sinopse.htm#topo"&gt;            &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Empresas com áreas no pré-sal deverão negociar projetos&lt;br /&gt;Cláudia Schüffner&lt;br /&gt;A mais famosa é a área de Tupi, mas está cada vez mais claro que existem outras áreas com imenso potencial de petróleo e gás abaixo de uma espessa camada de sal, cuja identificação mais completa só agora começa a sair dos círculos mais fechados da indústria. A empresa High Resolution Technology &amp;amp; Petroleum (HRT), especializada em pesquisa de sistemas petrolíferos, fez um mapa que permitiu que fossem calculadas as reservas e a localização de estruturas do pré-sal, tomando como base dados sísmicos, geológicos e geoquímicos de todo o pré-sal das bacias do Espírito Santo, Campos e Santos. O geólogo Márcio Mello, presidente da HRT estima potencial de reservas de 50 a 70 bilhões de barris de óleo e gás, número parecido com o da Petrobras.Uma olhada atenta no potencial do pré-sal (com suas localizações) revela um problema pouco falado até agora: as reservas gigantescas se estendem por diferentes blocos já concedidos para diferentes empresas privadas, e algumas vezes se estendem também para áreas que ainda pertencem à União - porque não foram licitadas e por isso não são objeto de concessão.Essa situação vai exigir que as empresas que receberam a concessão destes campos negociem para chegar a um acordo sobre o projeto de desenvolvimento da produção de petróleo e gás no local, assim como os investimentos previstos, para impedir que uma companhia "drene" a reserva de outro bloco. No mercado de petróleo, isso se chama "unitização".Essa situação está prevista na Lei do Petróleo (9.478/97). Ela diz que "quando se tratar de campos que se estendam por blocos vizinhos, onde atuam concessionários distintos, deverão eles celebrar acordo para individualização da produção". Trata-se do Acordo de Unitização (unitization agreement) e caso a União seja parte, será representada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Caso os sócios não cheguem a um acordo em prazo estipulado pela agência reguladora, o parágrafo único do artigo 27 da lei diz que caberá à ANP determinar, "com base em laudo arbitral, como serão eqüitativamente apropriados os direitos e obrigações sobre os blocos, com base nos princípios gerais de direito aplicado".Negociar uma unitização é comum inclusive entre países quando os campos se estendem por fronteiras. No Brasil somente um acordo foi firmado até agora, entre a pequena Aurizônia e a Petrobras, para individualização da produção no campo de Lorena (antigo BT-POT-10) no Rio Grande do Norte. Segundo fontes ouvidas pelo Valor, outros três estão em negociação, entre Petrobras e os sócios do BC-2 (a francesa Total); do BC-10 (Shell) e do BM-CAL-4 (envolvendo além da estatal a El Paso e a Queiroz Galvão).O mapa da HRT indica que próximo à área de Tupi há outro reservatório gigante que faz parte de um sistema petrolífero único, apelidado de "Pão de Açúcar" por um analista e chamado de Iguassú na Petrobras. As perfurações feitas no local até agora confirmam o que as sísmicas apontavam: foram encontrados os "prospectos" (nome dado a reservatórios ainda não declarados comerciais) de Caramba, Bem-Te-Vi, Carioca e Guará , todos operados pela Petrobras. Um bloco vizinho, o BM-S-22, é operado pela Exxon (40%) tendo como sócios a Hess (40%) e a Petrobras (20%) e começará a ser perfurado dia 19 de agosto. Os levantamentos da HRT apontam que o bloco da Exxon está quase todo dentro do "Pão de Açúcar". Mas a reserva se estende até muito mais longe do que os limites do bloco.Os primeiros resultados deverão ser conhecidos dois meses depois do início da perfuração e a expectativa é de volumes gigantescos. Márcio Mello diz que os estudos feitos até agora indicam que só ali podem existir algo próximo a 40 bilhões de barris de petróleo. Somente as reservas que ainda são em áreas da União são estimadas entre 8 e 12 bilhões de barris por Mello. Foi essa área que rendeu a polêmica envolvendo o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, que mencionou a existência de 33 bilhões de barris no local, citando um artigo da publicação "World Oil".Confirmadas as suspeitas de que o Pão de Açúcar é um complexo envolvendo vários reservatórios conectados, ele será maior do que a área de Tupi, "várias vezes" segundo Mello, dada a profundidade maior. Tupi tem entre 5 a 8 bilhões, sendo que o maior volume vai depender da confirmação da existência de outros dois campos embaixo do que já foi confirmado pela Petrobras. José Formigli, gerente executivo da área de exploração e produção da Petrobras para o pré-sal, explica que os dois reservatórios embaixo têm características diferentes do primeiro.Os cálculos da HRT foram baseados em modelos tridimensionais de sistemas petrolíferos e sísmica 3D da CGG-Veritas. Com eles a empresa fez o projeto de quantificação das reservas do chamado "cluster" da bacia de Santos. O mapa, do qual a HRT retirou alguns dados considerados sigilosos pela empresa, está ao lado.Se o complexo Pão de Açúcar tiver reservatórios conectados englobando quatro blocos com sócios diferentes, essas empresas terão que discutir a unitização. É isso que prevê a Lei do Petróleo. A discussão, se necessária, envolverá Petrobras, BG, Repsol, Exxon, Hess, Galp (que controla a Petrogal) e a Partex, empresa que pertence à portuguesa Fundação Calouste Gulbenkian. De modo geral, a agência reguladora deve intervir em uma unitização apenas se as partes não chegam ao consenso.Existe, contudo, questões legais que ainda não estão claras. Uma delas é o que fazer com áreas que ainda estão sem concessão e estão em poder da União dentro da faixa pré-sal. Ontem, o próprio diretor de exploração e produção da Petrobras, Guilherme Estrella, mencionou o assunto em palestra no Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) dizendo que a continuação de alguns reservatórios para dentro de áreas da União vai ser "uma complicação", referindo-se às negociações que serão necessárias. Mas completou dizendo que a ANP "tem todos os instrumentos" para regularizar a questão.Consultada sobre o tema, a ANP informa que a "legislação existente prevê que cada operador deve avaliar a parte da jazida que está em seu bloco e informar à agência que a mesma extrapola para o bloco de operador vizinho. O operador vizinho deve fazer o mesmo procedimento de avaliação da jazida na parte que lhe cabe. Isto feito é iniciado o processo de unitização entre as partes. A ANP deve participar do processo e em caso de impasse deverá agir". Por conseguinte, continua, "quando a jazida se estende para uma área da União a idéia é que a mesma participe do processo como se operador fosse, através da ANP". Ainda segundo a agência, os procedimentos para unitização da área estão em análise. "Há um grupo estudando o assunto e deverá sair uma nova regulamentação para tal". Mas isso, segundo a ANP, não vale para o pré-sal.O advogado Alexandre Chequer, do escritório Tauil, Chequer &amp;amp; Mello, associado à Thompson &amp;amp; Knight LLP, acha que no caso das áreas de Tupi e dos blocos do Pão de Açúcar a atual legislação estabelece dois caminhos. "Ou a ANP licita a área da União ou ela negocia a unitização como parte, representando o Estado", afirma ele.Sonia Agel, ex-procuradora-geral da ANP, tem a mesma opinião. "Licitar é o caminho dentro da lei. Seria o mais convencional a fazer. Mas também não vejo dificuldade de se fazer um acordo entre as partes desde que a União seja devidamente compensada", afirma ela. A interpretação da ANP diverge de todas as anteriores.A Agência entende que a Resolução nº 6 do CNPE - que retirou os blocos do pré-sal da 9 ª Rodada - determina, em seu artigo nº 4, que o Ministério de Minas e Energia avalie, no prazo mais curto possível as mudanças necessárias no marco legal que contemplem um novo paradigma de exploração e produção de petróleo e gás natural na área do pré-sal. "Por conseguinte, no que diz respeito ao pré-sal, não há nada de estabelecido com relação à unitização", informa a ANP respondendo ao Valor. A interpretação causou estranheza no ex-diretor da ANP, John Forman. "A resolução estabeleceu apenas um prazo para o novo marco legal, o que ainda não aconteceu. Consequentemente, para o pré-sal ainda prevalece a 9.478", afirma ele.Não é difícil imaginar como essa área seria disputada se fosse a leilão. Por enquanto e até ordem contrária, a 8ª Rodada da ANP não será retomada e a 10ª não será realizada esse ano, pela primeira vez desde a criação da ANP. A decisão será do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), presidido pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.Chequer aponta problemas caso a área fique nas mãos do Estado. Entre eles a responsabilidade pela comercialização do petróleo e a origem dos recursos para investimentos. "Isso (investimento) não é objeto da ANP, criada para contratar e fiscalizar atividades de exploração e produção", diz Chequer.O assunto surge em meio às incertezas lançadas sobre o setor de petróleo a partir das discussões sobre aumento da tributação e mudança do modelo - de concessão para a partilha de produção. Este último é defendido para o pré-sal pelo presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli. Caso esse modelo seja o escolhido, e a ANP já se manifestou contra, seria necessário definir que empresa estatal vai representar o governo nos contratos de partilha.A Petrobras gostaria de ser essa empresa, mas os contrários lembram que a União tem só 32,2% do capital total da companhia, detendo o controle através de 55,7% das ações ordinárias. O restante está nas mãos da BNDESPar, de estrangeiros detentores de ADRs na bolsa de Nova York e outros acionistas privados, que seriam indiretamente beneficiados por essa cessão de recursos minerais que são um bem público.Ontem, o diretor de exploração e produção da Petrobras, Guilherme Estrella afirmou ontem que a empresa poderá produzir entre 2015 e 2020 pelo menos 500 mil barris diários de petróleo no campo de Tupi. Hoje a estatal produz por volta de 2 milhões de barris de petróleo por dia no país. De acordo com o diretor, a empresa colocará pelo menos cinco navios plataformas (FPSOs) produzindo na área a partir de 2015. Atualmente, a Petrobras possui três sondas explorando os blocos do pré-sal, mas Estrella disse que no próximo ano mais duas sondas chegarão para uso somente em Tupi, e uma terceira chegará em 2010.Estrella estima que só nos poços do teste de longa duração e do projeto piloto, o consórcio que tem direito a exploração de Tupi (Petrobras, BG e Galp) vai gastar cerca de US$ 1 bilhão apenas com perfuração. José Formigli, evitou dar o custo total dos projetos, mas garantiu que tanto o teste de longa duração quanto o projeto piloto se sustentam mesmo com o barril de petróleo a US$ 35. Hoje a commodity fechou valendo mais de US$ 130. (Colaborou Rafael Rosas, do Valor Online)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-3679129352792489517?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/3679129352792489517/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=3679129352792489517&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/3679129352792489517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/3679129352792489517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/06/brasil-abissal-cientistas-comeam.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-7375939259022951672</id><published>2008-06-11T06:33:00.001-07:00</published><updated>2008-06-11T06:33:52.074-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Petróleo assusta o mundo&lt;br /&gt;Arábia Saudita propõe reunião de produtores e consumidores para debater preços. Bush quer explorar reservas no Ártico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cotação do petróleo da última sexta-feira, quando a commodity atingiu a máxima histórica de US$ 139,12 para fechar no nível recorde de US$ 138,54 o barril, acendeu sinal de alerta em países produtores e consumidores. Na tentativa de conter essa alta, a Arábia Saudita — maior produtora e exportadora de petróleo do mundo — promete convocar “em breve” uma reunião desses países para discutir a alta dos preços da commodity nos mercados internacionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, o presidente George W. Bush pediu ao Congresso que afrouxe as restrições impostas à exploração interna como forma de fazer frente à elevação dos preços internacionais da matéria-prima. Para os especialistas do mercado, uma queda no preço está praticamente descartada em curto prazo. Apesar da cotação ter recuado 3,02%, no pregão de Nova York, para US$ 134,35, a expectativa é de que “muito facilmente” o barril bata os US$ 150 ou até mesmo ultrapasse esta faixa e atinja US$ 200. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontro &lt;br /&gt;Segundo o ministro da Informação árabe, Iyad bin Amin Madani , as datas do encontro de produtores e consumidores ainda não foram definidas, mas há intenção de que representantes de companhias ativas de petróleo também participem. A convocação do encontro foi decidida durante reunião do Conselho de Ministros, realizada ontem em Riad e presidida pelo rei saudita, Abdullah bin Abdul Aziz, na qual o ministro considerou “injustificada” a constante alta dos preços do petróleo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O governo pediu ao ministro do Petróleo (Ali bin Ibrahim al-Naimi) para convocar uma conferência, em breve, dos estados produtores e consumidores e das firmas ativas na produção, exportação e venda do petróleo para debater as causas da alta dos preços e como resolver a questão de forma prática”, acrescentou. O ministro da Informação saudita insistiu em que a oferta no mercado “é suficiente”, e afirmou que seu país coopera com os demais membros da Organização Países Exportadores de Petróleo (Opep) e com outros produtores “para garantir a continuação do fornecimento no presente e no futuro”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também reafirmou que o reino wahhabista “trabalha para evitar a alta injustificada dos preços, que pode prejudicar a economia mundial, especialmente as economias dos países em vias de desenvolvimento”. A Arábia Saudita, assim como outros membros da Opep, reiterou em várias ocasiões que não era preciso aumentar a produção do cartel, ao considerar que a alta dos preços tem como causa questões geopolíticas, e que as provisões são suficientes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, o país anunciou em meados de maio o aumento de sua produção em 300 mil barris diários, em resposta aos pedidos de 50 clientes da nação, com o que a produção da Arábia Saudita chega agora a 9,45 milhões de barris diários. Além disso, o ministro do Petróleo afirmou em maio que Riad “responderá de forma imediata aos pedidos de seus clientes” para aumentar a produção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários membros da Opep, entre eles Venezuela, Irã e Emirados Árabes Unidos, reiteraram, no entanto, nas últimas semanas, que não pensam em realizar uma reunião da organização para estudar a situação no mercado antes de setembro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exploração &lt;br /&gt;Sem tempo para esperar por uma solução das arábias, Bush voltou a pressionar o Congresso a permitir a exploração de petróleo na Reserva Natural do Ártico e em outras áreas de preservação ambiental. Em declarações a jornalistas antes de embarcar para uma viagem à Europa, Bush admitiu que os preços dos combustíveis estão altos demais. Segundo ele, a exploração em reservas ambientais ajudaria o país “a atravessar esse difícil período encontrando mais suprimentos de petróleo, o que contribuiria para desfazer a pressão sobre o preço da gasolina”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defasagem chega a 30%&lt;br /&gt;A defasagem entre os preços internacionais do petróleo e os cobrados no país é de cerca de 30%, conforme cálculo do economista da LCA Consultores Raphael Castro. Para obter esse número, ele considerou o preço do petróleo em US$ 135 o barril em Nova York, e a cotação no último reajuste, de US$ 100 o barril, e o câmbio em R$ 1,65. “É (uma defasagem ) bem grande”, avalia Castro. Ainda assim, o economista não espera um reajuste tão cedo. “Há uma incerteza com relação à evolução dos preços (do petróleo)”, cita, explicando que a Petrobras tende a esperar uma acomodação dos preços nos mercados internacionais para reavaliar os preços domésticos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, Castro já vê sinais de pressão dos preços internacionais sobre a economia doméstica. “Na indústria já tem pressão”, diz, citando o óleo combustível e o querosene industrial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Óleo de rochas &lt;br /&gt;A Petrobras vai realizar estudos conjuntos de viabilidade para o desenvolvimento de rochas betuminosas geradoras de óleo, no Estado de Utah, nos Estados Unidos. A parceria será desenvolvida com a Oil Shale Exploration Company (Osec) e com a empresa japonesa de investimentos Mitsui. A estatal informou que realizará um estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental testando o processo Petrosix, tecnologia patenteada pela companhia para extração de petróleo de rochas betuminosas. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             TODA MÍDIA&lt;br /&gt;Tupi e os nacionalistas&lt;br /&gt;Nelson de Sá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da entrevista de Guido Mantega ao "Financial Times", o jornal tirou ontem um segundo enunciado, de que os "Campos de petróleo do Brasil devem transformar sua economia". O governo fala em até 50 bilhões de barris nos novos campos, o que, somado às reservas atuais, faria do Brasil "o oitavo país em petróleo, ultrapassando a Rússia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, porém, a reportagem foca a "preocupação da indústria" quanto ao controle sobre os novos campos, ecoando pressões contra a "ala nacionalista do governo".&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Colômbia cobra ação de Chávez contra Farc&lt;br /&gt;Bogotá elogia chamado de presidente venezuelano pela libertação de reféns, mas quer cooperação no combate à guerrilha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Defesa da Colômbia, Juan Manuel Santos, comemorou ontem as declarações do presidente venezuelano, Hugo Chávez, que pediu a libertação incondicional dos reféns em poder das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), mas disse que o mais importante para liquidar a guerrilha é a colaboração dos vizinhos no combate aos "grupos terroristas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tomara que a atitude [de Chávez] se traduza em fatos", disse Santos, que comanda a política linha dura contra as Farc. E completou: "O que mais interessa é que os vizinhos nos ajudem a combater os grupos terroristas. Creio que é o mais importante para a nossa política. Se acontecer, significará que o fim das Farc está próximo. Se não, o fim pode se prolongar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bogotá cobra que os países da região considerem as Farc "terroristas" e que combatam os rebeldes em seus territórios. Há indícios da presença da guerrilha na Venezuela e no Equador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafeto de Chávez, com quem já trocou ataques, Santos negou-se a comentar detalhadamente a mudança retórica de Caracas para impedir que sua fala se tornasse "um obstáculo" para Chávez depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo dos EUA, aliado de Bogotá, reagiu em tom semelhante, mas enfatizou que Chávez deve se afastar das Farc. "Encorajamos a Venezuela a seguir as boas palavras com ações", disse o porta-voz do Departamento de Estado, Sean McCormack. "O governo deveria fazer todos os esforços para se distanciar de qualquer relação que possa ter com as Farc."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, o ex-senador Luis Eladio Pérez, libertado pelas Farc em fevereiro, disse ter informações de que a guerrilha voltará a soltar unilateralmente seqüestrados e não descartou que isso ocorra nesta semana. As libertações foram interrompidas em fevereiro, quando a guerrilha voltou a exigir a desmilitarização de uma área.&lt;br /&gt;Com agências internacionais &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Militar negociou com a guerrilha, confirma Caracas&lt;br /&gt;Fabiano Maisonnave&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo Hugo Chávez confirmou ontem que um dos venezuelanos detidos na Colômbia vendendo munição às Farc no sábado é o sargento do Exército Manuel Agudo Escalona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prisão de Escalona e de outro venezuelano identificado como Germán Castañeda Durán ocorreu no município de Puerto Nariño (leste), uma região pouco povoada perto da fronteira entre os dois países. Com eles, havia cerca de 40 mil cartuchos para fuzis AK-47.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o jornal "El Tiempo", a prisão só foi possível por causa da ajuda de dois ex-guerrilheiros das Farc, que concordaram em auxiliar as autoridades colombianas em troca de proteção e de entrarem no programa de desmobilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ser preso no sábado, Escalona confessou que estava vendendo munição às Farc e se identificou como sargento, informação inicialmente desmentida por Caracas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, no entanto, o ministro do Interior venezuelano, Ramón Rodríguez Chacín, admitiu que Escalona é sargento do Exército, mas afirmou que ele havia participado do esquema sem saber do que se tratava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chacín disse que, pelo depoimento recebido de Bogotá, Escalona relatou ter sido contratado por uma pessoa para acompanhá-la fardado até a fronteira. O objetivo era atravessar ilegalmente o equivalente a R$ 380 mil em bolívares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O sargento alega que o levaram enganado. Ele entrou num barco do lado venezuelano e imediatamente após cruzar o rio se aproximaram pessoas que introduziram munições à embarcação (...), e logo apareceu uma comissão do governo e o prendeu", disse o ministro, tido como próximo às Farc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais novo incidente bilateral ocorre em meio a uma surpreendente mudança de posição de Chávez com relação às Farc, a quem vinha demonstrando simpatia. Em março, com a divulgação de relatos que Bogotá diz ter achado em laptops das Farc, aumentaram as suspeitas a proximidade do venezuelano com a guerrilha. Mensagens citam negociação para que Caracas emprestasse US$ 300 milhões às Farc e reuniões com militares do país.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Gasto militar global cresce 45% em dez anos&lt;br /&gt;No ano passado, despesa equivaleu a US$ 202 por habitante do planeta, afirma instituto financiado pelo governo sueco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os gastos militares mundiais tiveram um crescimento real de 45% nos últimos dez anos, afirma estudo divulgado ontem pelo respeitado Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (Sipri, na sigla em inglês). A tendência de expansão continua, afirma o instituto, financiado pelo governo sueco. Entre 2006 e 2007, o aumento médio dos orçamentos militares dos países foi de 6%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os analistas do Sipri citam as guerras americanas no Afeganistão e no Iraque e o aumento das despesas com defesa de Rússia e China entre os principais fatores que levaram ao crescimento dos gastos militares entre 1998 e 2007. A participação em forças de paz -61 operações foram conduzidas em 2007, o maior número desde 1999- é outra razão que explica a tendência, diz o Sipri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aumento entre 1998 e 2007 reverte tendência do decênio posterior ao fim da Guerra Fria, quando a redução do orçamento militar russo após a dissolução da União Soviética foi a principal responsável pela queda de um terço nos gastos militares globais entre 1988 e 1997, segundo o instituto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor destinado aos gastos com defesa em 2007 -estimado em US$ 1,339 trilhão- equivale a US$ 202 por habitante do planeta, calcula o Sipri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescimento e defesa&lt;br /&gt;O relatório destaca como uma marca do período "a confiança restaurada da Rússia e suas aspirações de status igual em questões de segurança", impulsionada pela subida do preço do petróleo e do gás, que encimam a pauta russa de exportações. Só em 2007 os gastos militares do país aumentaram 13% em relação a 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, diz o relatório, "a Rússia parece ansiosa para manter relações de cooperação com o Ocidente e não deve desafiá-lo com força excessiva".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China, que manteve crescimento anual médio próximo de 10% nos últimos anos, também usou parte dessa renda em seus gastos militares, que triplicaram em termos reais entre 1998 e 2007, diz o Sipri. Mas as despesas ainda correspondem a apenas 2,1% do PIB (Produto Interno Bruto) chinês, uma proporção considerada "moderada", menor do que a média mundial, de 2,5% do PIB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os gastos militares americanos atingiram em 2007 o nível mais alto em termos absolutos desde a Segunda Guerra Mundial, embora não em relação ao PIB do país. Após um período de crescimento moderado, o orçamento do Pentágono aumentou rapidamente a partir de 2001, quando teve início a chamada "guerra ao terror", após os atentados do 11 de Setembro, e já é 59% maior do que naquele ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora as operações no Iraque e no Afeganistão respondam pela maior parte do crescimento, o relatório aponta um inchaço do "orçamento básico" do Departamento da Defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Sipri, avanços no controle global de armamentos dependerão, em grande medida, da transição de poder no país a partir das eleições presidenciais de novembro. Os EUA, país que mais exporta armas, são responsáveis por 45% dos gastos militares mundiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exportações de armas&lt;br /&gt;Segundo o relatório do Sipri, as transferências internacionais de armas -por meio de venda, convênios e acordos de cooperação- aumentaram 7% entre 2002 e 2006. Estados Unidos, Rússia, França, Reino Unido e Alemanha são responsáveis por 80% das transações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os principais compradores de armas entre os anos de 2003 e 2007 estão a Coréia do Sul, a China, a Turquia, a Grécia, a Índia, Israel, a Arábia Saudita e a África do Sul. Na América do Sul, são citados entre os principais compradores a Venezuela e o Chile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil aparece na lista do Sipri com o 12º maior gasto militar do mundo -o relatório inclui todo o orçamento da defesa, incluindo aposentadorias e pensões militares-, mas não está entre os principais compradores de armamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China foi responsável pela compra de quase metade das armas vendidas pela Rússia entre 2003 e 2007, seguida de Índia, Venezuela e Argélia. A lista americana é liderada pela Coréia de Sul e por Israel, seguidos pelos Emirados Árabes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório chama a atenção para regiões capazes de alimentar o aumento dos gastos militares. Entre elas, o sul do Cáucaso, onde Armênia, Azerbaijão e Geórgia vêm usando as receitas do gás e do petróleo para comprar armas. A Arábia Saudita também reforçou sua defesa graças ao preço do petróleo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-7375939259022951672?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/7375939259022951672/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=7375939259022951672&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/7375939259022951672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/7375939259022951672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/06/petrleo-assusta-o-mundo-arbia-saudita.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-1486928501552625794</id><published>2008-06-05T09:21:00.000-07:00</published><updated>2008-06-05T09:22:47.880-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'> Petróleo com defesa nuclear&lt;br /&gt;O ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou ontem, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, que o Brasil usará submarinos nucleares e 50 navios-patrulha para proteger os campos marítimos de petróleo. O primeiro submarino nuclear brasileiro, contudo, só estará pronto em 10 anos, segundo ele, ao custo de R$ 1 bilhão. Jobim informou que o governo já tem parecer favorável da Organização das Nações Unidas (ONU) para estender as águas jurisdicionais brasileiras até 350 milhas, de forma a poder explorar novos campos petrolíferos. Jobim ressaltou que o submarino nuclear brasileiro não terá objetivos de ataque. &lt;br /&gt;Correio Braziliense RAPOSA SERRA DO SOL&lt;br /&gt;Jobim descarta risco à soberania&lt;br /&gt;Ministro da Defesa defende terras indígenas em fronteiras e acredita que julgamento no STF sobre a reserva ajudará a definir regime jurídico para o tema&lt;br /&gt;Leonel Rocha&lt;br /&gt;O Supremo Tribunal Federal (STF) deverá estabelecer definitivamente um regime jurídico para as terras indígenas brasileiras e compatibilizar a demarcação dessas terras com a faixa de fronteira. Essa é a expectativa do ministro da Defesa, Nelson Jobim, com relação ao julgamento da ação do governo de Roraima contra a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol em áreas contínuas no nordeste do estado. Jobim revelou seu desejo ontem, durante depoimento na Comissão de Defesa Nacional da Câmara para tratar da questão. A análise da Corte está prevista para julho. &lt;br /&gt;O ministro descartou qualquer risco à soberania brasileira o fato de a área em Roraima ter sido demarcada na fronteira norte brasileira. Jobim lembrou que outra reserva, a dos Yanomamis, também se localiza na fronteira com a Venezuela e não houve, na ocasião, nenhum questionamento sobre a soberania brasileira. “Se a propriedade privada na fronteira não ameaça a soberania, por que a terra indígena provocaria isso?”, indagou o ministro. &lt;br /&gt;Ele disse que, além do regime jurídico e da compatibilização da demarcação das reservas com o trabalho das Forças Armadas nas fronteiras, o Supremo também explicitará que área de usufruto de tribos indígenas estão submetidas às leis brasileiras, inclusive as ambientais, e outras que garantem a permanência das Forças Armadas nessas regiões. “Terra indígena não está imune à ação das Forças Armadas”, reafirmou Jobim. O governo está estudando a ampliação do número de pelotões de fronteira em terras indígenas da fronteira norte. &lt;br /&gt;Jobim reafirmou que a questão indígena na Amazônia tem de ser tratada como um assunto nacional. “Essa agenda tem que ser do Brasil e não ditada por interesse internacional”, defendeu. Ele alertou que conflito indígena também se resolve com assistência do Estado. E lembrou os índios guaranis e caioás, do Mato Grosso, que sofrem graves problemas de saúde e carecem de assistência. “O problema indígena não é só terra”, comentou Jobim &lt;br /&gt;Ridículo &lt;br /&gt;Jobim classificou de “dilema ridículo” a discussão que coloca como opositores ambientalistas que desejam transformar a Amazônia em um parque e os chamados desenvolvimentistas, que defendem a derrubada da floresta para implantar projetos agropecuários. O ministro defendeu a adoção, pelo governo, de um modelo de integração das comunidades indígenas com a sociedade “branca”. Ele considerou o conflito que atinge o Congresso como “equivocado”. &lt;br /&gt;Sobre a participação de organizações não-governamentais, o ministro defendeu a verificação e a pertinência da atuação de cada uma delas no Brasil. “O fato de ser uma ONG não significa um salvo conduto para entrar no Brasil. Precisamos saber de onde veio, por que veio e quem paga para ela estar no Brasil”, disse Jobim. &lt;br /&gt;Correio Braziliense BRASÍLIA-DF&lt;br /&gt;O petróleo é nosso&lt;br /&gt;Luiz Carlos Azedo e Guilherme Queiroz&lt;br /&gt;Subiu no telhado a 10ª rodada de licitações de áreas exploratórias pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), prevista para este ano. O órgão aguarda definição do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Se passar da segunda quinzena de julho, não haverá tempo hábil para publicação do edital e realização do leilão. Também foi para o telhado a reabertura da 8º Rodada, suspensa em 2006 por ordem judicial, que o governo não sabe se abre e fecha para validar a concessão de blocos já leiloados ou dá continuidade ao leilão sem incluir a camada de pré-sal da bacia de Santos. &lt;br /&gt;O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, joga pesado para evitar o leilão. É um nacionalismo de conveniência para os negócios da estatal, que acaba de encomendar a construção de 12 sondas-plataformas no exterior, quando a orientação do governo é construí-las no Brasil. A propósito, a empresa ainda não sabe o que fazer com o gás do Campo de Tupi, entre março e novembro, por atraso na execução do cronograma de produção. &lt;br /&gt;Correio Braziliense FUNCIONALISMO&lt;br /&gt;Reajuste sai, não se sabe quando&lt;br /&gt;Dificuldades para rodar a folha suplementar dos servidores do Executivo contemplados com aumento deixa indefinida a data do pagamento. Ministro do Planejamento garante depósito ainda este mês&lt;br /&gt;Luciano Pires&lt;br /&gt;O projeto de lei que abre crédito extraordinário no valor de R$ 7,5 bilhões — para o pagamento do reajuste de servidores — e que substituirá a Medida Provisória 430 está parado no Congresso Nacional desde o dia 27 de maio, data em que chegou ao Senado. Por causa do embate político em torno da criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS) — a nova Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) — tanto as lideranças da base aliada como as da oposição deixaram o assunto de lado e sem perspectiva de ser votado nesta ou na próxima semana. &lt;br /&gt;Apesar do discurso reforçar justamente o contrário, o governo não tem pressa em aprovar a proposta. Como a MP está em vigor, em tese, não há risco do reajuste autorizado aos 800 mil civis de 17 categorias do Executivo federal cair. Há tempo suficiente para que os parlamentares a aprovem, já que o texto tem validade até o fim de setembro — contando com o recesso parlamentar do meio do ano. No momento, o governo prefere se dedicar a resolver problemas mais urgentes. &lt;br /&gt;O principal deles é definir a forma como o aumento será pago ao funcionalismo. A expectativa era que a folha suplementar fosse paga esta semana, próxima a data normal do depósito dos salários. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, admite dificuldades momentâneas em rodar a folha adicional. Segundo ele, o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) trabalha em ritmo acelerado, mas devido ao grande volume de processos, não tem conseguido ajustar as dezenas de tabelas remuneratórias no ritmo desejado. “O pessoal do Serpro está sobrecarregado fazendo as mudanças, fazendo os testes”, afirmou Bernardo. &lt;br /&gt;O contratempo, no entanto, não preocupa o Ministério do Planejamento. Paulo Bernardo justificou que, independentemente dos obstáculos, as carreiras receberão os aumentos ainda em junho. “Há uma decisão de pagar neste mês, mas não sabemos se será por folha suplementar. As pessoas vão receber, podem receber talvez só no fim do mês”, completou. Em resposta à tese levantada pelo ministro, servidores do Serpro ouvidos pelo Correio negaram a sobrecarga de trabalho ou problemas técnicos na confecção da folha salarial extra. &lt;br /&gt;Enquanto uma parte do funcionalismo aguarda o aumento, outra ainda tenta fechar acordos com o governo. Ao todo, 300 mil pessoas das mais variadas áreas do Executivo esperam ser incluídas na segunda medida provisória que vai reestruturar carreiras e garantir ganhos no contracheque. Nesse grupo estão incluídos os servidores do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit), os administrativos do Ministério da Fazenda e os da Ciência e Tecnologia, os administrativos da Advocacia-Geral da União (AGU) e os do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). &lt;br /&gt;A data limite para a assinatura dos acordos que restam é sexta-feira, dia 13. Informalmente, técnicos e representantes dos servidores estabeleceram esse prazo como o mais adequado para a conclusão das negociações. O envio da nova MP à Casa Civil deverá acontecer no dia 16. As carreiras de Estado, além dos auditores-fiscais da Receita Federal e dos servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) também esperam ser beneficiadas.&lt;br /&gt;Troca da MP atende STF&lt;br /&gt;A decisão de trocar a MP 430 por projeto de lei foi tomada em maio depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou, pela primeira vez na história, uma medida provisória editada pelo presidente da República que liberava créditos extraordinários. Embora forçada, a mudança de estratégia expôs divergências dentro do governo e entre parlamentares da base aliada. &lt;br /&gt;Paulo Bernardo foi um dos que mais protestou. Temendo pelos reajustes, o ministro do Planejamento insistiu para que a medida provisória não fosse retirada do Congresso Nacional até que se aprovasse o projeto de lei. Afinal, o acordo com os servidores custou muita negociação. E o processo ainda não acabou: muitas categorias ainda devem ser brindadas por aumentos em outras MPs, como os auditores fiscais que passaram mais de 50 dias em greve. &lt;br /&gt;Bernardo alertou o colega José Múcio, das Relações Institucionais, e o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), de que se a MP do crédito extraordinário saísse da pauta, a outra, que autorizava o pacote de reajustes, também teria de ser retirada. &lt;br /&gt;Prevaleceu, então, o bom senso. Depois de acertar com os deputados e senadores de oposição, o governo concordou em manter a MP e aprovar o PL em caráter de urgência. O problema é que nem isso bastou. Mesmo com toda a costura política e as promessas de aprovação rápida, os parlamentares acabaram “esquecendo” o PL em alguma gaveta. Sem querer, o presidente do Senado, Garibaldi Alves, acabou profetizando, no mês passado, o que está acontecendo agora. “Há uma firme disposição de aprovar esse projeto de lei no mesmo tempo, no mesmo prazo das medidas provisórias que tratam do aumento de salário”, disse à época. (LP)&lt;br /&gt;Correio Braziliense Os primeiros filhos do PAC&lt;br /&gt;Quarto balanço do Programa de Aceleração do Crescimento mostra obras concluídas. Liberação de recursos continua lenta&lt;br /&gt;Edna Simão&lt;br /&gt;Criado em janeiro do ano passado, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) continua com dificuldades de liberação de recursos para os projetos prioritários ao crescimento sustentável do país. Do orçamento previsto de R$ 15,77 bilhões, R$ 4,39 bilhões (27,83%) foram empenhados (reserva de recursos) e R$ 3,14 bilhões (19,9%) efetivamente pagos. Esse desempenho é ligeiramente melhor do que o do mesmo período do ano passado. O primeiro balanço quadrimestral do PAC mostrou que 20% dos recursos previstos para o primeiro ano do programa (R$ 9,5 bilhões) haviam sido empenhados até 30 de abril de 2007. &lt;br /&gt;O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, explicou que o desempenho só não foi melhor por causa da demora na aprovação do Orçamento Geral da União pelo Congresso Nacional. Ele ressalta, no entanto, que dos R$ 6,57 bilhões projetados para os cinco primeiros meses do ano foram empenhados 66,81% (R$ 4,39 bilhões. &lt;br /&gt;O presidente da Associação Brasileira de Infra-Estrutura e Indústria de Base (Abdib), Paulo Godoy, admite melhora no ritmo de liberações, mas considera que é possível um avanço maior. “O desafio, a partir de agora, é concentrar esforços na superação dos impedimentos que dificultam a execução dos orçamentos e dos cronogramas, tanto por parte do poder público quanto do setor privado, para que seja possível aumentar o ritmo das obras”, destaca. &lt;br /&gt;Uma das novidades do quarto balanço do PAC é que nele começam a aparecer dados de obras concluídas — 88 nas áreas de infra-estrutura logística e energética. São, conforme o texto de apresentação do programa, produzido pelo Comitê Gestor do Programas, os primeiros “filhos” do PAC que nasceram. Das 2.120 ações monitoradas no primeiro quadrimestre deste ano, 1.845 (87%) estão sendo desenvolvidas em ritmo adequado, sendo que 61% são obras em andamento que deverão “vir à luz” nos próximos meses. &lt;br /&gt;Estado preocupante &lt;br /&gt;Apesar desse quadro aparentemente positivo, várias obras estão paradas devido a questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU) ou por falta de licença ambiental. Tanto é que dezembro para abril, a quantidade de ações preocupantes permaneceu estável em 2%. Por outro lado, 87% estão andando em ritmo “adequado”, 6% merecem atenção e 5% estão concluídas. &lt;br /&gt;Uma das áreas em que há o maior número de obras em estado preocupante é a de aeroportos. Das oito ações prioritárias, três passaram a ser classificadas como preocupante por questionamentos do TCU — aeroportos de Vitória, Macapá e Guarulhos —. “Existem questionamentos relacionados, por exemplo, aos preços praticados. Consultamos o Ministério da Defesa e a Infraero e resolvemos classificar essas obras como preocupantes”, informa a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. &lt;br /&gt;Correio Braziliense PROTESTOS NO HAITI&lt;br /&gt;Multidão exige segurança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de mil pessoas se reuniram ontem em frente ao Palácio Nacional e ao Palácio de Justiça, em Porto Príncipe. Manifestantes de vários setores da sociedade reivindicaram o fim dos seqüestros e o tráfico humano. Um grupo de 12 pessoas gritava e estendia faixas pedindo a volta do ex-presidente, Jean-Bertrand Aristide, deposto do poder em fevereiro de 2004 (foto). Segundo o tenente coronel Silvestre, oficial de informações públicas do Batalhão de Infantaria da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah), “os soldados já tinham sido informados um dia antes de que haveria a manifestação naquela região e por isso reforçamos o local com três tanques de guerra”. Dados da ONU mostram que em 2006 foram registrados 500 seqüestros no país. Em 2007, o número caiu para 237. Somente no último mês de maio, ocorreram 30 seqüestros, 15 deles de crianças. &lt;br /&gt;Folha de São Paulo Internet espalha boato sobre internacionalização da floresta amazônica&lt;br /&gt;Um spam (uma mensagem não solicitada) que vem entupindo as caixas de entrada dos e-mails alerta sobre um plano para transformar a Amazônia em uma reserva internacional, citando como prova um suposto livro ("An Introduction to Geography", de David Norman) adotado em escolas dos Estados Unidos, no qual a Amazônia já aparece separada do Brasil.&lt;br /&gt;O spam traz a "horrorizante tradução" de um trecho do livro, segundo o qual "desde meados dos anos 80 a mais importante floresta do mundo passou a ser responsabilidade dos Estados Unidos e das Nações Unidas", já que os países que a controlavam eram "reinos da violência, do tráfego [sic] de drogas, da ignorância, e de um povo sem inteligência e primitivo".&lt;br /&gt;Esse livro não existe nas bibliotecas norte-americanas: basta consultar o site Worldcat (www.worldcat.org), que faz uma busca simultânea em mais de 10 mil bibliotecas, para constatar que se trata de uma obra fantasma. Todas as publicações comerciais dos EUA são registradas na Biblioteca do Congresso e tal livro não consta de seus arquivos. Tampouco pode ser encontrado em livrarias como a Amazon e a Barnes&amp;Noble.&lt;br /&gt;Existem vários autores com esse nome -o mais produtivo é um paleontólogo com vários livros sobre dinossauros-, mas nenhum deles escreveu sobre geografia.&lt;br /&gt;O inglês macarrônico da mensagem revela que o texto certamente não foi escrito por um norte-americano. Vários erros (padronização, grafia, concordância) sugerem que o autor da fraude é provavelmente um brasileiro com pouca fluência no idioma. A própria montagem é tão grosseira que a página 76 do livro, onde aparece o suposto mapa, fica do lado reservado às páginas ímpares.&lt;br /&gt;Apesar das evidências de fraude, o e-mail se disseminou a tal ponto que chegou a ser reproduzido em um clipping distribuído pela SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), em 2001 -o que obrigou a Embaixada do Brasil nos EUA a apontar a fraude. Apesar disso, o spam circula até hoje. &lt;br /&gt;Jornal do Brasil COLUNA GILBERTO AMARAL&lt;br /&gt;Noite de Reis e Rainhas&lt;br /&gt;O Palácio do Itamaraty viveu uma noite de Reis e Rainhas, durante a apresentação da peça “A Vinda da Família Real ao Brasil”, promovida em benefício da construção do Instituto do Câncer Infantil e Hospital Pediátrico de Brasília, obra da Abrace. Antes da encenação, uma apresentação do Quinteto de Cordas do Teatro Nacional, com direção musical do maestro Cláudio Cohen.&lt;br /&gt;Na mesa principal, o presidente em exercício José Alencar e dona Mariza, o governador José Roberto Arruda e Flávia, Inês Maria Neves, mãe do governador de Minas, Aécio Neves, dom João de Orleans e Bragança, Tetéia Casaes, Bertha Mendes de Souza, dona Lily Marinho e a ministra do Supremo, Ellen Gracie. Ao som da música da ópera Aida, um “Appeleve” anunciou a abertura oficial do buffet com apresentação triunfal de maitres vestidos de “libré” em veludo vinho, segurando abafadores de prata.&lt;br /&gt;Candelabros altíssimos nas mesas, lindos arranjos com frutas da época e de flores, são só alguns detalhes da magnífica decoração de Valéria Leão. O coquetel e jantar assinados pelo Adriana Buffef, nota 10. Se não bastasse a beleza que foi a noite “black tie”, as senhoras levaram de recordação um leque em madeira trabalhada no estilo imperial, um mimo de dona Mariza.&lt;br /&gt;Exército agirá com ou sem reserva, diz Jobim&lt;br /&gt;Ministro afirma que Lula só espera decisão do STF para enviar tropas às regiões de fronteira&lt;br /&gt;João Domingos&lt;br /&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aguarda apenas a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a legalidade ou não da demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, para determinar a instalação de pelotões de fronteira do Exército em toda a área fronteiriça do País - seja ela ocupada ou não por índios. A informação foi dada ontem pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, durante audiência na Comissão de Defesa Nacional e Relações Exteriores da Câmara.&lt;br /&gt;O ministro também informou que, atualmente, estão na Amazônia 21 mil homens do Exército. Sem definir números, ele enfatizou que a intenção de Lula é de que esse contingente cresça muito e que o sistema de defesa seja mais eficiente que o atual.&lt;br /&gt;“No nosso sistema estratégico de defesa, o Exército deverá ter mobilidade e monitoramento”, avisa Jobim. “O monitoramento nós já fazemos pelo céu. Agora, queremos os pelotões para atuar na parte de baixo das árvores, porque lá não é possível fazer o controle.”&lt;br /&gt;SOBERANIA&lt;br /&gt;Para Nelson Jobim, o propalado “conflito entre terra indígena e soberania nacional é um equívoco”, que foi “produzido pelo imaginário dos dois lados”. Na sua opinião, a demarcação de terras indígenas em zonas de fronteira não coloca em risco a soberania. Esse seria o caso da Raposa - uma área de 1,7 milhão de hectares, na fronteira do Brasil com a Guiana e a Venezuela, habitada por cerca de 17 mil índios. &lt;br /&gt;“De acordo com a Constituição, as terras indígenas pertencem à União. São cedidas aos índios, mas, se por uma infelicidade, uma dessas tribos deixar de existir, continua em poder da União”, afirmou o ministro. Ele lembrou ainda que, ao contrário do que aconteceu nos Estados Unidos, onde os índios são considerados nações, no Brasil eles são, constitucionalmente, brasileiros índios.&lt;br /&gt;“Índios no Brasil pertencem a tribos e não a nações”, enfatizou. Com isso, argumentou, ninguém pode dizer que determinada área é dos índios, porque não é - é da União, em usufruto por eles, que são cidadãos brasileiros, explicou. Reservas não são zona de exclusão, mas áreas de integração de comunidades indígenas com a sociedade brasileira, segundo Jobim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro também disse aos parlamentares que é necessário providenciar a conciliação entre ambientalistas radicais, que defendem a transformação da Amazônia em um “parque para a comunidade internacional”, e os desenvolvimentistas, que falam em nome do crescimento econômico a qualquer custo. A solução, recomendou Jobim, seria a elaboração de um projeto de desenvolvimento sustentável para a região, dentro do Plano Amazônia Sustentável (PAS).&lt;br /&gt;O projeto deveria promover a preservação dos recursos naturais da Amazônia e permitir a sobrevivência digna dos 22 milhões de brasileiros que habitam a região. “A não ser que resolvamos retirar essas pessoas de lá. Pelo que sei, isso não está em cogitação”, afirmou o ministro.&lt;br /&gt;ESCLARECIMENTOS&lt;br /&gt;Quanto à decisão do STF, Jobim disse esperar que a suprema corte do País, ao julgar a constitucionalidade da demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, esclareça três pontos, todos dentro da Constituição: o regime jurídico das terras indígenas, a possibilidade ou não de demarcação dessas terras em região de fronteira e, principalmente, quais os critérios para o reconhecimento de terras indígenas. &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo Petrobrás encomenda 12 sondas no exterior&lt;br /&gt;A Petrobrás já contratou as primeiras 12 sondas de perfuração do pacote de 40 que a partir de 2012 serão destinadas à área de pré-sal na Bacia de Santos. As unidades serão construídas no exterior e serão afretadas à estatal por um período de seis a dez anos. O custo total da 1ª etapa da encomenda foi de US$ 8 bilhões, informou ontem o diretor financeiro e de Relações com Investidores, Almir Barbassa. Apesar de ter anunciado que as 40 sondas seriam feitas no Brasil, a Petrobrás teve de recorrer ao mercado internacional porque a indústria naval nacional não pôde atender à encomenda. &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo ANÁLISE&lt;br /&gt;Petróleo: risco de volta ao passado&lt;br /&gt;Alberto Tamer&lt;br /&gt;O Brasil descobriu enormes reservas de petróleo na Bacia de Santos. E agora, quem vai explora as que ainda certamente estão surgindo? Esse é o tema em debate, com a Petrobrás reivindicando maior poder e novas regras para novas concessões. Nada de entregar todo o petróleo às empresas estrangeiras que vierem a descobri-lo, mas, sim, mantê-lo em posse do governo, sob a forma de partilha. A empresa descobridora poderá explorá-lo, mas recebendo parte dele de acordo com contratos pré-assinados, uma vez deduzidos tributos e encargos.&lt;br /&gt;Essa é uma reivindicação justa, pois os investimentos e pesquisas iniciais foram feitos pela Petrobrás, na qual o governo é o maior acionista. As que vierem vão aproveitar-se desse trabalho pioneiro e vitorioso, de elevado nível profissional hoje reconhecido no mundo.&lt;br /&gt;MUDAR A LEI?&lt;br /&gt;Mas isso exige uma reformulação da Lei do Petróleo, de Fernando Henrique Cardoso, que, mesmo mantendo “de fato” o monopólio estatal exercido pela Petrobrás, abriu espaço para a participação de empresas estrangeiras. Para José Sergio Gabrielli, presidente da estatal, essa lei servia antes da descoberta da Bacia de Santos. Agora, não mais. &lt;br /&gt;É PRECISO CUIDADO&lt;br /&gt;Não se trata apenas de uma discordância técnica, mas da definição de uma nova política petrolífera, com tintas ideológicas. É preciso equilíbrio e cuidado, avaliando os riscos e benefícios. Sem dúvida alguma, o cenário petrolífero mundial mudou profundamente nos últimos dez anos e a Petrobrás. Hoje, as estatais dominam a produção e as reservas mundiais de petróleo. E entre estas, se encontra a Petrobrás. As grandes empresas privadas perderam espaço. Seria justo, portanto, fortalecer ainda mais a Petrobrás, seguindo a política adotada pelos países da Opep, principalmente do Oriente Médio?&lt;br /&gt;Esse é um assunto delicado. Vejamos. (1) Temos agora grandes reservas que podem nos colocar no mesmo nível dos principais membros da Opep, permitindo-nos também ditar as regras para novos investimentos. Mas, ao contrário deles, somos grandes consumidores e importadores ainda. (2) Eles têm recursos infindáveis, trilhões de dólares, campos rasos e maduros e dispensam o capital estrangeiro. Isso não acontece no Brasil, onde os campos são novos, em áreas difíceis que exigem somas imensas das quais só podemos dispor em parte. Nem se sabe quanto esse petróleo custará e se será economicamente viável. &lt;br /&gt;Diante disso, a idéia do contrato de partilha, defendida por Gabrielli, é correta, mas é delicada.Ela pode afastar investidores que tanto vamos precisar. &lt;br /&gt;Pode argumentar que não temos pressa. Errado. Temos sim, pois a Petrobrás importa petróleo leve ao preço do mercado internacional - altíssimo - e importa o pesado, desvalorizado como o da Venezuela. A cada dia perde recursos preciosos que poderia estar investindo no novo campo ou na construção de refinarias que processasse o óleo que temos hoje. Daí a necessidade de atrair investimentos externos para o setor. &lt;br /&gt;QUE TIPO DE CONTRATO?&lt;br /&gt;O ideal seria ter, não nas áreas já descobertas, mas nas novas, uma participação expressiva das empresas de petróleo estrangeiras, liberando recursos e técnicos da Petrobrás para as outras áreas promissoras. É preciso uma associação justa do capital nacional e estrangeiro na descoberta e exploração de novas jazidas. Técnicos do mundo todo apontam, surpresos, para o Brasil como uma das maiores promessas no cenário petrolífero mundial. Podemos em alguns anos estar produzindo mais de 3 milhões de barris por dia, superando até alguns produtores da Opep. Mas, para isso, é preciso que o governo se conscientize que o mercado mundial do petróleo mudou e não é mais dominado pelas multinacionais. Vamos precisar do capital externo, sem ferir os interesses nacionais.&lt;br /&gt;SEM PAIXÃO, SENHORES&lt;br /&gt;O mais importante é afastar o risco do retorno às ideologias de esquerda do passado, dos nacionalismos vazios e idiotas, com o do “O petróleo é nosso”, um slogan de mais de 50 anos que inspirou um monopólio nocivo ao País. Se tivéssemos aberto há mais tempo o mercado nacional do petróleo e aprovado a Lei do Petróleo, teríamos atraído preciosos recursos que perdemos há pelos menos 20 anos.Assim, não seríamos hoje tão dependentes do petróleo importado, que sufoca a nossa autonomia energética. &lt;br /&gt;Muito do que conseguimos com os preços elevados das commodities agrícolas, que exportamos, está sendo absorvido pela importação de petróleo leve que só agora descobrimos.&lt;br /&gt;MAIS ESTATAL, NÃO!&lt;br /&gt;A solução parece residir na associação de contratos de concessão e de partilha. Mas parece já haver preferência, em Brasília, pelo contrato de partilha, em que o governo mantém a propriedade da reserva e controle da produção. O problema é que esse tipo de contrato talvez não interesse ao investidor externo e já se fala até na criação de uma nova estatal.&lt;br /&gt;Mais uma estatal, não! Absolutamente, não! O presidente da Petrobrás, José Sergio Gabrielli, muito sagaz, com ar de ingênuo, correu a declarar que é contra. “Uma nova estatal não é bom para o Brasil.” Então, quem controlaria esses contratos? Ora, ora, pois não temos a Petrobrás? &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo STF deve proibir comércio de amianto&lt;br /&gt;Os ministros do Supremo Tribunal Federal devem proibir, em todo o País, a extração e comercialização de produtos que contenham amianto, considerado nocivo à saúde dos trabalhadores. Ontem, por 7 votos a 3, foi cassada a liminar concedida no ano passado para anular os efeitos da lei que vedava a comercialização de produtos com amianto. &lt;br /&gt;Valor Econômico OPINIÃO&lt;br /&gt;É o fim dos portos públicos?&lt;br /&gt;Terminais privativos têm simples contratos, sem licitação e livres para utilizar mão-de-obra como entenderem&lt;br /&gt;Por Sérgio Aquino&lt;br /&gt;Um grave risco, ainda obscuro para muitos, se avizinha para o futuro dos portos brasileiros, em função da lei 8.630/93, que gerou a possibilidade de terminais portuários privativos, operando cargas de terceiros, em franca concorrência com os portos públicos organizados, porém com regramentos diferenciados e alguns privilégios.&lt;br /&gt;Difícil justificar que as empresas arrendatárias no porto organizado tenham de participar de longas licitações e estejam obrigadas a cumprir regramentos laborais na utilização de mão-de-obra do Orgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo), seja a de avulsos, seja as daqueles com vínculo permanente, conforme modelo adotado também em outros países, enquanto os terminais privativos podem ser implantados com simples contratos de adesão, sem licitação e livres para utilizar mão-de-obra como entenderem.&lt;br /&gt;Mais grave ainda a distorção quando se constata que todos vultosos investimentos da iniciativa privada, nas áreas arrendadas nos portos organizados, incorporam-se ao patrimônio do porto ao final do contrato de arrendamento, enquanto que o investidor do terminal privativo, de uso misto, nunca perderá o controle sobre seus bens.&lt;br /&gt;Entretanto, terminais privativos de uso misto, instalados na região portuária, como no Porto de Santos, mesmo fora dos limites do porto organizado, movimentando complementarmente carga de terceiros, podem atender ao conceito de integração e têm viabilizado atuações, inclusive com mão-de-obra ligada ao Ogmo, como resultado das negociações de algumas empresas exemplares na responsabilidade social.&lt;br /&gt;Passada a primeira fase do novo modelo portuário, uma parcela da iniciativa privada está considerando ser muito melhor investir em terminais privativos de uso misto, que movimentam cargas de terceiros e nos quais nunca perderá o controle sobre os investimentos, e onde não há nenhum regramento laboral portuário. Não é a iniciativa privada que está errada em investir preferencialmente no terminal privativo de uso misto. Foi a lei que errou ao adotar um modelo desequilibrado, com duas opções (porto público e terminal privativo de uso misto), porém com regramentos diferenciados.&lt;br /&gt;Novos terminais privativos de uso misto estão surgindo, sem conexão com os portos públicos e praticamente sem nenhuma carga própria, em flagrante distorção à lei 8630/93 e ao modelo portuário mundial.&lt;br /&gt;O poder público tem buscado regrar a implantação dos terminais privativos, de uso misto, mas tem encontrado dificuldades nos conceitos de carga própria e de terceiros, ou seja, atualmente tais terminais não precisariam comprovar carga própria, podendo livremente se instalar, ter liberdade laboral e concorrer de forma injusta com as empresas que investiram, em áreas arrendadas, no porto público.&lt;br /&gt;Com tal cenário indaga-se: qual a lógica para a iniciativa privada continuar investindo em portos públicos, quando implantar terminal privativo é mais fácil e mais seguro em todos regramentos e principalmente em relação ao futuro dos valores investidos?&lt;br /&gt;Se temos problemas com a administração dos portos públicos, precisamos, sim, apoiar firmemente as iniciativas da Secretaria de Portos da Presidência da República quanto à profissionalização de seus corpos diretivos e à necessidade de redução dos embaraços burocráticos. Foi gerando administrações eficientes e procedimentos ágeis que os principais portos do mundo responderam às necessidades de seus países.&lt;br /&gt;Fortalecer a gestão local e envolver o Conselho de Autoridade Portuária (CAP) na definição dos diretores dos Portos Públicos certamente auxiliaria.&lt;br /&gt;O governo federal precisa claramente definir se pretende manter portos públicos, garantindo eficiência na administração e reduzindo burocracias, ou se permitirá que os terminais privativos possam ocupar o cenário nacional de forma desordenada, sem qualquer planejamento estratégico nacional, e com os atuais privilégios. Sabe-se que a Secretaria Especial de Portos da Presidência da República e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) estão atentas aos problemas e que os debates ainda serão aprofundados.&lt;br /&gt;Caso conclua-se pela impossibilidade de regramentos administrativos, para garantir-se comprovação de carga própria e impedir privilégios aos Terminais Privativos de Uso Misto não restará alternativa se não a de se promover a revisão da lei 8.630/93. Isto não é questão de confronto das atividades públicas e privadas. É, sim, a definição de uma questão de isonomia, de planejamento estratégico e de interesse nacional. É, acima de tudo, definir qual o modelo portuário que se pretende para o país.&lt;br /&gt;Com tal cenário de desequilíbrio de regras, cabe a pergunta: os portos públicos continuarão existindo no Brasil?&lt;br /&gt;Sérgio Aquino é profissional portuário e atual secretário Municipal de Assuntos Portuários e Marítimos de Santos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-1486928501552625794?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/1486928501552625794/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=1486928501552625794&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/1486928501552625794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/1486928501552625794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/06/petrleo-com-defesa-nuclear-o-ministro.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-6344796388261220444</id><published>2008-06-02T18:39:00.000-07:00</published><updated>2008-06-02T18:41:17.647-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>ONU pede medidas contra 'crise de segurança'&lt;br /&gt;Violência policial no Brasil será tema de encontro com diplomatas na Suíça; Itamaraty vai ser pressionado&lt;br /&gt;Jamil Chade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A violência policial no Brasil será exposta hoje pela ONU a diplomatas de todo o mundo. Embaixadores, especialistas e ativistas vão se reunir em Genebra para tratar do tema, e a ONU pedirá medidas urgentes do governo brasileiro para impedir o que a entidade chama de “verdadeira crise de segurança pública” no País. O Itamaraty será ainda pressionado a dar uma resposta à situação que, segundo a Anistia Internacional, começa a afetar a credibilidade do País nos fóruns diplomáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator da ONU para assassinatos sumários, Phillip Alston, apresentará sua avaliação sobre o Brasil ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e acusará a polícia de envolvimento com grupos criminosos e formação de esquadrões da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as medidas sugeridas por Alston está a reforma do sistema judiciário para poder julgar policiais, além de maiores salários aos policiais para que não caiam em esquemas de corrupção. “É desconcertante ver que poucos homicídios são julgados”, afirmou Alston. Ele ainda sugere uma ampla investigação na atuação das polícias, além de monitoramento das prisões e maiores recursos para os ministérios públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizações não-governamentais, como a Conectas, Gajop e Justiça Global, enviaram à ONU e aos governos uma carta, na semana passada, alertando que o Brasil até agora não pôs em prática as recomendações da entidade. “As organizações destacam que os casos de execuções sumárias pela polícia se agravaram em 2008”, informou a carta das entidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ONU alerta que entre 45 mil e 50 mil pessoas são vítimas de homicídios no Brasil por ano e que as táticas da polícia e do governo não têm dado resultados. Alston diz que a operação no Morro do Alemão, na zona note do Rio, em junho de 2007, poderia ser exemplo dessa situação “trágica” e ataca o governo pela atitude. A ONU se queixa de não ter recebido nenhuma evidência de que as 19 mortes ocorridas na operação tivessem sido necessárias. Para piorar, os resultados da operação foram modestos: o chefe do tráfico não foi preso, nem uma grande quantidade de armas foi apreendida. Para Alston, táticas de guerra não funcionam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ONU, o número de homicídios vem gerando um temor generalizado na população, além de um sentimento de insegurança. Mesmo assim, “nada é feito para investigar, processar e condenar os responsáveis”. Na avaliação da organização, só 10% dos homicídios em São Paulo e no Rio são levados ao tribunal. Em Pernambuco, essa taxa é de apenas 3%.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo             Governo compra dois novos jatos&lt;br /&gt;Contrato com Embraer para substituir os velhos “sucatinhas”, em uso há 34 anos, será assinado hoje&lt;br /&gt;Roberto Godoy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comandante da Aeronáutica, o brigadeiro Juniti Saito, assina hoje na Embraer, em São José dos Campos (SP), o contrato de compra dos dois jatos Emb-190/195, versão executiva, que vão substituir os velhos Boeing 737-200 com cerca de 34 anos de uso - os Sucatinhas, utilizados como reservas do A-319 presidencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta-feira, um deles teve o pára-brisa trincado durante o vôo quando retornava de El Salvador para o Brasil. A bordo estavam os ministros Miguel Jorge, Edison Lobão e Patrus Ananias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão escolhida para a troca é inspirada no sofisticado modelo corporativo Lineage, o maior dessa classe produzido pela empresa. A primeira unidade deve ser entregue até dezembro. O segundo avião sai da linha de montagem em 2009. O preço de referência da aeronave é de US$ 41 milhões. Todavia, sábado, em Roma, Lula disse aos jornalistas que espera da empresa “um precinho mais camarada.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente pretende fazer as viagens regionais de sua agenda com os novos aviões. Segundo o chefe da assessoria militar da Presidência, brigadeiro Joseli Camelo, “a Embraer trabalhou pesado para atender às exigências da Presidência da República”. A aeronave terá de ter autonomia para, a partir de Brasília, voar para todas as capitais da América do Sul e para atravessar o Oceano Atlântico. Deve ser capaz de pousar em pistas curtas, como a do Aeroporto Santos Dumont, que mede 1.300 metros. Além disso, precisa oferecer uma seção privativa para o gabinete do presidente e uma seção de passageiros entre 19 e 40 lugares. A eletrônica de bordo vai permitir que as decisões de comando, as comunicações e as atividades de inteligência do governo possam funcionar com segurança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arranjo de catálogo do avião prevê uma suíte, com cama de casal, TV de alta definição, conjunto sonoro, banheiro com ducha, poltronas de couro e mesa. Voa a 850 km por hora, com alcance máximo de 7.778 km - o suficiente para ir de Nova York a Paris ou Londres sem escala. O bagageiro pode ser acessado de dentro da cabine.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo             OPINIÃO&lt;br /&gt;Desafios da diplomacia sul-americana&lt;br /&gt;Marcelo de Paiva Abreu*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política externa brasileira na América do Sul enfrenta hoje dois desafios, um ao Norte, outro ao Sul. O primeiro tem que ver com as fricções entre Colômbia e seus vizinhos, ameaças à integridade territorial na Amazônia e as fanfarronices de Hugo Chávez. Talvez a atenção se tenha indevidamente concentrado neste desafio e deixado de lado outro que é ainda mais grave: o aprofundamento das contradições entre os interesses brasileiros e a manutenção do Mercosul na sua situação atual, com a Argentina à beira de outra grave crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao Norte, tem ganho corpo a idéia de que o incidente de fronteira entre a Colômbia e o Equador teria marcado uma guinada do governo Lula, com o fortalecimento da diplomacia profissional em detrimento dos entusiasmos bolivarianos que emanam de assessores presidenciais. Trata-se de simplificação indevida de realidade mais complexa. O Itamaraty tem tradição de competência em muitas áreas. Uma delas é na construção de versões que valorizam suas iniciativas e minimizam a importância dos momentos menos felizes de sua atuação. Muitas vezes há confluência de interesses na ornamentação da história institucional com interesses de embelezamento autobiográfico, com o primeiro objetivo legitimando o segundo. A versão da troca de bastão, do Palácio do Planalto para o Itamaraty, cumpre o objetivo de embelezar a ação do Itamaraty, antes da crise, e também algumas biografias. Tem base na idéia de que teria sido natural - até o incidente Colômbia-Equador - que a diplomacia profissional aceitasse de bom grado ceder esferas de influência a assessores com acesso privilegiado aos ouvidos do presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que será que o Itamaraty não defendeu com mais pertinácia, antes da crise, a adoção de atitude mais profissional e alinhada com os interesses nacionais de longo prazo? Suspeita-se que a resposta tenha que ver com o fato de que segmentos substanciais da Casa tinham simpatias bolivarianas e embarcaram alegremente na canoa do chavismo. E que os equívocos da política externa brasileira na América do Sul até a pretensa guinada não devam ser lançados exclusivamente à conta das maléficas influências extra-Itamaraty.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Supondo que pirotecnias primitivas ao estilo União das Nações Sul-Americanas (Unasul) possam ser capazes de conter temporariamente as tensões no Norte da América do Sul, e que o presidente Lula de fato faça ouvidos moucos à ladainha dos bolivarianos tupiniquins, os esforços diplomáticos mais sérios do Itamaraty deveriam ser direcionados para preservar as relações do Brasil com a Argentina da crescente ameaça de deterioração. Para desapontamento dos defensores brasileiros do modelo argentino de calote-com-desenvolvimentismo, a situação econômica da Argentina está apontando para outra crise, de novo combinando inflação alta com fraco crescimento econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil exagerar o contraste, hoje, entre Argentina e Brasil, tanto do ponto de vista econômico quanto político. Na Argentina, o período de crescimento muito rápido com o uso de capacidade ociosa dá mostras de chegar ao fim. Desde 2002, a economia argentina vem crescendo a taxas superiores a 8%. Em relação ao pico de 1998, entretanto, o Produto Interno Bruto (PIB) argentino cresceu à taxa anual de apenas 2,2%, ainda menor do que os medíocres 2,8% do Brasil. Para escolher o “modelo” argentino seria preciso ter preferência por menor crescimento com maior variância e calote, algo dificilmente classificável como racional. Tarifas de energia subsidiadas, somadas à falta de expansão de capacidade, têm levado a “apagões” de todo o tipo, com efeitos sobre níveis de investimento e de atividade. As exportações agrícolas estão 250% acima do nível de 2002, mas, apesar disso, o governo, ao aumentar o nível de “retenções” das receitas de exportação, provocou enfrentamento com os exportadores e restrições de oferta. O governo continua manipulando os índices de preço, enquanto a inflação verdadeira provavelmente excede 20% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contraste, o Brasil, embora dê sinais de pressões inflacionárias, desregramento fiscal e deterioração das contas externas, acumula elogios de analistas e manifestações de interesse de investidores. Obtém investment grade e ameaça tornar-se produtor importante de petróleo. Enquanto a popularidade de Lula beira os 60%, a de Cristina Fernández mergulhou 30 pontos, para alcançar 26%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tarefa de vender ao mundo a idéia de que negociar com o Brasil significa, em muitos casos, incluir o restante do Mercosul é árdua. Tais dificuldades podem ser ilustradas por negociações em andamento. O corolário da incapacidade de o Mercosul definir uma Tarifa Externa Comum sem extensa lista de exceções é que, nas negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC) e com a União Européia, por exemplo, a apresentação de propostas pouco realistas que incluem exceções tarifárias de todos os membros na negociação de produtos sensíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse quadro, é irrealista considerar, com seriedade, divagações, mesmo que presidenciais, sobre política macroeconômica comum, moeda comum e quase qualquer coisa comum. Ao mesmo tempo, é necessário reconhecer o papel central que devem ter relações políticas sólidas com a Argentina. O Itamaraty deve conceder prioridade absoluta ao aprofundamento e à reformulação do atual arranjo de integração regional rumo a uma fórmula que ao mesmo tempo evite hostilizar a Argentina e amplie o raio de manobra para que o Brasil negocie extra-Mercosul - para minimizar a tentação de escolher entre o mundo e o Mercosul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Marcelo de Paiva Abreu, doutor em Economia pela Universidade de Cambridge, é professor titular do Departamento de Economia da PUC-Rio&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Globo             TEMA EM DISCUSSÃO: ANGRA 3&lt;br /&gt;NOSSA OPINIÃO - Fato irrefutável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quiseram os desígnios da política que o militante ambientalista Carlos Minc deixasse o secretariado do governo fluminense e assumisse o Ministério do Meio Ambiente na fase final de tramitação na Pasta do pedido de licença para a usina nuclear de Angra 3. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da construção da carreira pública de Minc constaram muitas críticas à energia nuclear e, em particular, às usinas do litoral Sul Fluminense. O novo ministro já chamou a coincidência de "uma casca de banana atômica". Político, deixou claro, no entanto, que não será empecilho ao desengavetamento do projeto - como deseja o governo - , há 22 anos encalhado em incompreensões e na falta de dinheiro. Minc não interferirá contra o projeto, mas diz que ele será "tratado com o rigor da lei e das compensações ambientais". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O avanço tecnológico no ramo das termonucleares - como de resto em todos os outros - aumentou bastante a margem de segurança das usinas, que já era elevada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante do aquecimento global, causado pelas emissões da queima de combustíveis fósseis - petróleo, carvão etc. -, tem ocorrido no mundo uma espécie de reabilitação das termonucleares, fontes mais limpas de energia. Até segmentos do movimento ecológico já se inclinam por elas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, o mais forte argumento a favor de Angra 3 e de novas usinas é o risco de apagões no país, amplificado pelas dificuldades de toda ordem existentes na exploração da fronteira hidrelétrica amazônica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais recente envolve a segunda usina leiloada para o Rio Madeira, a Jirau, do consórcio Suez, Camargo Corrêa, Chesf e Eletrosul. Como o projeto original foi deslocado em nove quilômetros, devido a razões de custo, há o risco de novos atrasos impostos pelo Ibama. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que o país não tem grande margem de manobra para manter o consumo atendido. E será pior se o melhor acontecer, ou seja, se o país continuar a crescer a 4%, 5% ao ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ipea, do governo, dá os números dessa equação intrincada: de 2007 a 2010, a oferta de energia deverá crescer 12,3 mil megawatts (MW), enquanto o aumento do consumo chegará a 25,7 mil MW -, sendo que em 2010 ainda não estarão disponíveis os 4 mil MW das usinas do Madeira (além de Jirau, Santo Antônio). Assim, até o início da próxima década, o país estará mais dependente das chuvas do que o desejável. Não dá para fingir que não existe a energia nuclear. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OUTRA OPINIÃO - Quem viver, verá! &lt;br /&gt;ASPÁSIA CAMARGO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aenergia nuclear divide opiniões e não é mais a unanimidade negativa que a elegeu, no passado, a grande vilã do movimento ambientalista. A mudança deve-se em especial ao agravamento das mudanças climáticas e da acumulação dos gases de efeito estufa na atmosfera. James Lovelock, o autor da teoria Gaia, apóia a energia nuclear como o mal menor, e muitos estão preferindo a opção nuclear ao carvão e às termelétricas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rigor, toda fonte intensiva de energia polui: as hidrelétricas destroem a biodiversidade e alteram o curso dos rios, a biomassa depende de agricultura intensiva e até a energia eólica, o carro-chefe da energia renovável na Europa do Norte, extingue os pássaros, é barulhenta e destrói a vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, os velhos problemas da opção nuclear continuam. É difícil evitar com 100% de segurança o vazamento, e ninguém sabe onde descartar resíduos perigosos. Somos humanamente incompetentes e pouco confiáveis para lidar com tamanho risco. O problema maior de Angra 3 é, de fato, Angra 1, o erro inicial dos militares que, em nome da autonomia energética, deformaram a vocação ecoturística da Costa Verde, o paraíso sobre a Terra, transformando-a em área de risco. Um crime ambiental e vocacional contra o Estado do Rio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Angra 3 é apenas um reforço do que já existe. Pode nos garantir suprimento de energia e mais desenvolvimento, mas o processo de licenciamento foi malfeito. A audiência pública, manipulada e movida a camisetas distribuídas a uma massa de manobra remunerada - a população mais pobre em busca de uns trocados, porque nem emprego terá, a não ser o temporário, que vai agravar a favelização já avançada e predatória que destrói as encostas do nosso paraíso verde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ambientalistas constataram também que, em caso de acidente, o processo de evacuação é lento e precário. Ninguém ligou, mas o fato merece nossa atenção porque, afinal, a área da usina foi nomeada pelos indígenas de Itaorna, que significa Pedra Podre, dada a fragilidade geológica do local. Convenhamos também que armazenar rejeitos nucleares ao nível do mar é outra insanidade. Quem viver, verá! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASPÁSIA CAMARGO é vereadora no Rio pelo PV. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Globo             Bolívia: Pando e Beni votam por autonomia&lt;br /&gt;Contagem rápida dá ampla vitória ao "sim", em resultado que fortalece posição de Santa Cruz perante La Paz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LA PAZ e SANTA CRUZ DE LA SIERRA. Os departamentos bolivianos de Pando e Beni votaram ontem seus estatutos sobre autonomia, num dia marcado por incidentes isolados de violência e por protestos de partidários do presidente Evo Morales, que não reconhece as votações. Segundo contagens rápidas divulgadas pelos dois departamentos, a aprovação dos estatutos deve ser em ambos superior a 80%. Já os índices de abstenção devem ficar em torno de 40% em Pando e 45% em Beni. Pesquisas de boca de urna das principais emissoras de TV também confirmavam o resultado. Apesar de serem dois departamentos pobres da Meia Lua boliviana, a votação de ontem teve importância estratégica pois deve fortalecer o movimento pró-autonomia liderado por Santa Cruz, a região mais rica do país, e que já aprovou unilateralmente seu estatuto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tarija vai realizar referendo em 22 de junho &lt;br /&gt;O clima de tensão foi maior em Pando, principalmente na cidade de Filadélfia, a 50 quilômetros da capital do departamento, Cobija. A região teve suas estradas bloqueadas e, segundo as autoridades, pelo menos cinco urnas foram queimadas por camponeses partidários de Morales. O governador de Pando, Leopoldo Fernández, acusou o presidente de tentar impedir a votação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tentaram impedir que pelo menos 2.500 pessoas exerçam seu direito a voto. Mas não conseguiram, Evo Morales não saiu vencedor - disse o governador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Beni, a cidade de Yucumo também foi alvo de protestos e teve algumas estradas bloqueadas por simpatizantes de Morales. Segundo as autoridades, no entanto, não há registros de feridos. Na capital do departamento, Trinidad, defensores do referendo e simpatizantes do governo de La Paz se confrontaram nas ruas. Segundo o governador Ernesto Suárez, cerca de 4% das urnas não foram instaladas por causa dos protestos. Mesmo assim, afirmou ele, a votação foi um sucesso pois mais de 80% dos eleitores do departamento teriam ido às urnas até o final da tarde de ontem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Participamos de uma consulta histórica, e que já pode ser considerada um sucesso por causa do clima cívico de participação e organização - disse o governador. - Com a aprovação do estatuto, poderemos explorar da melhor forma nossas vocações econômicas, sem depender das políticas de La Paz, que tanto nos sacrificam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os referendos de ontem, três dos quatro departamentos da Meia Lua boliviana cumpriram suas promessas de realizar de forma unilateral as votações, desafiando o governo de Morales que afirma que as tentativas de se obter mais autonomia são ilegais. Tarija, um dos principais produtores de petróleo e gás natural da Bolívia, deve realizar seu referendo no dia 22 de junho, segundo as autoridades locais. &lt;br /&gt;O governador de Santa Cruz, Ruben Costas, esteve ontem em Beni e Tarija para declarar seu apoio aos referendos. Costas pretende fortalecer sua posição perante o governo Morales com a aprovação dos referendos dos demais departamentos da Meia Lua. Dessa forma, negociaria em bloco com La Paz o que, segundo analistas, aumentaria as chances do governo central fazer mais concessões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santa Cruz aprovou seu referendo no dia 4 de maio e instituiu reformas que não são consideradas pelo governo boliviano, entre elas a mudança do nome do departamento e a criação de uma Assembléia Legislativa. As decisões, no entanto, podem provocar um impasse jurídico e tributário na Bolívia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em La Paz, o governo boliviano voltou a declarar sem validade os referendos realizados na Meia Lua. Durante a semana, Evo Morales fez várias visitas a Pando e Beni e inaugurou uma série de projetos sociais, numa tentativa de fortalecer suas bases políticas nas comunidades mais pobres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O governo boliviano reafirma que os referendo realizados não são legais e que não mudarão a ordem política e constitucional. Eles foram impulsionados por uma minoria que só pretende dividir o país - disse um porta-voz do presidente. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Revista IstoÉ             O grileiro da Amazônia&lt;br /&gt;PF e Abin investigam Johan Eliasch e várias ONGs por fraudes em terras públicas ricas em ouro e diamantes, biopirataria e lavagem de dinheiro&lt;br /&gt;Hugo Marques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A notícia de que o sueco Johan Eliasch, criador da ONG Cool Earth, afirmara em uma reunião em Londres que apenas US$ 50 bilhões bastariam para comprar toda a Amazônia colocou o governo brasileiro em alerta. Isso porque a declaração de Eliasch não foi um mero arroubo imperialista. Além de anunciar publicamente que já comprou 160 mil hectares de terras nos municípios de Itacoatiara e Manicoré, no Amazonas, Eliasch vem estimulando outros empresários a fazer o mesmo. O objetivo seria a “preservação da floresta” com iniciativas como a campanha de compra de créditos de carbono da Cool Earth, em que cada doador deve contribuir com 35 libras esterlinas para cada 0,5 acre (0,20 hectares). Mas uma investigação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) aponta indícios de fraude nos negócios de Eliasch. As terras que ele afirma ter comprado não estão formalmente registradas nem em seu nome nem em nome da Cool Earth. Elas são terras públicas. Parte delas pertence ao Parque Estadual do Cristalino e parte à Força Aérea Brasileira (FAB). E, curiosamente, algumas áreas que Eliasch anuncia como suas estão em regiões ricas em ouro e diamante. E, segundo a Abin, Eliasch não seria o único a praticar tais irregularidades. A Agência repassou à Polícia Federal uma série de relatórios sobre atividades de várias ONGs que atuam na Amazônia e estariam agindo de forma suspeita. Num documento mais volumoso, a Abin descreve a ação de 25 organizações estrangeiras. Em outros seis relatórios, detalha a ação daquelas com maiores indícios de suspeitas de irregularidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Divisão de Inteligência Policial (DIP) da PF já começou a se debruçar sobre esses papéis. O trabalho conjunto da PF e da Abin poderá resultar na maior varredura da história sobre as atividades de organizações internacionais na Amazônia. Sob a fachada de entidades ambientais, muitas são suspeitas de biopirataria, grilagem de terras e levantamento de recursos minerais. O secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, diz que o governo está preparando medidas para enquadrar essas ONGs. Tuma também desconfia dos negócios do sueco Eliasch na Amazônia. “Qual é o propósito de alguém que compra terra e não põe em seu nome? Precisamos ver se ele não é um estelionatário”, afirma o secretário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso de Eliasch e da Cool Earth assusta pelas conexões e pela afinidade de suas ações com o discurso de internacionalização da Amazônia que volta a crescer no mundo. Eliasch é nada menos que o conselheiro para desflorestamento e energias limpas do primeiro-ministro britânico, Gordon Brown. Ele também é dono do grupo Head NV, um dos grandes fabricantes de materiais esportivos, e é casado com uma brasileira, a socialite Ana Paula Junqueira. Ela, aliás, é a representante da Cool Earth no Brasil e também está sendo investigada pela Abin e pela PF. Um exemplo do respaldo que o sueco tem no Reino Unido foi um editorial elogioso publicado no Daily Telegraph dias depois que o jornal O Globo publicou, no início da semana passada, trechos do relatório da Abin que detalhava as atividades suspeitas da Cool Earth na Amazônia. Segundo o Telegraph, a iniciativa de Eliasch de comprar terras na Amazônia e estimular outros empresários a fazer o mesmo é “louvável”. Num raciocínio que parece voltar à lógica que no passado justificava o colonialismo britânico sobre a Índia e a África, o jornal sugere que apenas países com “condições de vida mais elevada” poderiam ter maior dedicação às questões ambientais. “Não é possível, diante da realidade do Brasil, obrigar fazendeiros que buscam prosperar com suas produções e a proteger a floresta. Para os brasileiros, terras improdutivas significam menos prosperidade”, escreve o diário britânico. A ONG Cool Earth tem ainda o apoio do ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, David Miliband, como aponta o próprio relatório da Abin. No governo Tony Blair, Miliband era o ministro do Meio Ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, o governo do Amazonas Kyoquestionou Eliasch sobre as terras que teria no Estado. A resposta veio por meio do advogado Aldo de Cresci Neto, que informou ao governo tratar-se de terras que estão em nome da empresa Gethal Amazonas S.A., Indústria de Madeira Compensada. Cresci Neto, que tem escritório na avenida Paulista, em São Paulo, diz que vai se pronunciar sobre o caso na próxima semana. A Abin produziu um diagrama sobre o “esquema de controle indireto de terras”, onde estão os nomes de Eliasch e de todos os seus sócios no Brasil, conforme documentação à qual ISTOÉ teve acesso. Além de Cresci Neto, lá aparecem como controladores das terras de Eliasch os brasileiros Maria das Graças Simas Nazaré e José Carlos da Silva Júnior, sócios da Gethal, e Lúcio Pereira de Brito, da Empresa Florestal da Amazônia (EFA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta cadeia de sócios inclui empresas no Exterior, como o fundo Brazil Forestry Fund Investment e o grupo Granham, Mayo van Otterloo &amp; Corporation (GMO). Desde 2004, segundo a Abin, a Gethal vem recebendo aporte financeiro da empresa EFA, com sede em São Paulo, num total de R$ 8,6 milhões. “A forma como ocorreu a aquisição das propriedades da Gethal induz a crer que os negociantes pretendiam evitar o crivo de instituições como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)”, diz o relatório da Abin enviado ao Ministério da Justiça. O Ministério da Fazenda também entrou na investigação para passar a limpo as relações empresariais e os investimentos desses ongueiros internacionais, através do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, que investiga lavagem de dinheiro. De acordo com o primeiro levantamento do Coaf, uma das empresas que Eliasch utiliza para registrar as terras é a Florestas Renováveis da Amazônia (Floream), que tem em seu nome 62 mil hectares. A EFA possui 54 mil hectares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das organizações ligadas a Eliasch, a Abin e a PF investigam outras ONGs. O diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, diz que os relatórios da Abin e da DIP já foram enviados às superintendências da PF na Amazônia. Vários inquéritos poderão ser instaurados, o que depende de decisão da PF nos Estados. “Há indícios de atuação de várias ONGs em ações ilícitas de biopirataria e no trato com populações indígenas”, confirma Corrêa. “E algumas dificultam a ação do Estado na região.” Ele diz que aumentou o efetivo da PF em toda a Amazônia em 25% e tornou permanente a Operação Arco de Fogo, que vem prendendo quadrilhas envolvidas com a destruição da floresta. “Vamos checar agora a indústria moveleira, que é quem compra a madeira”, diz Corrêa. As autoridades também estão muito preocupadas com os chamados “biocosméticos”. De acordo com as investigações, algumas ONGs entram em áreas indígenas sem autorização da Funai e vendem os conhecimentos dos índios sobre plantas, folhas e raízes para os laboratórios de fármacos multinacionais. É a partir desse relacionamento que medicamentos e cosméticos retirados da fauna e da flora brasileiras acabam sendo patenteados no Exterior. Uma das ONGs que estão na mira do governo é a Amazon Conservation, dos Estados Unidos, investigada por suposto envolvimento com biopirataria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um dos maiores especialistas em Amazônia no País, o delegado federal Mauro Sposito, coordenador de operações especiais de fronteira, é preciso classificar o tipo de trabalho que algumas ONGs fazem na região. “No nosso entendimento, ONG é nada mais que lobby”, diz Sposito. “E a ação de lobby não está regulamentada no Brasil.” O secretário Romeu Tuma Júnior anunciou que o Ministério da Justiça está preparando uma nova legislação para regulamentar a atuação de ONGs. Segundo o projeto, a presença de organizações estrangeiras na Amazônia dependerá de autorização dos Ministérios da Justiça e da Defesa, com prazos préestipulados. O projeto prevê ainda multas de R$ 5 mil a R$ 200 mil, cancelamento de visto e deportação de quem for pego agindo sem autorização na região. Essas mudanças estão incluídas numa revisão da Lei de Estrangeiros e em outras medidas que serão anunciadas pelo presidente Lula. O pacote jurídico será remetido pelo Ministério da Justiça à Casa Civil em 15 dias. O Ministério estuda um “controle social” das ONGs, igual ao que existe para as organizações da sociedade civil de interesse público – Oscip. Cadastradas pelo governo, as Oscips prestam contas na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responsável pela elaboração de um plano de desenvolvimento de longo prazo para a Amazônia, o ministro de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, diz que a região é um caldeirão de insegurança jurídica, o que facilita a penetração estrangeira. “A Amazônia não pode ser a casa da sogra”, diz. “Quem cuida da Amazônia é o Brasil.” Mais importante do que discussões sobre a soberania nacional, diz o ministro, é a criação de um projeto de desenvolvimento nacional. “Nosso problema é a confusão e a falsa disputa entre ambientalistas e desenvolvimentistas.” Ele alerta, também, que o País não pode difundir o que chama de “paranóia espontânea”, quando o assunto é a suposta invasão estrangeira. Investimentos oriundos de interesses legítimos e legais sobre a floresta sempre serão bem-vindos. “Temos que evitar a xenofobia vazia”, alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Amazônia tem dono”&lt;br /&gt;O presidente Lula deu um duro recado aos países desenvolvidos que questionam a soberania do Brasil sobre a Amazônia, ao abrir o 20º Fórum Nacional do BNDES, no Rio, na segunda-feira 26. “O mundo precisa entender que a Amazônia brasileira tem dono, e que o dono da Amazônia é o povo brasileiro.” Foi uma clara referência à edição de ISTOÉ da semana passada, que trouxe reportagem de capa com o título “A Amazônia é nossa” e levantou a necessidade de o governo brasileiro se posicionar claramente sobre as pressões para a internacionalização da Amazônia. O presidente criticou a postura de países que no século passado destruíram suas florestas e que agora defendem a preservação da região. “É muito engraçado que os países responsáveis pela poluição do planeta agora fiquem de olho na Amazônia da América do Sul”, disse. “O próprio Tratado de Kyoto já faliu. Foi muito bonito assinar, maravilhoso, todo mundo assinou. Agora, quem tinha que tomar medidas para cumprir o Protocolo de Kyoto nem o referendou. Fomos nós que referendamos”, atacou Lula. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Valor Econômico             Crimes cibernéticos e Amazônia tornam-se prioridades para a PF&lt;br /&gt;Cristiano Romero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteção da Amazônia, crimes cibernéticos, proliferação de drogas sintéticas, crescimento acelerado da economia, maior inserção do Brasil na geopolítica mundial, aumento da imigração. Estes são os desafios que estão reorientando a ação da Polícia Federal (PF), que decidiu fazer, pela primeira vez em sua história, um planejamento estratégico de longo prazo. O plano vai até 2022 e tem a ambição de transformar a PF em referência mundial em segurança pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para viabilizar o plano, a polícia vai incorporar métodos de gestão em sua rotina, investir pesado na formação de pessoal e em pesquisa aplicada, aumentar a presença na região Amazônica e descentralizar suas atividades, transferindo às unidades estaduais autonomia nas áreas de gestão, inteligência e condução das operações. O novo planejamento não é um capricho da atual cúpula da polícia, mas uma necessidade, diz o diretor-geral Luiz Fernando Corrêa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A PF evoluiu muito, os resultados são positivos, os índices de credibilidade são elevados. Como gestores, temos uma grande marca. Agora, temos que dar sustentabilidade a ela", diz Corrêa, que assumiu o comando da polícia em setembro do ano passado, em substituição a Paulo Lacerda, atual diretor da Agência Brasileira de Inteligência. "Se não pensarmos estrategicamente o futuro, a tendência é a PF entrar em colapso."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PF cresceu de forma significativa no governo Lula. Seu orçamento expandiu 86,4% nos últimos sete anos, chegando este ano a R$ 3,4 bilhões. O número de policiais passou de 7.767 em janeiro de 2003 para 10.869 em maio último. No total, incluindo os servidores administrativos, o quadro de funcionários teve incremento de 47% nesse período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O investimento deu resultados. De 2004 até o início deste ano, a PF realizou, a partir de um foco em trabalhos de inteligência, 494 operações especiais. Prendeu 8.094 pessoas, inclusive, funcionários públicos e agentes da própria polícia. Em apenas cinco das 188 operações realizadas em 2007, apurou desvio de R$ 5 bilhões em recursos públicos. A resposta da opinião pública foi positiva. Pesquisa encomendada pela Associação dos Magistrados do Brasil constatou, em setembro do ano passado, que a PF é considerada hoje a instituição mais confiável do país (com 75,5% de aprovação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corrêa negocia com o Ministério do Planejamento autorização para contratar, em 2009, mais dois mil agentes e três mil funcionários administrativos. Sua justificativa é a de que a PF tem hoje 1.800 policiais desviados para atividades-meio. "O FBI (a polícia federal dos Estados Unidos) tem para cada agente três funcionários administrativos", cita ele. Na polícia brasileira, a proporção é oposta a essa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo defendendo a contratação de mais agentes, sob o argumento de que "o Brasil é grande, mas a PF é pequena", o diretor-geral diz que a integração do trabalho da polícia com órgãos de segurança estaduais e municipais mitiga essa necessidade. É por essa razão que a PF fechou convênios com 16 Estados. Outra forma de enfrentar a limitação de pessoal é fazer planejamento estratégico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se fôssemos fazer tudo sozinhos, precisaríamos de uns 200 mil federais. Mas, para o cidadão, o serviço de segurança é um só. Temos que articular as capacidades, diminuindo a necessidade de aumentar o efetivo", afirma Corrêa, que, à frente da Secretaria Nacional de Segurança, antes de assumir a PF, criou o Sistema Único de Segurança Pública, uma tentativa de integrar o trabalho das polícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo tendo crescido de forma consistente nos últimos anos, a PF expandiu, atesta Corrêa, sob o signo do "improviso", "de forma reativa" às demandas que foram surgindo. O desafio, agora, é prepará-la para enfrentar criminosos cada vez mais ousados, organizados e dotados de recursos tecnológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com quase 40 milhões de usuários de internet, o Brasil é, por exemplo, um dos paraísos dos chamados crimes cibernéticos. A combinação de sistema bancário informatizado, mercado financeiro atraente, moeda estável e juros altos atrai o interesse de criminosos. Corrêa menciona também o fato de os produtores e traficantes estarem substituindo drogas naturais por sintéticas, o que envolve cada vez mais a participação de pessoas de classe média, com acesso a viagens ao exterior, em vez dos habitantes de favelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proteção da Amazônia, um tema central hoje no debate nacional, é outra prioridade da nova PF. "Há uma incoerência entre a nossa presença no país e as prioridades nacionais", reconhece o diretor-geral da PF, acrescentando que a presença da polícia na Amazônia é "precária". A ordem agora é deslocar do litoral para aquela região a maioria dos novos agentes, mas criando antes estruturas e estímulos para que eles trabalhem lá. "Ser o responsável pela guarda desse patrimônio tem que ser um orgulho e não um castigo. Isso muda o planejamento. Se a prioridade é a Amazônia, precisamos de peritos em meio ambiente."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formação de peritos é a "menina dos olhos" de Luiz Fernando Corrêa. A PF sempre formou agentes, por meio de cursos de curta duração, na sua academia nacional, sede em Brasília. Depois de constatar que há, entre os policiais, cerca de 300 mestres, doutores e PhDs, Corrêa decidiu criar uma instituição de nível superior dentro da academia. A entidade já foi credenciada pelo Ministério da Educação e a idéia é formar policiais qualificados e investir em pesquisa aplicada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois exemplos recentes mostraram o potencial dessas pesquisas. Uma perita da PF está desenvolvendo um sistema de monitoramento de plantações de maconha com grau de precisão superior ao dos métodos tradicionais. "Por perfis de cores, podemos identificar, por satélite, uma roça de maconha. Isso é muito complexo por causa das tonalidades. Já estamos com 16 mil tipos tonalidades, para diminuir a margem de erro", conta o diretor-geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra pesquisa que vem sendo desenvolvida por um agente da PF visa identificar o DNA de pedras preciosas. "Se apreenderem na Europa alguma pedra, teremos condições de afirmar de que garimpo saiu. Não só o país, mas também o garimpo", revela, maravilhado, Luiz Fernando Corrêa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-6344796388261220444?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/6344796388261220444/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=6344796388261220444&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/6344796388261220444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/6344796388261220444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/06/onu-pede-medidas-contra-crise-de.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-8630548401673388540</id><published>2008-05-31T17:04:00.000-07:00</published><updated>2008-05-31T17:06:59.823-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Olha o Bandeirão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabia que a maior Bandeira Nacional que existe está bem ali na Praça dos Três Poderes, na Esplanada dos Ministérios? E que mensalmente ela é trocada? Pois tudo isso é a mais pura verdade e a Marinha do Brasil oferece a oportunidade de você participar da solenidade da troca da Bandeira. Escolas públicas e particulares de ensino precisam agendar previamente a participação na cerimônia. Os alunos terão direito a transporte, brindes, bandeirinhas e até lanche! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã é uma ótima oportunidade para quem quer conhecer a solenidade. A troca da bandeira vai acontecer a partir das 10h e pode ser assistida por todos que estiverem no local. A responsabilidade do evento é um rodízio entre as Forças Armadas e o Governo do Distrito Federal e normalmente acontece no primeiro domingo do mês. Depois que a bandeira for trocada, o grupo de alunos ainda pode assistir a um desfile da tropa em honra à autoridade que presidir a cerimônia. Informações: Seção de Comunicação Social do Comando do 7º Distrito Naval, telefone 3429-1196. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Correio Braziliense             COLUNA 360 GRAUS&lt;br /&gt;Pinceladas&lt;br /&gt;Jane Godoy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O embaixador Álvaro Diaz Pérez e a embaixatriz Laís Wendel Abramo, o adido de Defesa e Naval, capitão-de-mar-e-guerra Javier Sanchéz Liberona e Consuelo (foto) comemoraram, no dia 20, os 190 anos da Marinha do Chile, na residência oficial da embaixada, na Avenida das Nações.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Correio Braziliense             CONJUNTURA&lt;br /&gt;Poupança de R$ 13 bi&lt;br /&gt;Projeto de lei que cria o Fundo Soberano do Brasil será enviado ao Congresso prevendo uma economia equivalente a 0,5% do PIB. Objetivos são conter inflação e ter recursos para períodos de vacas magras&lt;br /&gt;Ullisses Campbell&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem em São Paulo que o governo vai fazer uma economia equivalente a R$ 13 bilhões para compor o Fundo Soberano do Brasil (FSB), que deverá ser criado em até 45 dias por meio de um projeto de lei. Segundo o ministro, a poupança fiscal, correspondente a 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto) tem o objetivo principal de conter a inflação e guardar recursos para momentos de desaceleração da economia. “Já estamos economizando”, disse Mantega. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a inflação estiver sob controle, o recurso poderá ser usado na compra de dólares, caso haja excedente forte no mercado local, ou mesmo na aquisição de títulos da dívida pública. A idéia é que a compra da moeda norte-americana enfraqueça o real no mercado internacional, facilitando as exportações brasileiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para não ficar parado no fundo, o recurso economizado poderá ser aplicado em papéis do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), que rendem atualmente 6,5% ao ano. “É uma poupança que vai ser utilizada na época de vacas magras”, ressaltou Mantega, no auditório da Caixa Econômica Federal em São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o ministro, o governo resolveu fazer essa poupança fiscal em função da disponibilidade de arrecadação que a economia possui neste momento. “Nós estamos com o país crescendo mais, arrecadando mais e, portanto, existe uma poupança que pode ser criada. Essa poupança será toda aplicada no Fundo Soberano”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalidades &lt;br /&gt;Na quinta-feira, em El Salvador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que tomou a decisão de criar o fundo especial com o objetivo de conter a inflação. Ele apontou como razão o cumprimento de duas finalidades extraordinárias: a primeira, é que teremos uma reserva para eventuais emergências. A segunda, você tira dinheiro que poderia gastar no custeio e, num primeiro momento, pode até servir de superávit primário”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão de criar o fundo, segundo Lula, “é um sinal de que não brincaremos com a política fiscal, até porque nós não queremos retrocesso na economia brasileira e muito menos desejamos que a inflação volte. Nós já sabemos como é essa música porque já vivemos muito tempo”, justificou o presidente. Lula esperava que Mantega anunciasse a criação do fundo quinta-feira. Mas, por problemas de agenda, o ministro só conseguiu reunir a imprensa ontem, em São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o ministro da Fazenda, o fundo soberano será administrado pelo Tesouro Nacional e promoverá a internacionalização das empresas brasileiras por meio da compra dos títulos do BNDES. “Mas tem o seguinte: o Tesouro não fará operação com empresas. Ele apenas apoiará as companhias privadas de maneira indireta, ressaltou Mantega. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Necessidade &lt;br /&gt;Ao ser questionado sobre qual seria o valor destinado à atuação cambial, Mantega disse que “essa é uma informação que não pode ser fornecida, sob o risco de influenciar as negociações de mercado. Nós estamos observando as condições financeiras e continuaremos fazendo isso. A gestão do fundo será flexível e, se for necessário, compraremos dólares”, afirmou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantega disse ainda que a criação do fundo soberano é necessária, mesmo com o país tendo ainda uma previsão de déficit nominal para este ano. Além da poupança, o ministro afirmou que o governo fará alguns ajustes em gastos de custeio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, ele se recusou a dizer quais gastos serão cortados. Posso apenas dizer que as despesas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não serão afetadas pela economia nem pelo superávit adicional de 0,5% do PIB”, frisou. Para a criação do fundo soberano, o Congresso terá que aprovar o projeto de lei. “Embora o Brasil tenha taxas de inflação menores do que a maioria dos países emergentes, ainda assim temos que tomar cuidado. Estamos empenhados em impedir que a inflação cresça”, disse o ministro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Correio Braziliense             BOMBAS DE FRAGMENTAÇÃO&lt;br /&gt;Tratado proíbe armamentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de intensas negociações e anos de campanha internacional, 111 países reunidos ontem em Dublin, capital da Irlanda, adotaram um tratado histórico que proíbe as bombas de fragmentação em todo o mundo. O debate incluiu brechas no documento capazes de beneficiar potências como os Estados Unidos, Israel, China e Rússia, que se recusaram a tomar parte das negociações. O acordo proíbe o uso, a produção, a transferência e o armazenamento desse tipo de armamento, que pode provocar morte e mutilação de milhares de civis no mundo. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, considerou que o acordo cria um “novo modelo internacional para a proteção das populações civis”. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Vôo na América do Sul pode ter descontos de até 80%&lt;br /&gt;Até setembro, Anac liberará totalmente as promoções&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de amanhã, entra em vigor a segunda etapa da liberação gradual de tarifas em vôos para a América do Sul definida pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Na prática, as empresas poderão oferecer descontos de até 80% nos preços das passagens do Brasil para países como Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em março, a agência já havia permitido a oferta de descontos de até 50%. A partir de setembro, haverá liberdade total na definição dos preços dos bilhetes. O desconto pode ser aplicado sobre o valor de referência da Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo) por companhias brasileiras e estrangeiras, como TAM, Gol, Varig, Aerolíneas Argentinas, Lan, Pluna, American Airlines, British Airways, Lufthansa, Taca-Peru, Avianca e Lloyd Aéreo Boliviano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Marcelo Guaranys, diretor da Anac, a medida visa estimular a concorrência e a redução do preço dos bilhetes para o consumidor, mas a decisão sobre a aplicação do desconto dependerá das companhias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberação nos preços dos bilhetes para os países vizinhos é o primeiro passo da agência para a flexibilização tarifária de todos os vôos internacionais que partem do Brasil. A Anac tem planos de liberar os preços dos bilhetes em vôos para América do Norte, Europa, Ásia, África e Oceania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião de José Márcio Mollo, presidente do Snea (Sindicato Nacional de Empresas Aeroviárias), não deverão ocorrer mudanças significativas nos preços dos bilhetes em razão do aumento dos preços do petróleo. De acordo com ele, o querosene de aviação já subiu cerca de 30% este ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele avalia que as empresas brasileiras são capazes de enfrentar o aumento da competição na América do Sul, mas não teriam condições de enfrentar as estrangeiras com a liberação de preços para outros destinos. "As empresas não são contra a liberação, mas não têm condições semelhantes para concorrer. O governo precisa tirar os empecilhos antes de flexibilizar", disse. (JL)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Petrobras encomendará 12 sondas no exterior&lt;br /&gt;Indústria nacional não tem capacidade de produção&lt;br /&gt;PEDRO SOARES E JANAINA LAGE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretoria da Petrobras aprovou ontem o aluguel no exterior dos 12 primeiros navios-sondas destinados ao programa de contratação de 40 equipamentos de perfuração em águas profundas até 2017, para atender as descobertas do pré-sal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As 12 unidades serão construídas fora do país por falta de capacidade técnica dos estaleiros brasileiros. Dez sondas serão montadas por empreiteiras brasileiras em estaleiros no exterior. Para as outras duas, a estatal fará a encomenda a empresas estrangeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançado na segunda com a presença do presidente Lula, o plano de encomendar as 40 sondas deve consumir investimentos de até US$ 40 bilhões -o custo de cada equipamento pode chegar a até US$ 1 bilhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estatal lançará licitação para contratar as empresas que receberão as encomendas. Inicialmente, a idéia era encomendar todas no país, mas a Petrobras constatou que a indústria naval brasileira não dispunha de capacidade para construir os equipamentos, por isso a contratação de brasileiras para montarem as unidades em estaleiros no exterior.&lt;br /&gt;"As próximas [sondas] deverão ser construídas no Brasil, o que demandará grandes investimentos em infra-estrutura para permitir que a indústria nacional tenha capacidade competitiva em preço e qualidade", diz a Petrobras, em nota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em carta à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o presidente do Sinaval (Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore), Ariovaldo Rocha, disse que os estaleiros não têm condições de atender à encomenda dos 12 primeiros navios-sondas, cuja entrega está prevista para 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o sindicato, os estaleiros nacionais nunca fabricaram navios-sondas antes e precisam de pelo menos quatro anos para a gerar capacidade e dominar procedimentos e tecnologia de construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta semana, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse que a empresa encomendaria "o máximo possível e o mais rápido possível" de sondas à indústria nacional, consultada sobre sua capacidade de produção no curto prazo. "Vamos dar a máxima prioridade para a indústria do Brasil."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinaval afirmou que existe no cenário mundial uma ocupação completa dos estaleiros internacionais com elevados prazos para início de novas obras. Na segunda, Gabrielli afirmou que o mercado de sondas está superaquecido e falta equipamentos no mercado. O aluguel chega a US$ 600 mil a diária.&lt;br /&gt;O Sinaval diz, em nota, que há oportunidade para empresários, técnicos e operários do setor que pode ser aproveitada com aumento do investimento. "Existem empreendedores locais e internacionais interessados em expandir instalações industriais já existentes e implantar novos pólos no país."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Conselho de Administração do grupo Odebrecht, Emílio Odebrecht, disse nesta semana que a companhia pretende investir nas construções de mais um estaleiro. O objetivo é aproveitar a demanda por sondas gerada pelas descobertas no pré-sal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Braskem&lt;br /&gt;A Petrobras formalizou ontem o aumento de participação no capital da Braskem, de 8,1% para 30% no capital votante e de 7,1% para 23,1% no total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram integradas na Braskem as participações da Petrobras na Copesul (37,3%), Ipiranga Petroquímica (40%), Ipiranga Química (40%) e da Petroquímica Paulínia (40%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Jornal do Brasil             INFORME JB&lt;br /&gt;Campanha pela Amazônia em Roma&lt;br /&gt;Leandro Mazzini&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da República desembarca hoje na Itália para uma agenda pesada, e importante – como adiantou o Informe . Lula vai discursar semana que vem em evento do Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. Leva na mala um discurso muito bem escrito pelo chanceler Celso Amorim. Defenderá a soberania brasileira pela parte que nos cabe na Floresta Amazônica, vai falar de biodiesel, e lembrará que há muitos especuladores ganhando dinheiro com a alta dos alimentos por conta do boato de que isso é resultado da política de biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reforço chegará a tempo. No domingo, desembarcam em Roma os ministros Geddel Vieira (Integração), Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário), Patrus Ananias (Desenvolvimento Social), Franklin Martins (Comunicação). Espera-se a chegada de Carlos Minc (Meio Ambiente), a nova estrela da trupe. Esse esquete levará números para respaldar Lula. Entrelinhas, querem mostrar ao mundo que é possível uma agenda desenvolvimentista com sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Jornal do Brasil             Unidades de GNL começam a funcionar a partir de setembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Petrobras e o BG Group realizam assinam, segunda-feira, contratos de suprimento de Gás Natural Liquefeito. Este será o quarto contrato assinado pela estatal para garantir o suprimento para as duas unidades de GNL que deverão entrar em operação, respectivamente, em setembro deste ano e em abril de 2009, em Pecém (CE) e no Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início de maio, a diretora Graça Foster já havia informado que o único contrato que poderia ser revelado era com a Shell, já que os outros três possuíam acordo de confidencialidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Águas cubanas&lt;br /&gt;A estatal está estudando um bloco para exploração de petróleo em águas profundas de Cuba como parte de um acordo mais amplo de cooperação com o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Planejamos cooperar não só na exploração e na produção, mas em lubrificantes, no refino e no treinamento – disse André Ghirardi em Havana durante um encontro de empresários cubanos e brasileiros. –Trabalhamos com a possibilidade de explorar um bloco no Golfo do México, mas as negociações não foram concluídas, estão avançando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interesse em blocos cubanos no Golfo do México é um reflexo da elevação nos preços do petróleo. Sete empresas estrangeiras assinaram acordos de exploração com a petroleira estatal cubana CUPET para 28 dos 59 blocos disponíveis nas águas profundas do Golfo, localizadas na Zona de Exclusão Econômica de Cuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Serviço Geológico dos Estados Unidos calcula que a bacia no norte de Cuba pode conter 4,6 bilhões de barris de petróleo, com potencial para 9,3 bilhões de barris, além de aproximadamente 1 trilhão de pés cúbicos de gás natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Jornal do Brasil             Petrobras bate recorde de exportação de petróleo&lt;br /&gt;Resultado reduziu valor do déficit da balança de pagamentos da empresa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças ao recorde na exportação de petróleo bruto, a Petrobras conseguiu reduzir o déficit na balança de pagamentos em abril. A estatal exportou uma média de 530 mil barris/dia no mesmo mês, como informou ontem o diretor de abastecimento e refino da estatal, Paulo Roberto Costa. No mês passado, o déficit da Petrobras caiu para US$ 550 milhões, ante os US$ 775 milhões registrados em março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O saldo foi positivo em abril e, como já previ antes, a tendência é que este déficit seja revertido. Vamos fechar o ano com a balança superavitária – afirmou Costa em evento em que foram divulgados os projetos sociais que a estatal apoiará neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costa calculou que o déficit da balança deverá ser revertido entre julho e agosto. Além do aumento das exportações de petróleo, ele ressaltou que o retorno das operações de uma das unidades de refino da Replan, em Paulínia (SP), foi decisivo para o saldo de abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Nosso parque de refino está trabalhando em alta capacidade. Devemos passar, em maio, de 1,8 milhão de barris/dia de capacidade – afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor negou que a Petrobras tenha interesse de adquirir postos de combustíveis nos Estados Unidos. Costa não quis comentar as declarações do ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais), de que uma nova refinaria da empresa seria construída no Ceará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção rápida&lt;br /&gt;O diretor da área de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, avalia que o novo campo da Petrobras recentemente descoberto deve produzir rapidamente. A nova unidade vai demandar menos investimentos e tecnologia do que a área pré-sal, e por este motivo deve entrar em produção em menos tempo do que previsto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, a nova descoberta é "extremamente importante" para a companhia, já que alia óleo de alta qualidade com a facilidade da sua extração. Ele não quis, no entanto, fazer uma previsão exata para o início da produção. Costa destacou também que em um único poço já furado o potencial de produção foi de 12 mil barris diários, uma média considerada alta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Petrobras aprovou ontem a contratação no exterior de 12 sondas de exploração, como parte do plano para a contratação de 40 unidades deste tipo, anunciado esta semana pela empresa. Ao contrário da previsão inicial, essas primeiras unidades serão construídas no exterior, devido à falta de capacidade dos estaleiros brasileiros. As 12 unidades serão entregues até 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sondas serão utilizadas em águas ultra-profundas. Das 12 unidades, 10 serão alugadas em empresas brasileiras. A Petrobras mantém o plano de contratar as 28 unidades restantes com a exigência de que sejam construídas no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Petrobras decidiu aceitar a construção desse primeiro lote de sondas no exterior depois que estaleiros nacionais apresentaram estudo à estatal, no qual alegam que não têm condições de atender à demanda inicial. A previsão da Petrobras é que as 40 sondas sejam entregues até 2017.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa de Modernização e Expansão da Frota e de Embarcações de Apoio da Petrobras prevê a encomenda de 146 novas unidades de apoio às atividades de exploração e produção marítima de petróleo da companhia, ao custo estimado de US$ 5 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A previsão é que a construção de cada uma das 146 embarcações gere cerca de 500 postos de trabalho. Quando a frota estiver em operação, serão abertas vagas para aproximadamente 3.800 tripulantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Braskem&lt;br /&gt;A Petrobras anunciou ainda que aumentou sua participação acionária na Braskem. A partir de hoje, a estatal detém 30% do capital votante da petroquímica, ante 8,1% anteriormente. No capital total da Braskem, a Petrobras ampliou sua participação de 7,1% para 23,1% do total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo foi aprovado ontem pela assembléia de acionistas da Braskem. Em contrapartida, a Braskem integrou as participações da Petrobras no capital da Copesul (37,3%), Ipiranga Petroquímica (40%), Ipiranga Química (40%) e Petroquímica Paulínia (40%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o acordo, a Odebrecht passa a ter 45% do capital votante da Braskem, com 30% para a Petrobras, 15,1% para a Norquisa, e 9,7% para outros acionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Jornal do Brasil             COLUNA GILBERTO AMARAL&lt;br /&gt;Boas novas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Defesa da Colômbia, Juan Manuel Santos, anunciou que o fim das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que tem 44 anos de existência, pode estar próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santos merece crédito. Foi ele que deu a notícia da morte do líder da guerrilha, Manuel Marulanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo             O desafio da Amazônia&lt;br /&gt;Mario Cesar Flores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O destino da Amazônia não pode ser o de santuário à margem do desenvolvimento nacional, como pretende o ecofanatismo, hipótese já inviável e mais ainda com o aumento da população e sua necessidade de espaço e recursos, nem o de contemporização licenciosa com a permissividade predatória, que atende a interesses econômicos. A solução desse dilema depende de várias ações interativas. Basicamente, o balizamento dos instrumentos orientadores/reguladores do desenvolvimento da Amazônia (Plano Amazônia Sustentável, zoneamento ecológico-econômico, outros) pelo conhecimento da realidade (meio ambiente/ecologia, recursos naturais) e de suas implicações no País e no mundo. E o controle do desenvolvimento, que o proteja da ação humana desordenada, quando não delituosa, e o mantenha na moldura balizada pelo conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A precariedade do conhecimento abre espaço a interpretações interesseiras, prejudiciais à prudência adequada à incerteza. Cabe às nossas instituições de pesquisa, de que são exemplos vocacionados para a região o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e o Museu Emílio Goeldi, papel de destaque na busca do conhecimento sobre a relação homem-natureza, das suas conseqüências climáticas ao empobrecimento da biodiversidade e à degeneração do solo e dos rios, que ameaça o potencial do futuro da região. De qualquer forma, e a despeito do conhecimento insatisfatório, à exceção do interesse econômico beneficiário da desordem facilitada por essa deficiência, por vezes associado ao interesse político paroquial - simbiose que chega a atribuir a atenção à Amazônia à intervenção externa na nossa soberania (!) -, já existe razoável consenso sobre a conveniência de cuidados que evitem o pior, se a ciência confirmar os prognósticos sombrios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passemos ao controle da dinâmica regional, hoje falho e sujeito a dúvidas e contestações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As injunções da atenção exigida pela natureza e as da segurança e defesa - fronteiras permeáveis, delitos de toda ordem, a questão indígena e a atuação de algumas ONGs nessa questão e na biopirataria -, todas complicadas pelas especificidades da região, conduzem naturalmente à conveniência do resgate da lógica inspiradora do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam): o monitoramento tecnológico abrangente, a serviço de órgãos com atribuições temáticas - Ibama, Funai, Incra, Forças Armadas, órgãos policiais e de defesa civil e outros. Apesar de seu início tumultuado, o Sivam foi implantado, mas, exceto o controle do espaço aéreo e da navegação aérea, seus usuários não se adequaram para usá-lo e seu proveito está aquém do seu potencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resgate dessa lógica significa modernizar o monitoramento, assegurando-lhe condições que propiciem aos órgãos responsáveis as informações adequadas à atuação cotidiana requerida pela crescente presença humana na região - informações que demoram hoje o bastante para prejudicar ou invalidar a adoção de medidas preventivas e corretivas. Mas isso não é tudo: a eficácia do controle depende também do desempenho dos órgãos incumbidos dessas medidas, em geral complementares, cujas perspectivas científicas ou ideológicas e ações práticas nem sempre são harmônicas, quando não influenciadas por interesses econômicos e/ou políticos - um caldo de cultura propício à tolerância com os delitos. Há que unificar perspectivas, organizar a cooperação e eliminar a ambigüidade útil às ilicitudes e à fuga da responsabilidade - a confusão sobre a qual órgão cabe "aquele" problema sensível à atenção pública ou a interesses fortes. E há que adequá-los - adequação humana e material - para que possam responder com eficiência às informações do monitoramento, eliminando-se, assim, a costumeira "falta de recursos", que freqüentemente justifica a omissão e até a complacência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca do conhecimento da região e a credibilidade do controle do desenvolvimento regional no respeito às possibilidades e limitações definidas na moldura ambiental estruturada no conhecimento serão sinalizações afirmativas que se contraporão judiciosamente à retórica internacionalista e às críticas comumente mal fundamentadas, volta e meia manifestadas na Europa e nos EUA por ONGs, mídia e até autoridades públicas, como foi a menção do presidente Mitterrand ao "droit d?ingérance". Serão indicações irrefutáveis de que a Amazônia brasileira é mesmo brasileira (fora espanhola até o ocaso de Tordesilhas, depois luso-brasileira e finalmente brasileira) e o uso de seu espaço e seus recursos é direito brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contrapor-se-ão judiciosamente porque esse direito, como todo direito, não se configura no voluntarismo vazio: embora ainda a ser mais bem conhecida, a influência supra-regional da natureza amazônica atrai a atenção sobre a região, cujo uso insatisfatoriamente planejado, regulado e controlado gera preocupações no mundo, algumas razoáveis, outras, no mínimo, questionáveis. Em particular, a conexão do desmatamento (exploração da madeira, avanço agropecuário) com o clima regional e global, que, apesar de carente de estudo, já pesa na sensibilidade mundial, acabará induzindo pressões políticas e econômicas (embargos, selo verde, certificações restritivas) capazes de nos criarem constrangimentos e preocupações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo esse quadro sugere, realística e compreensivelmente, que o usufruto soberano e tranqüilo da posse e do domínio conferidos ao Brasil pela combinação da natureza com a História tem um preço, que não podemos simplesmente ignorar: a compatibilização racional e responsável entre esse usufruto e os cuidados com a natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso não se resolve com arroubos de ufanismo nacionalista, sinceros ou a serviço de interesses. É um desafio de tamanho amazônico, para cientistas, estadistas com visão de futuro e administradores públicos competentes - e para os cidadãos brasileiros brancos, negros e índios que vivem na região. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mario Cesar Flores é almirante-de-esquadra (reformado) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo             STF deve decidir sobre reserva só em agosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol (RR) pode ficar agora para o segundo semestre. O presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, cogita adiar a votação para agosto porque o relator, Ayres Britto, tem de analisar muitos documentos. O julgamento estava previsto para a primeira quinzena de junho. Ayres Britto analisa 33 ações contestando a demarcação em área contínua. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo             Brasil quer ser maior parceiro de Cuba&lt;br /&gt;País pretende tomar posto de Caracas de principal aliado comercial da ilha&lt;br /&gt;Denise Chrispim Marin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em visita oficial a Cuba, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse ontem que o governo brasileiro quer que o Brasil assuma o posto da Venezuela como principal parceiro da ilha na América Latina. Para isso, o Itamaraty organizou uma missão com cerca de 40 executivos de empresas brasileiras interessadas em ampliar o comércio e alicerçar investimentos produtivos em Cuba e preparou terreno para a assinatura de um acordo de cooperação tecnológica para o cultivo da soja no país caribenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amorim desembarcou em Havana na noite de quinta-feira, pouco depois do retorno do chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, a Caracas. Diferente de Maduro, que foi recebido pelo presidente de Cuba, Raúl Castro, Amorim não havia conseguido uma audiência com o líder cubano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quero reafirmar que o Brasil quer participar desse novo momento de Cuba. Sem excluir nenhum outro país, gostaríamos de ser o sócio número 1 dos cubanos”, disse Amorim para uma platéia de empresários brasileiros e cubanos. Poucas horas depois, diante do ministro das Relações Exteriores de Cuba, Felipe Pérez Roque, Amorim repetiu a declaração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomar a posição da Venezuela no comércio com Cuba tornou-se um objetivo na agenda do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que visitou Havana em janeiro. Para Amorim, no entanto, superar o fluxo de comércio Cuba-Venezuela, que foi de cerca de US$ 7 bilhões em 2007, é um objetivo de longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o Brasil comercializa com Cuba US$ 412 milhões e não tem intenção de fazer da Petrobrás uma supridora de petróleo a baixo custo para a ilha - como é a PDVSA, estatal petrolífera venezuelana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alcançar seu objetivo, o Brasil entraria na ilha em três setores com os quais a Venezuela não poderia competir: investimentos na produção industrial e na construção de obras de infra-estrutura e os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representantes no Brasil da Volvo, Mercedes-Benz e da Volkswagen participaram ontem do seminário e, acompanhados pelo presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Reginaldo Arcuri, reuniram-se com a diretoria da estatal Cunecamoto para tratar da instalação de plantas para a fabricação de ônibus e caminhões no país. Em março, a ABDI havia ciceroneado uma visita de prospecção de duas siderúrgicas, a Gerdau e a Acesita, da fabricante de maquinaria agrícola CNH e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotivos (Anfavea). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empreiteira Camargo Correa e a Maubisa, do setor de açúcar e álcool, também participaram do seminário de olho nas oportunidades abertas na nova fase de Cuba. Segundo autoridades cubanas, o país está pronto a absorver investimentos brasileiros nos setores de energia, de produção de níquel, de óleos lubrificantes, de comunicações e do agronegócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pérez Roque afirmou ontem que Raúl Castro tem um interesse particular no estímulo da produção de soja, o que abre outra oportunidade para o Brasil aprofundar sua presença na ilha, que importa cerca de 85% dos alimentos que consome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Queremos ajudar na segurança alimentar de Cuba”, afirmou Amorim, diante dos empresários e de representantes do governo cubano. Como parte da primeira fase de cooperação entre os dois países, as Forças Armadas cubanas deverão implementar um projeto da Embrapa de produção de soja em uma área de 35 mil hectares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEGUNDA FASE&lt;br /&gt;A condução militar desse projeto tornou-se evidente ontem com a presença na cerimônia de assinatura do acordo do general Rubens Martínez, diretor da União Agropecuária do Ministério das Forças Armadas Revolucionárias, e do coronel Abel Izquierdo, chefe da área econômica das Forças Armadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ocasião, Pérez Roque fez questão de apresentá-los a Amorim, que não perdeu tempo e adiantou logo as discussões para uma segunda fase de cooperação dos cubanos com a Embrapa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Globo             Catamarã Expresso Macaé volta a circular&lt;br /&gt;Embarcação foi totalmente reformada em cumprimento à exigência feita pela Agetransp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Totalmente reformado, começou a circular ontem o catamarã Expresso Macaé, que fará a travessia entre as praças Quinze e Araribóia, cumprindo a exigência feita pela Agetransp à concessionária Barcas S/A. A medida visa a melhorar o transporte marítimo de passageiros na Baía de Guanabara. Na sexta-feira passada, a lancha Boa Viagem, com capacidade para 2 mil passageiros, voltou a operar, depois de ter sido reformada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também ontem foi entregue a conclusão dos estudos feitos para mudar as formas de acesso e embarque de passageiros nas duas estações. A Agetransp havia determinado também à Barcas S.A. a entrada em operação de duas novas pontes de atracação, uma no terminal da Praça Quinze e outra no da Praça Araribóia, para possibilitar a atracação simultânea de dois catamarãs sociais, de 1.300 lugares cada, além das barcas tradicionais de 2 mil lugares. Essa medida reduziria à metade o tempo total gasto pelo usuário até entrar na embarcação e permitiria, conseqüentemente, maior capacidade de escoamento das filas nos horários de rush. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Barcas S/A apresentou também os cronogramas referentes à fabricação dos novos pontos de atracação, aos serviços de dragagem das áreas dos cais dos terminais das Praças Quinze e Araribóia, e à obtenção das licenças necessárias à sua instalação junto aos órgãos competentes. A Agetransp acredita que as duas novas pontes de atracação dos terminais do Rio e de Niterói sejam instaladas até o dia 1º de julho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais lugares nas estações da Praça Quinze e Araribóia &lt;br /&gt;No último dia 9, as estações das praças Quinze e Araribóia tiveram as suas capacidades ampliadas em cerca de 300 lugares cada uma, com a utilização do espaço anteriormente reservado à linha seletiva. Na mesma data, a linha social Praça Quinze- Praça Araribóia passou a contar com mais seis catracas, sendo três na Praça Quinze e três na Praça Araribóia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Agetransp, as operações de embarque e desembarque de passageiros no terminal são simultâneas e duram cerca de 11 minutos. Quando o salão de espera do terminal atinge seu limite de ocupação, as catracas travam, segundo a capacidade da embarcação, bloqueando o acesso ao salão de espera. Os usuários são transferidos para o corredor de acesso às rampas de embarque, entrando na embarcação. Quando o salão de espera esvazia, as catracas são liberadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Globo             NOTAS&lt;br /&gt;FIM DAS TENDAS /DRAGAGEM DA BAÍA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM DAS TENDAS &lt;br /&gt;A Secretaria estadual de Saúde desativou ontem as tendas de hidratação abertas desde março para atender a pacientes com dengue. O motivo é a desaceleração da epidemia no Rio. As tendas registraram 41 mil atendimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DRAGAGEM DA BAÍA &lt;br /&gt;A Agência Reguladora de Transportes Públicos (Agetransp) pediu à Secretaria estadual do Ambiente que dê prioridade ao licenciamento para dragagem dos canais usados para navegação comercial na Baía de Guanabara. A retirada do lodo permitirá a realização de obras nos píeres das estações das praças XV e Araribóia para que duas embarcações atraquem ao mesmo tempo, reduzindo o intervalo entre as viagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Globo             Células-tronco: cientistas aceleram estudos&lt;br /&gt;Brasil deve ter a primeira linhagem de células embrionárias humanas totalmente nacional ainda este ano&lt;br /&gt;Antônio Marinho e Roberta Jansen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas não perderam tempo. Logo após o Supremo Tribunal Federal (STF) liberar as pesquisas com células-troncos embrionárias humanas, eles já planejam acelerar os estudos na área. Com a liberação, a pesquisadora Lygia Pereira, professora associada do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências da USP, afirma que o Brasil terá sua primeira linhagem de células-tronco embrionárias humanas até o final deste ano. Só 17 países têm linhagens próprias, o que é importante para a autonomia dos estudos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor conhecimento poderá ajudar a desenvolver terapias contra doenças degenerativas e o câncer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nosso grupo já trabalha há dois anos nessa pesquisa. Estamos interessados em estudar melhor o cromossomo X no início do desenvolvimento embrionário. Numa segunda etapa poderemos adequar a metodologia para produzir células embrionárias para testes clínicos - diz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os estudos de cientistas brasileiros avançarem, o país poderá ter autonomia nesse setor de pesquisa. Segundo Lygia, o Brasil não precisará importar tecnologia. Porém, ainda é preciso mais recursos financeiros e humanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Há dez anos iniciamos pesquisas com células embrionárias de camundongos e já treinamos muitos profissionais, assim como o grupo do professor Stevens Rehen, da UFRJ. Pretendemos seguir o mesmo modelo com células humanas - conta Lygia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rehen coordena um dos primeiros laboratórios nacionais a ter sucesso nessa área e diz que o resultado do julgamento legitimou a continuidade da pesquisa com células embrionárias humanas. Isso vai trazer mais investimentos e estimular a formação de profissionais qualificados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O mais importante é a certeza de que vai ser possível continuar com as pesquisas iniciadas em 2005, garantir novos investimentos. Agora as pessoas envolvidas nessas pesquisas vão trabalhar com muito mais empenho e haverá um maior conhecimento - diz Rehen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo de Rehen trabalha com linhagens de células embrionárias humanas na geração de neurônios para uso em casos de lesão medular e mal de Parkinson e já conseguiu bons resultados em estudos com animais em laboratório, apesar do compasso de espera imposto às pesquisas pela indefinição da legislação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É cedo para falar em terapia com células-tronco embrionárias em doenças degenerativas - ressalva. - É uma pesquisa demorada, mas estamos testando modelos não só com as embrionárias, mas também com as adultas e ainda misturando as duas. Já temos indícios de que a combinação é o melhor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Rehen, trata-se de não ficar para trás na corrida pela medicina do futuro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mais de 20 países estão investindo pesado nessa linha de pesquisa. Nosso prejuízo seria sentido não amanhã, mas daqui a dez anos, quando teríamos que importar, como hoje fazemos com a maioria das coisas em biotecnologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Marcelo Morales, presidente da Sociedade Brasileira de Biofísica, acredita que se abriu a chance para que todos os brasileiros, no futuro, possam ter acesso a tratamentos de doenças até então incuráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Globo             Lula: luta contra inflação é prioridade&lt;br /&gt;Presidente afirma que adotará remédios amargos, se for necessário&lt;br /&gt;Ronaldo Brasiliense&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BELÉM. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que o governo usará todas as armas disponíveis - inclusive remédios amargos - para evitar a volta da inflação, e garantiu que o Brasil caminha para obter índices de crescimento sustentáveis. Em discurso no encerramento do I Fórum dos Governadores da Amazônia Legal, disse que o Brasil hoje dá exemplos de boa gestão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tenho muita sorte mesmo. Outra agência internacional de classificação de risco reconheceu o Brasil como local seguro para investimentos, e a Petrobras descobriu um novo campo de petróleo na bacia de Santos - disse, lembrando que o país dispensou ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI) e que hoje tem reservas superiores a US$200 bilhões de dólares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente se referia à decisão da agência Fitch Ratings que, na quinta-feira, elevou a nota de risco do Brasil para grau de investimento. Há um mês, a Standard &amp; Poor's já havia colocado o país no mesmo patamar de país seguro para investimentos financeiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula disse que administra o Brasil como se estivesse em sua casa - só gasta o que tem e só dá presente para o filho quando sobra dinheiro - e deixou claro que confia nos rumos da economia até o fim de seu segundo mandato, sem acidentes de percurso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esse país não voltará a ter recessão - disse Lula, acrescentando que o século XIX foi da Inglaterra, o XX dos EUA e que o século XXI será não apenas de China e Índia, mas também do Brasil. - Tem crise nos EUA, tem crise na União Européia, mas nós aqui no Brasil estamos tranqüilos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a crise mundial de alimentos, Lula afirmou que pode ser benéfica para o Brasil. Na avaliação do presidente, o país tem terras férteis, muita água e sol, podendo expandir sua produção agrícola para, no curto prazo, credenciar-se como um dos maiores produtores de alimentos do planeta. Ele disse que o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, já recebeu instruções para dinamizar o setor agrícola brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Globo             Derrapagem de avião mata embaixatriz do Brasil&lt;br /&gt;Aeronave sai da pista ao aterrissar na capital de Honduras, matando outras 4 pessoas. Embaixador ficou ferido&lt;br /&gt;Sabrina Valle*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos cinco pessoas morreram e 65 ficaram feridas quando uma aeronave da companhia Taca que pousava no aeroporto de Tegucigalpa, em Honduras, derrapou da pista molhada e avançou sobre carros em movimento numa rua da cidade. Entre os mortos está a embaixatriz brasileira em Honduras, Jeanne Chantal Neele. O embaixador, Brian Michael Fraser Neele, sofreu fratura nas duas pernas, sendo a da esquerda uma fratura exposta. Ele está hospitalizado, mas fora de perigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embaixador passará por cirurgia na perna esquerda &lt;br /&gt;Os dois retornavam a Tegucigalpa depois de acompanharem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na III Cúpula de Chefes de Estado e de Governo do Brasil e dos países do Sistema para a Integração Centro-Americana (Sica), em San Salvador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os mortos também estão o piloto, o salvadorenho César D'Antonio, e o presidente do Banco Centro-Americano de Integração Econômica (BCIE), o nicaragüense Harry Brautigam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O embaixador, que tem 67 anos, terá de passar por cirurgia, mas antes precisará esperar a perna esquerda desinchar, segundo informaram médicos à vice-consulesa Francisca Melo, que o acompanha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele disse ter percebido que o avião não conseguiria parar, mas deve ter desmaiado, pois me perguntou depois o que tinha acontecido - disse ao GLOBO a vice-consulesa, de Tegucigalpa. - Os relatos são de que o avião não conseguiu parar por causa do mau tempo e saiu da pista, que é curta. A aeronave passou por cima de carros. Os passageiros da primeira classe foram os mais afetados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neele chegou ontem lúcido ao hospital privado Dime, em Tegucigalpa, onde está internado. Foi o próprio que escolheu onde seria tratado. Funcionários da embaixada ficaram horas sem saber do paradeiro da embaixatriz. Neele só tomaria conhecimento da morte da mulher à noite, depois da chegada de um de seus dois filhos à cidade e depois de o Itamaraty ter divulgado uma nota de condolências, informou a secretária do embaixador, Maria Helena Berengue. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neele assumiu o cargo há três meses, depois de deixar o posto de cônsul-geral em Roma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aeronave, um Airbus A320 fabricado em 2001, ficou partida em três partes e teve vazamento de combustível. O modelo é similar ao do acidente da TAM no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, no ano passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estavam a bordo 124 pessoas. Segundo a Taca, todos os feridos receberam tratamento médico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aeroporto de Tegucigalpa é um dos aeroportos mais difíceis para pouso na América Latina. A cidade fica em meio a montanhas, a pista é curta e de difícil aproximação. As instalações foram construídas em 1948 e a pista tem 1.900 metros. O aeroporto não funciona à noite por falta de iluminação na pista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No encontro bilateral em San Salvador, Brasil e Honduras acordaram a ampliação da parceria na área de biocombustíveis e fecharam um compromisso para intensificar acordos comerciais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-8630548401673388540?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/8630548401673388540/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=8630548401673388540&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/8630548401673388540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/8630548401673388540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/05/olha-o-bandeiro-voc-sabia-que-maior.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-8449993447763663192</id><published>2008-05-31T15:19:00.000-07:00</published><updated>2008-05-31T15:20:51.149-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>GLOBO REPÓRTER – 30/05/2008&lt;br /&gt;Exma. Mídia:&lt;br /&gt;Assistindo a reportagem das proezas de pessoas que com sorte, saíram do nada para uma vida abastada e sabendo que são poucos no universo de pessoas existentes, me veio à mente a facilidade com que a mídia encontrou para mostrar um lado bem sucedido de uma minoria brasileira.Sabemos todos nós que a maioria vivem umas realidades diferentes, que mesmo lutando com todas as forças não conseguiram chegar lá impedidos na maior parte por injustiças e decepções sofridas. Até hoje com 47 anos de vida, nunca vi nenhum desses milhões... Receber destaque em algum canal de TV com tamanho valor ser mostrado ou reportado com tanta ênfase em um programa tradicional e famoso como o Globo Repórter, e, escrevo porque pertenço à classe desses milhões detentores de uma história diferente da mostrada com destaque em Rede Nacional em 30/05/2008. Sendo assim fica uma pergunta ainda sem resposta, porquê? Será meu mundo outro? Creio que não, pois sei que minha história, que é igual a muitas que existem e representa muito para mim, não seja de interesse das grandes reportagens ou até mesmo de opiniões defendidas por “valores” detentoras e patenteadas por grandes conglomerados de comunicação que com reportagens como a divulgada sexta-feira à noite na mídia, se abastece e ao mesmo tempo se sustenta na publicidade de incentivo do consumismo desenfreado seja o produto qual for, alimentando a ilusão e fantasia das pessoas, sendo assim catastrófico para a sociedade no despertamento da busca e cobiça... Sem precedentes daquilo que muitas vezes não se pode alcançar. Escrevo não como um desabafo, mas uma opinião de um cidadão brasileiro que como tantos outros tem uma opinião a ser defendida, mesmo assistindo, outras opiniões formadas e defendidas com unhas e dentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-8449993447763663192?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/8449993447763663192/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=8449993447763663192&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/8449993447763663192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/8449993447763663192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/05/globo-reprter-30052008-exma.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-1511870260890507843</id><published>2008-05-27T17:10:00.000-07:00</published><updated>2008-05-27T17:11:34.324-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Correio Braziliense             MEIO AMBIENTE&lt;br /&gt;Greenpeace realiza protesto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ativistas do Greenpeace realizaram um protesto ontem para cobrar do governo brasileiro maior apoio à criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul. Uma baleia inflável de 15 metros de comprimento foi colocada em frente ao Palácio do Planalto. A ação marcou a entrega de uma petição com mais de 12 mil assinaturas a um representante da Presidência da República. Em 1999, o governo brasileiro propôs a criação do santuário, mas a idéia não saiu do papel. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Correio Braziliense             MEIO AMBIENTE&lt;br /&gt;Com a Amazônia, não tem negócio&lt;br /&gt;Lula manda um duro recado aos estrangeiros interessados em fatiar ou controlar a região. Alerta que é necessário combater o desmatamento, mas destaca a importância do desenvolvimento do Norte do país&lt;br /&gt;Ricardo Miranda e Leonel Rocha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio e Brasília — Na véspera de dar posse ao novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que assume o cargo hoje no lugar de Marina Silva, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou ontem o mais duro recado aos chefes de Estado, estudiosos e ambientalistas que defendem uma gestão compartilhada das florestas tropicais do planeta: “O mundo precisa entender que a Amazônia brasileira tem dono”, afirmou. “O dono da Amazônia é o povo brasileiro, são os índios, os seringueiros, os pescadores. E nós, que somos brasileiros, temos consciência de que é preciso diminuir o desmatamento, as queimadas, mas também temos a consciência de que é preciso desenvolver a Amazônia”, disse Lula, muito aplaudido, ao discursar na abertura 20º Fórum Nacional do Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Centro do Rio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No evento com a presença de cientistas e diplomatas de vários países — entre eles os professores Edmund Phelps, Prêmio Nobel de economia de 2006, e Albert Fishlow, da Universidade de Columbia, além do jornalista Roger Cohen, colunista do New York Times — Lula afirmou que não permitirá a segregação das 25 milhões de pessoas dos nove estados amazônicos. Segundo o presidente, essa população não pode ser impedida de aproveitar o desenvolvimento econômico que beneficia o restante do país. “É muito engraçado que os países responsáveis por 70% da poluição do planeta agora fiquem de olho na Amazônia como se fosse apenas nossa a responsabilidade pelo que eles mesmos não fizeram todo o século passado”, afirmou o presidente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante do embaixador do Japão no Brasil, Ken Shimanouchi, Lula disse o “o protocolo de Kyoto já faliu”, e criticou países que nunca referendaram esse acordo internacional para reduzir as emissões de gases poluentes. Lula não citou diretamente os Estados Unidos, país que se recusou a assinar o protocolo. O presidente acusou os países desenvolvidos de terem “preconceitos arraigados” e de montarem “lobbies fortíssimos” contra os biocombustíveis. “O Brasil não se assusta com campanhas orquestradas”, garantiu Lula. Ele também informou que viajará na próxima semana para Roma onde participará da conferência da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). O tema principal será a polêmica entre produção de alimentos e de bioenergia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente lamentou a política protecionista dos Estados Unidos e da Europa contra produtos brasileiros, verdadeira responsável, segundo ele, pelo aumento global do preço dos alimentos — e não a nova matriz energética renovável. Segundo assessores, Lula está particularmente irritado com reportagem do New York Times, publicada na semana passada, em que o periódico pergunta: “De quem é esta floresta amazônica, afinal?”. No texto, o jornal diz que “um coro de líderes internacionais está declarando mais abertamente a Amazônia como parte de um patrimônio muito maior do que apenas das nações que dividem o seu território”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etanol &lt;br /&gt;Também recentemente, o economista americano Paul Krugmann, em um artigo no mesmo NYT, chamou o etanol de “demônio” e listou o combustível como uma das causas da alta dos preços dos alimentos. “Não é correto afirmar que vamos prejudicar o cultivo dos alimentos. O etanol pode diminuir a crise energética e a poluição. O mundo pode e deve assinar um pacto global pelo uso de fontes alternativas de energia”, defendeu o presidente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pedido do novo ministro Carlos Minc, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) decidiu suspender a divulgação que faria ontem, em São José dos Campos (SP), das análises do sistema de alerta do desmatamento Deter para o mês de abril de 2008. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, a divulgação foi suspensa até que seja acertado com o novo ministro do Meio Ambiente um novo esquema de apresentação dos dados sobre desmatamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança na divulgação evitaria um constrangimento para o novo ministro, já que no dia da posse dele a notícia seria o aumento do desmatamento na Amazônia legal registrado pelo instituto. O Palácio do Planalto confirmou a posse do novo ministro para hoje às 15h, com transmissão de cargo às 18h na sede da Agência Nacional de Águas (ANA). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafios &lt;br /&gt;O maior desafio de Minc será a regularização fundiária nos nove estados que formam a Amazônia Legal. A opinião é consenso entre os dirigentes das maiores organizações não-governamentais (ONGs) ambientalistas e os militantes “verdes” independentes, além dos atuais assessores do próprio governo. “O novo ministro precisará de muito fôlego para poder negociar a regularização fundiária dentro do próprio governo e com os institutos de terra dos estados da região”, disse Paulo Barreto, pesquisador sênior do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados do Imazon, existem 42 milhões de hectares de terras públicas ocupadas por posseiros sem documentação e que precisam ser regularizadas. Essas áreas, segundo a instituição, são o foco das maiores queimadas e de outros graves crimes ambientais na Amazônia. Para poder regularizar essas regiões, será preciso uma negociação do Ministério do Meio Ambiente com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), instituição responsável pelas chamadas terras devolutas da União. “Acabar com as queimadas e o trabalho escravo na Amazônia é o desafio mais urgente para o novo ministro”, disse o biólogo Mário Mantovanni, dirigente da SOS Mata Atlântica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os desafios de Minc não param aí. Ele será cobrado pelos ambientalistas do Congresso para implantar a chamada agenda marrom, que consiste na construção da rede de saneamento básico nas principais cidades brasileiras. Esse tipo de poluição é considerada a maior causa de contaminação de rios, lagos, lagoas e outros mananciais. “Cuidar da Amazônia é estratégico para o Brasil porque a floresta não é somente o estoque de biodiversidade, mas uma das maiores causas de poluição por causa das queimadas”, comentou o deputado Sarney Filho (PV-MA), presidente da Frente Parlamentar Ambientalista da Câmara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Carlos Minc tem vários desafios: impedir o desmatamento, o trabalho escravo e fazer a regularização fundiária na Amazônia”&lt;br /&gt;Mário Mantovanni, dirigente da SOS Mata Atlântica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O ministro terá que identificar quem são os donos da terra na Amazônia, além da União, para poder fazer a regularização fundiária. Além disso, terá que acabar com a impunidade na Amazônia”&lt;br /&gt;Paulo Barreto, pesquisador sênior do Imazon&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desafios de Minc&lt;br /&gt;1 - Regularização fundiária nos nove estados da Amazônia Legal. Existem mais de 24 milhões de hectares de terras públicas na região, boa parte delas ocupada por posseiros sem documentação. É nesse espaço onde acontecem as maiores queimadas para a abertura de novos pastos &lt;br /&gt;2 - Redução das áreas queimadas na Amazônia e em outras regiões do país &lt;br /&gt;3 - Definição de ações da chamada “agenda marrom”, que trata de medidas de despoluição das cidades, com implantação de estações de tratamento dos esgotos caseiros, considerados os maiores poluidores de rios, lagos e outros mananciais de água doce do país &lt;br /&gt;4 - Programa de reciclagem do lixo urbano, hoje considerado um dos maiores problemas de contaminação &lt;br /&gt;5 - Modificações de leis para a antecipação do prazo para que as indústrias de automóveis e de refino de petróleo passem a produzir combustíveis com menor emissão de partículas de enxofre e chumbo, exigência de protocolos internacionais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             País deve usar petróleo para se industrializar, diz Lula&lt;br /&gt;Para ele, descoberta no pré-sal não deve servir apenas para agigantar Petrobras. Industrialização do país consolidaria um modelo de desenvolvimento baseado numa indústria nacional forte, afirma o pres&lt;br /&gt;PEDRO SOARES - DA SUCURSAL DO RIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num discurso pontuado pela defesa da indústria naval brasileira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que o país tem de aproveitar as descobertas de petróleo na camada pré-sal para se "industrializar", e não apenas para converter a Petrobras numa "grande exportadora de petróleo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu não quero que a Petrobras, porque descobriu o pré-sal, vire apenas uma grande exportadora de petróleo, não. Vamos exportar, mas não quero que o presidente do Brasil coloque aquele pano na cabeça como se fosse um xeique do petróleo, não. Eu quero que a gente aproveite esse petróleo para industrializar este país, para consolidar um modelo de desenvolvimento baseado numa indústria nacional forte", disse Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente ressaltou também o papel da estatal como instrumento de política industrial. "É preciso ter consciência de que uma empresa como a Petrobras não pode existir apenas para ser a sexta maior empresa do mundo, a terceira maior empresa das Américas [em valor de mercado]. Ela existe também para ser alavancadora do desenvolvimento deste país e a geradora de oportunidades para outros setores da sociedade."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o presidente, a Petrobras não pode se pautar exclusivamente por decisões empresariais -ainda que perca, no curto prazo, com tal posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se a gente deixasse a nossa querida Petrobras trabalhar apenas pela cabeça empresarial, se ela apenas pensasse em perdas e ganhos de curto prazo, obviamente que ficaria mais fácil para a Petrobras comprar lá fora. Isso é verdade, mas a visão não pode ser apenas a de curto prazo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encomendas nacionais&lt;br /&gt;Mesmo mais caras, o presidente ressaltou a importância das encomendas da estatal à indústria nacional como forma de irradiar o crescimento a outros setores -foi o governo Lula que introduziu, em 2003, regras de conteúdo nacional mínimo (inicialmente de 60%) nas licitações da companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A imbecilidade chega a tal ponto que as pessoas não se lembram que se a gente investir vai contratar trabalhadores, que vão ganhar um salário, que vão virar consumidores, que vão cuidar da família. Portanto, vão gerar emprego no comércio, que vai gerar trabalho na fábrica, que vai ter mais um trabalhador, que vai ter mais um consumidor."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Homens produtivos"&lt;br /&gt;Segundo Lula, desse modo se constrói "uma nação de homens produtivos", mesmo que à custa de despesas maiores nas encomendas da Petrobras. "É mais fácil ir à Correia, a Cingapura, à Noruega e comprar um navio pronto. Dá menos trabalho. Não tem nenhum problema. Quem sabe saísse um pouco mais baratinho do que construir aqui."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A uma platéia de trabalhadores e executivos da indústria naval e políticos, o presidente afirmou que, "nas duas últimas décadas, se vendeu a idéia de que nós não precisaríamos produzir nada" -pensamento responsável pelo sucateamento do setor naval. "Era mais fácil a política do prato feito: comprar tudo pronto."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal política, disse Lula, empurrou "um exército de adolescentes" sem oportunidades para a criminalidade. "É esse o papel que o Estado brasileiro tem de jogar [o de indutor do crescimento] porque, se não for o orgulho de vocês estarem de macacão cuidando dos filhos de vocês, o crime organizado está aí à espera dos deserdados deste país."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Estatal encomenda 230 navios para a indústria nacional nos próximos 10 anos&lt;br /&gt;DA SUCURSAL DO RIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Petrobras vai encomendar prioritariamente à indústria nacional 230 embarcações nos próximos dez anos, na maior contratação desse tipo já feita no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio de licitação, a estatal contratará 146 barcos de apoio à exploração e produção marítima de petróleo até 2014, que, após, a construção serão alugados pela Petrobras. A encomenda demanda investimentos de US$ 5 bilhões. Nos editais, haverá a exigência de conteúdo nacional (peças e equipamentos) de 80%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo modelo será adotado para o afretamento de 40 sonda de perfuração, que estarão em operação até 2017. Nesse caso, porém, a indústria nacional não terá condições de atender a toda encomenda -o país nunca produziu sondas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mas haverá uma prioridade para a indústria naval brasileira. Vamos testar o mercado e faremos o que for possível fazer no Brasil", afirmou José Sergio Gabrielli, presidente da Petrobras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o executivo, a prioridade é fechar o contrato das primeiras sondas no próximo ano para atender às necessidades de perfuração na camada pré-sal -mais nova e promissora província petrolífera do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabrielli afirmou que o mercado de sondas está superaquecido e há falta de equipamentos no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante desse cenário, disse, o custo também explodiu: o aluguel chega a US$ 600 mil a diária. Por todos esses motivos, a companhia optou por licitar 40 unidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estatal lançará ainda a segunda fase do programa de renovação de frota de petroleiros. Serão encomendados 44 ao todo -23 para a frota própria da companhia, 19 a serem alugados e 2 superpetroleiros também destinados ao afretamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Petrobras não divulga os valores estimados das sondas e dos petroleiros para não induzir os preços nas licitações, que já estão em curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Presidente critica cobrança externa sobre a Amazônia&lt;br /&gt;DA SUCURSAL DO RIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem, no Rio, que "o mundo precisa entender que a Amazônia brasileira tem dono e que o dono é o povo brasileiro". Lula aproveitou o discurso de abertura do 20º Fórum Nacional, na sede do BNDES, no centro do Rio, para responder às cobranças internacionais para que o governo consiga deter o desmatamento nas regiões Norte e Centro-Oeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É muito engraçado que os países que são responsáveis por 70% da poluição do planeta agora fiquem de olhos na Amazônia da América do Sul. Como se fôssemos responsáveis por fazer aquilo que eles não fizeram durante todo o século passado. O mundo precisa entender que a Amazônia brasileira tem dono."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula disse também que a preocupação com a preservação da floresta não pode impedir o desenvolvimento da região. Para ele, a população amazônica corre o risco de ser "segregada" se não houver condições para o desenvolvimento: "Afinal de contas, moram lá quase 25 milhões de habitantes, que querem ter acesso aos bens que nós temos aqui no Rio, em São Paulo. Por que essas pessoas têm que ficar segregadas?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o mesmo discurso adotado pelo ministro Roberto Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos). A nomeação de Mangabeira como coordenador do PAS (Plano Amazônia Sustentável) é apontada como um dos motivos da saída de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente. O país tem sido alvo de críticas de ambientalistas após o pedido de demissão dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na platéia do fórum, estava o colunista do jornal "The New York Times" Roger Cohen. No domingo retrasado, o jornal americano publicou uma reportagem intitulada "De quem é esta floresta amazônica, afinal?" Segundo o texto, algumas lideranças mundiais têm afirmado que a Amazônia é um patrimônio mundial- e não apenas dos países que dividem o seu território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No discurso, Lula também criticou a cobertura da imprensa sobre a Unasul (União das Nações Sul-Americanas de Nações), órgão criado oficialmente na última sexta-feira, em Brasília. Ele disse que a Unasul será o primeiro passo para uma integração continental semelhante à ocorrida na Europa. "Trabalhamos na América do Sul com a possibilidade de que as novas gerações possam criar uma moeda única."&lt;br /&gt;(JANAINA LAGE e ROBERTO MACHADO)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-1511870260890507843?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/1511870260890507843/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=1511870260890507843&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/1511870260890507843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/1511870260890507843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/05/correio-braziliense-meio-ambiente.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-4449094144775627217</id><published>2008-05-25T14:38:00.000-07:00</published><updated>2008-05-25T14:39:23.323-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Conselho de defesa fica para depois&lt;br /&gt;Governo da Colômbia rejeita proposta do presidente Lula e justifica ações extraterritoriais. Grupo de trabalho tem a tarefa de elaborar novo projeto para ser apresentado em três meses&lt;br /&gt;A resistência do presidente colombiano, Álvaro Uribe, impediu que a proposta de criação do Conselho de Defesa Sul-Americano — preparada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva — fosse aprovada na reunião de ontem. O Uruguai também apresentou reservas. O vice-presidente Rodolfo Nin Novoa indicou que aceitaria endossar o documento com ressalvas relativas ao uso e à proteção do mar territorial. A solução, encontrada pela chefe de Estado do Chile, Michelle Bachelet, foi a formação de um grupo de trabalho, reunindo representantes dos ministros da Defesa dos 12 países da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), para preparar um novo projeto. O presidente do Paraguai, Nicanor Duarte, propôs um prazo de 90 dias para a tarefa. Ao fim desse período, o projeto final será apresentado aos presidentes em um novo encontro.&lt;br /&gt;A proposta foi encaminhada em discurso por Lula. Para ele, o organismo poderia coordenar as ações para a construção da paz no continente. Caberia ao conselho preservar a integridade territorial e impedir a ingerência externa. Além disso, coordenaria os requerimentos das Forças Armadas dos 12 países, o que viabilizaria a criação de uma indústria militar. Na conferência de imprensa no Palácio do Itamaraty, ao lado do presidente da Bolívia, Evo Morales, e de Bachelet, o mandatário brasileiro negou que a idéia tenha fracassado. “Nosso objetivo era apenas abrir a primeira discussão sobre o tema”, explicou. “Temos vários pontos para levar em consideração, como a questão da Amazônia, do Pacífico, do Atlântico e do Mar do Caribe. Precisamos ter nosso setor de defesa pensando conjuntamente. Isso só será possível se criarmos o instrumento, que é o conselho”, explicou.&lt;br /&gt;Bachelet saiu em seu apoio: “A proposta teria fracassado se não tivesse nem entrado na pauta da reunião de cúpula, ao contrário do ocorreu. Parece-me positivo que países da Unasul tenham projetos de cooperação nessa área. Vamos combinar as capacidades. Há elementos que cada um considera como oportunos. Queremos fechar o grupo de trabalho com uma tarefa concreta”. Ela também argumentou de que o órgão terá condições de normatizar ações para a região, como a intervenção militar no Haiti.&lt;br /&gt;Recusa&lt;br /&gt;Antes do almoço dos chefes de Estado, no Itamaraty, a Chancelaria da Colômbia divulgou nota explicando a recusa. O documento alegava que o país vive sob a ameaça do terrorismo e gozaria de justificativa para ações extraterritoriais — a desculpa contraria o estatuto da nova organização. Lula e Uribe se encontraram após confraternização. A reunião não contou com a presença do presidente do Equador, Rafael Correa (leia mais na página 30), que voltou para seu país no início da tarde de ontem.&lt;br /&gt;A posição do governo brasileiro é de que será possível constituir o novo organismo mesmo sem a presença da Colômbia. Na chegada ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que realizou um tour pela América Latina defendendo a criação do conselho, ressaltou: “Temos 11 a favor e um contra. Isso não inviabiliza a formação do organismo.” Um assessor do chanceler Celso Amorim considerou o resultado bastante proveitoso: “Aqui no Itamaraty nós achávamos que a proposta era audaciosa demais para ser formalizada hoje. A idéia surgiu há apenas dois meses e precisa de um tempo de maturação. Com um prazo para realização do trabalho, será, com toda certeza, aprovada num futuro relativamente curto”, avaliou.&lt;br /&gt;Correio Braziliense&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;Condenação à guerrilha&lt;br /&gt;O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, fez ontem um apelo para que a recém-criada União das Nações Sul-Americanas (Unasul) não conceda status político às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e considerem a guerrilha um grupo terrorista. Ele justificou a negativa de Bogotá em criar o Conselho de Defesa Sul-Americano, uma idéia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: “Temos um problema de terrorismo muito grave, que gerou dificuldades políticas com governos de povos irmãos”. E disse esperar que a América do Sul seja um continente onde não seja permitido a ninguém romper a regra democrática. “Queremos que todos da Unasul colaborem para capturar os terroristas que afetem a qualquer povo irmão”, apelou. “O continente deve atrever-se a qualificar como terrorista todos os grupos violentos que atentarem contra a democracia”, acrescentou.&lt;br /&gt;De acordo com o líder colombiano, os “terroristas” das Farc têm alta capacidade de recrutamento. “Na Colômbia, chegamos à quarta geração de guerrilheiros. As Farc têm sido um grupo sanguinário, terrorista, que assassina mulheres grávidas e crianças, explode carros-bomba e atenta contra a democracia”, reforçou. Questionado se a inclusão das Farc na lista dos grupos terroristas seria uma condição para a adesão de Bogotá ao Conselho de Defesa Sul-Americano, Uribe respondeu que esse é “um ponto de reflexão”.&lt;br /&gt;Correio Braziliense&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;Cúpula da UNASUL Vizinhos em alta tensão&lt;br /&gt;Rafael Correa, presidente do Equador, afirma que relações com Colômbia são “deploráveis”. Álvaro Uribe rebate, recomenda ao colega tratar temas frente a frente e ataca a Venezuela&lt;br /&gt;Se depender das reações de seus presidentes, Equador e Colômbia parecem muito distantes da paz. Rafael Correa e Álvaro Uribe não se cumprimentaram, evitaram trocar olhares e se sentaram em lados opostos da sala onde foi assinado o Tratado Constitutivo da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O Correio apurou que o governo do Equador recusará qualquer contato com Bogotá, enquanto Uribe não encerrar sua “campanha militar”. Nos bastidores, quase nada se fala sobre o conflito. A declaração mais contundente partiu do próprio Correa, que considerou “deploráveis” e “críticas” as relações entre os dois países. A crise regional foi deflagrada em 1º de março, quando tropas de Bogotá bombardearam um acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em território equatoriano e mataram Raúl Reyes, número dois e porta-voz da guerrilha esquerdista.&lt;br /&gt;O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou contornar o mal-estar e tomou café da manhã com Correa e Uribe no anexo do Meliá Brasília Hotel. No final da tarde, reuniu-se a sós com Uribe. Mas o clima tenso ficou evidente pela manhã, pouco antes da assinatura do Tratado Constitutivo da Unasul. O chefe de Estado boliviano, Evo Morales, enumerava os princípios do bloco. Quando citou a paz e conceituou-a como “não mais confrontação e não mais guerra por interesses mesquinhos”, Uribe cruzou os braços e cerrou os lábios.&lt;br /&gt;Em entrevista à imprensa, ainda no Centro de Convenções, Correa não poupou ironia e até recomendou que Uribe fosse investigado. “As relações com os colombianos têm sido fraternas, pois nossos povos são irmãos. Com o governo da Colômbia, pelos motivos que todos conhecem, há uma situação muito deplorável. Há um ponto morto, uma situação crítica, eu diria... Todos desejamos que as relações bilaterais sejam reatadas o mais rápido possível. Mas com justiça, com dignidade”, declarou, antes de denunciar uma campanha midiática por parte de Bogotá. Ele condicionou a retomada das relações diplomáticas com Quito ao “fim dos ataques”.&lt;br /&gt;Ao falar sobre a investigação do computador de Reyes que supostamente atestaria a ligação das Farc com o Equador e a Venezuela, Correa apelou para a ironia. “Eu recomendaria que investigassem a narcopolítica e a parapolítica que, lamentavelmente, existem na Colômbia”, disse. A denúncia de que Bogotá teria manipulado arquivos encontrados no disco rígido partiu do próprio chefe de Estado equatoriano. Alguns documentos comprovariam o envolvimento de Caracas e Quito com as Farc.&lt;br /&gt;Em defesa da transparência&lt;br /&gt;Questionado pelo Correio sobre as críticas do Equador, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, saudou com afeto o povo equatoriano, mas não se furtou em dar um conselho ao chefe de Estado do país vizinho. “É preciso aproveitar essas reuniões para se dizer tudo o que é preciso. E não silenciar e depois falar essas coisas à imprensa”, atacou, admitindo que mostrou-se disposto a debater todos os assuntos durante a cúpula de ontem, em Brasília. Segundo Uribe, é muito melhor tratar os temas “frente a frente”, tornando possível a abertura de um espaço à discussão.&lt;br /&gt;Bem-humorado e solícito às perguntas da imprensa, o líder colombiano também garantiu que as relações com a Venezuela não estão abaladas. “Hoje pela manhã cumprimentei o presidente Chávez e saudei sua filha com todo o afeto. Disse a ela que sua geração tem de viver feliz e livre”, contou Uribe, referindo-se à ameaça “terrorista” que paira sobre crianças e jovens da Colômbia. Sem citar nomes e em uma velada acusação contra Caracas, o presidente lembrou que “neste continente, alguns pensam que as Farc são um grupo político”. De acordo com Uribe, Lula apoiou a segurança da nação colombiana e disse várias vezes que não faria reuniões com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).&lt;br /&gt;Chávez&lt;br /&gt;Mais tarde, Chávez confirmou ter conversado com Uribe durante a cúpula. “Estive com Uribe, e nos demos as mãos, bem estendidas. Eu disse a ele: ‘Aqui está a mão, presidente, aqui está o coração’”, disse o venezuelano. Em entrevista exclusiva ao Correio, Andrés Izarra, ministro das Comunicações da Venezuela, comentou que o conflito entre Equador e Colômbia tem como causa a política belicista de Bogotá. E admitiu que o tom da crise foi elevado com a denúncia envolvendo os computadores apreendidos no acampamento das Farc. “Estão armando um aparelhamento midiático em torno do tema. O Equador já chegou a assumir que o tema seria usado pelos colombianos para estragar as relações entre os dois países”, acusou.&lt;br /&gt;À saída do Itamaraty, Marco Aurélio Garcia — assessor da Presidência da República para Assuntos Internacionais — pôs panos quentes na crise. Ele assegurou que o conflito pode ser resolvidos pelos próprios presidentes. “O clima entre os dois países estava desanuviado, melhorou bastante. A prova é que o Tratado Constitutivo da Unasul foi assinado sem nenhum problema”, assegurou. Garcia considerou “normal e civilizada” a relação entre os governantes e revelou que, nos bastidores, Chávez e Uribe conversaram de modo descontraído por 15 minutos. “O tempo ajuda as coisas”, concluiu. (RC)&lt;br /&gt;Ataque às farc causou crise&lt;br /&gt;Raúl Reyes, número dois das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), encontrou a morte em território equatoriano, no último dia 1º de março. Um bombardeio da aviação colombiana detonou uma das mais graves crises dos últimos tempos na América do Sul. Mesmo sem estar diretamente envolvido no conflito, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, reagiu com indignação à ofensiva, ordenou o fechamento de sua embaixada em Bogotá e mobilizou 10 batalhões militares nas fronteiras entre os dois países. Por sua vez, o chefe de Estado do Equador, Rafael Correa, anunciou a retirada de seu embaixador na Colômbia, Francisco Suéscum, e expulsou o embaixador da Colômbia em Quito, Carlos Holguín.&lt;br /&gt;O governo Uribe acusou Chávez de financiar a insurgência esquerdista do país vizinho. E culpou Quito por ter mantido contatos com Reyes, ao apresentar supostas provas confiscadas em computadores apreendidos no acampamento das Farc. Entre elas, uma carta escrita em 14 de fevereiro pelo comandante Iván Márquez, membro da cúpula da guerrilha, que cita o “financiamento de Caracas às Farc por US$ 300 milhões”. Além de Venezuela, Equador e Colômbia moveram tropas para a fronteira, e a crise ganhou uma escalada armamentista que espalhou tensão pela América do Sul. Quito acusou Bogotá de adulterar os arquivos do computador de Reyes, mas uma perícia realizada pela Interpol negou modificações. Desde então, as relações entre os países permanecem cortadas.        &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Correio Braziliense&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;ECONOMIA&lt;br /&gt;Combustíveis- Mais perto de vender petróleo&lt;br /&gt;The Wall Street Journal atribui queda de 1,8% na cotação da commodity na última quinta-feira à perspectiva de que descobertas da Petrobras possam suprir o aumento do consumo no mundo&lt;br /&gt;Reportagem publicada na edição de ontem do The Wall Street Journal (WSJ) diz que “uma agitação da atividade da Petrobras” está aquecendo a especulação de que o Brasil pode ter petróleo suficiente para participar das “grandes alianças de exportadores mundiais” do produto e “aliviar a pressão sobre os preços em alta”.O jornal menciona o anúncio feito na última quarta-feira pela estatal, de ter encontrado indícios de petróleo no pré-sal, bloco BM-S-8. A área está localizado a cerca de 250 quilômetros da costa do estado de São Paulo, próxima ao campo Tupi, “a maior descoberta mundial desde 2000 e a maior do Ocidente desde 1976”, lembra a publicação.&lt;br /&gt;“Com os preços do petróleo atingindo novas máximas, grandes descobertas no Brasil devem aumentar o otimismo do setor de energia de que pode entregar petróleo suficiente para acompanhar a aceleração da demanda”, diz o The Wall Street Journal. Segundo a publicação, a queda de 1,8% registrada quinta-feira na cotação do petróleo na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), para US$ 130,81 o barril, pode ser atribuída “parcialmente à perspectiva de mais oferta por parte do Brasil”. As grandes descobertas no Brasil seriam especialmente bem-recebidas nos EUA, ao propiciar uma nova fonte de petróleo em seu próprio hemisfério, diz o jornal. A reportagem lembra que perfurações exploratórias em campos diferentes produziram um petróleo muito semelhante ao da descoberta anunciada na quarta-feira, alimentando uma nova teoria “perturbadora”: a de que a Bacia de Santos seria um “megadepósito contíguo de petróleo”.&lt;br /&gt;Riscos&lt;br /&gt;Observadores do setor disseram ao jornal que, apesar da excitação, há boas razões para ceticismo. Eles apontaram os riscos e os custos de extrair petróleo de águas ultraprofundas. “O sal que encobre os campos potenciais acrescenta desafios técnicos, porque se desloca e é propenso a súbitas mudanças de pressão”, diz a reportagem. “E a despeito dos avanços na tecnologia de imagem, é impossível saber a quantidade e a qualidade do petróleo contido numa reserva até que ele comece a jorrar — um processo que pode levar anos”, afirma o The Wall Street Journal. “Isso ainda está num estágio muito preliminar”, disse ao jornal Peter Jackson, diretor sênior da consultoria especializada Cambridge Energy Research Associates. “Num jogo desse tamanho e escala, ainda há muito de avaliação e dever de casa a fazer para estabelecer as reservas prováveis, e depois eles terão muito trabalho para distribuir isso”, afirmou.&lt;br /&gt;O jornal cita a forte valorização das ações da Petrobras, que fez a empresa superar nomes como o da Microsoft em capitalização de mercado. A reportagem aponta ainda a suspensão dos leilões programados para novas concessões de exploração na Bacia de Santos após a descoberta do campo Tupi. “Alguns observadores leram isso como um sinal de que os brasileiros acreditam que a bacia está inchando de petróleo e querem melhorar os termos nos novos leilões. “O The Wall Street Journal enumerou recentes investimentos feitos pela Petrobras e lembrou a especulação gerada por declarações dadas no mês passado pelo diretor da Agência Nacional de Petróleo, Haroldo Lima, segundo as quais a Bacia de Santos poderia conter 33 bilhões de barris. “Mesmo com o petróleo já descoberto, parece quase certo que o Brasil, que era importador líquido de petróleo há poucos anos, vai se juntar à Venezuela e ao México no grupo dos principais produtores de petróleo da América Latina”, diz a reportagem.&lt;br /&gt;“Para um país que começa a abandonar seu passado como país de desenvolvimento volátil, essa fonte de riqueza pode ser uma bênção confusa”, afirma o The Wall Street Journal. “O dinheiro do petróleo encherá os cofres do governo mas também pode tentar o Brasil a seguir os hábitos esbanjadores de outros grandes exportadores de petróleo”, alfineta.&lt;br /&gt;Correio Braziliense&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;MUNDO&lt;br /&gt;Sucessão nos EUA-McCain vai ao ataque&lt;br /&gt;Senador republicano diz que Obama não serviu às Forças Armadas, mas é criticado por ter se ausentado de votação no Congresso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A batalha verbal entre democratas e republicanos esquenta com a quase certa indicação do senador Barack Obama como candidato da oposição à presidência dos Estados Unidos. Seguro de quem será seu adversário nas eleições de 4 de novembro, o senador John McCain, ex-piloto da Marinha, lembrou ontem que o adversário não serviu às Forças Armadas e o chamou de inexperiente, principalmente em assuntos internacionais.&lt;br /&gt;“Eu tenho o conhecimento e a experiência para liderar esta nação. Meu oponente não tem”, afirmou McCain durante campanha em Stockdale, na Califórnia. “Eu admiro e respeito o senador Obama. Para um homem jovem com tão pouca experiência, ele tem agido muito bem”, disse, em tom irônico, o candidato republicano. Para McCain, seus 71 anos de idade pesam sobre os 46 anos do democrata.&lt;br /&gt;Um outro assunto esquentou a briga entre os dois candidatos: a lei que oferece apoio financeiro aos veteranos das guerras do Iraque e do Afeganistão que desejarem retomar os estudos, votada na quinta-feira no Senado americano. Os pré-candidatos democratas, Hillary Clinton e Barack Obama, interromperam a campanha para participar da votação. McCain, que é veterano, não. “Eu não entendo por que ele ficou do lado do presidente, contra essa lei. Eu não acredito que seja porque ele (McCain) pensa que é tão generoso com os nossos veteranos”, criticou o senador por Illinois.&lt;br /&gt;McCain respondeu de maneira dura. “Eu não aceito do senador Obama, que não sentiu que era responsabilidade dele servir nosso país, nenhuma lição. É típico, mas não menos ofensivo que ele use o Senado para disparar contra um oponente e tirar vantagem fácil de um assunto do qual ele não entende nada”. O republicano apresentou ontem 1.173 páginas de seu histórico médico desde 2000, com o objetivo de comprovar que tem saúde suficiente para comandar o país, apesar de já ter sofrido câncer de pele em 1993, 2000 e 2002.&lt;br /&gt;Obama e McCain voltam suas atenções para a Flórida, de olho no voto dos cubanos-americanos. Cerca de 1,5 milhões de cubanos vivem em território americano. A maioria rejeita Obama, que se diz a favor de um diálogo com Cuba e de se encontrar com Raúl Castro. Segundo pesquisas feitas no estado, 70% dos cubanos votariam no Partido Republicano.&lt;br /&gt;O senador democrata participou de duas importantes reuniões ontem: uma foi com a influente Fundação Nacional Cubano-Americana. O senador democrata afirmou que manterá o embargo econômico à ilha, mas permitirá aos cubanos exilados mandarem mais dinheiro ao país de origem. Outro encontro importante foi com os representantes judeus em Boca Ratón. O democrata fez questão de reafirmar que não é muçulmano, que sempre se sentiu próximo do povo judeu e não negociará com os grupos Hamas e Hezbollah.&lt;br /&gt;Apoio aos latinos&lt;br /&gt;Algumas idéias de Barack Obama sobre as relações com o Brasil foram divulgadas ontem no documento Uma nova parceria para as Américas, divulgado pela campanha do senador por Illinois. Segundo Obama, os brasileiros são vistos como parceiros para o desenvolvimento de biocombustíveis, mas também como o principal concorrente dos produtores norte-americanos. A Amazônia é vista como “um importante recurso global na batalha contra o aquecimento do planeta”.&lt;br /&gt;A intenção do democrata, de acordo com o texto, é “expandir a produção de energia renovável por toda a América Latina”.&lt;br /&gt;No documento, Obama também apóia o direito da Colômbia “de atacar terroristas que buscarem santuário além de suas fronteiras”. O senador, que já declarou ser contra o tratado de livre comércio dos EUA com os colombianos, apenas opinou sobre questões de segurança. O senador apoiou a defesa do país latino-americano contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e prometeu expor “para condenação internacional e isolamento regional qualquer apoio” de uma nação vizinha à guerrilha.&lt;br /&gt;Se for eleito presidente, Obama garantiu que vai negociar com toda a região, inclusive com o venezuelano Hugo Chávez, mas para pedir explicações sobre suas relações com as Farc. Em um discurso para os latinos na Flórida, Obama chamou Chávez de “demagogo” e disse que Bush está “isolando” Washington no continente.&lt;br /&gt;Correio Braziliense&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;CIDADES&lt;br /&gt;Trânsito- Reação à embriaguez ao volante&lt;br /&gt;Campanha para reduzir mortes nas pistas será focada na fiscalização dos motoristas que abusam do álcool. Em cerca de 60% dos acidentes fatais, condutor havia bebido&lt;br /&gt;O combate aos motoristas embriagados é o principal foco da campanha que o Departamento de Trânsito (Detran) lançou ontem para reduzir o número de mortes nas ruas da capital federal. Dirigir alcoolizado é a causa de cerca de 60% dos acidentes fatais, segundo dados do Detran. Quem tem o hábito de beber e assumir o volante deve se preparar: agentes intensificarão as blitzes, como a realizada na madrugada de quinta-feira, que flagrou oito motoristas embriagados. Um dos homens, de tão alcoolizado, não conseguiu sequer soprar no bafômetro. Mesmo sem realizar o exame, o condutor foi autuado e responderá a processo administrativo. Ele deve perder o direito de dirigir.&lt;br /&gt;Em 2006, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabeleceu mecanismos para identificar condutores bêbados, sem a necessidade da realização de exames de sangue ou do teste de bafômetro. Desde então, o motorista que se recusar a fazer os testes também é autuado, com base na análise visual realizada pelos agentes de trânsito (confira arte).&lt;br /&gt;“O primeiro passo é verificar se há garrafas ou latas dentro do automóvel. Além disso, a pessoa embriagada aparenta sonolência, fica com os olhos vermelhos, rubor facial, agressividade e exaltação”, explica a médica Júlia Maria Greve, em um vídeo produzido pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). A entidade colaborou com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) na elaboração da Resolução nº 206/06, que estabelece os critérios para identificar motoristas embriagados, mesmo sem a realização de testes.&lt;br /&gt;Sem carteira&lt;br /&gt;No momento da autuação, o agente recolhe a carteira de habilitação do motorista embriagado, caso seja feito exame ou se o fiscal entender que o condutor bebeu acima dos limites. Se houver outra pessoa apta a dirigir, o autuado pode seguir viagem no próprio carro. Senão, o veículo é levado ao depósito do Detran e o bêbado fica a pé. No primeiro dia útil seguinte à ocorrência, o condutor autuado pode recuperar o documento de habilitação no Detran. Nesse momento, é aberto um processo de suspensão do direito de dirigir, que pode acabar com a cassação da carteira do autuado.&lt;br /&gt;O gerente de Fiscalização do Detran, Silvaim Fonseca, explica que esse processo pode demorar até seis meses. “Há três fases de recurso, para que o motorista tenha amplo direito à defesa. Se a autuação for aceita, o condutor tem a permissão de dirigir suspensa e precisa voltar à escola pública de trânsito”, explica Fonseca. De janeiro a abril deste ano, o Detran cassou 61 carteiras de habilitação de motoristas que conduziram embriagados. Mas o número de pessoas flagradas sob efeito do álcool é muito maior. Até o dia 15 de maio, 527 motoristas bêbados foram flagrados pelo Detran, durante blitzes com o uso de bafômetros.&lt;br /&gt;O limite autorizado hoje por lei é de 0,6g de álcool por litro de sangue. Quando o exame é realizado com o bafômetro, o teor permitido é de 0,3mg por litro de ar expelido dos pulmões, no momento do sopro no aparelho. “Em média, as pessoas flagradas com alto teor alcoólico estão de duas a três vezes acima desse limite”, revela Silvaim Fonseca. “Orientamos os motoristas a fazerem o exame do bafômetro porque, de uma forma ou de outra, a autuação é feita”, acrescenta.&lt;br /&gt;Rigor&lt;br /&gt;A realização de blitz para flagrar condutores alcoolizados é defendida pelo professor da Universidade de Brasília (UnB) Paulo César Marques. Especialista em trânsito, ele acredita que “a legislação brasileira é boa, é suficiente”. O que falta, segundo o professor, são mais ações de fiscalização, como a da quinta-feira. “Pode-se até reduzir o limite permitido de álcool no sangue. O Ministério da Justiça apresentou essa proposta (de diminuição de 0,6g por litro de sangue para 0,3g), mas o que falta é capacidade de fiscalização, de fato fazer valer o limite”, avalia Marques.&lt;br /&gt;Além de fiscalização e punição, o professor também defende mais prevenção. “O Código Brasileiro de Trânsito (CBT) prevê que as campanhas devem ser em caráter permanente. Mas têm sido muito concentradas em feriadões, datas festivas, início de aula, início da chuva”, enumera o especialista. “Aquelas de caráter permanente para a questão álcool, do respeito aos pedestres e ciclistas, coisas desse gênero, não têm sido feitas o tempo todo”, reclama.&lt;br /&gt;Para o professor, a Justiça está cumprindo seu papel ao punir com rigor e tem evoluído no entendimento sobre os crimes de trânsito. “Às vezes o indivíduo era indiciado por homicídio culposo (sem intenção de matar), ao invés de doloso (com intenção), e até o fato de estar alcoolizado ficava mais como atenuante do que como agravante”, lembra Paulo César Marques. “Os casos que vêm se repetindo e a exposição deles na imprensa têm mudado as punições. A Justiça tem agido com rigor.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-4449094144775627217?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/4449094144775627217/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=4449094144775627217&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/4449094144775627217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/4449094144775627217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/05/conselho-de-defesa-fica-para-depois.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-668162866893992173</id><published>2008-05-12T11:46:00.001-07:00</published><updated>2008-05-12T11:46:42.641-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>AMAZONAS&lt;br /&gt;Corpos de mais duas vítimas de naufrágio são localizados&lt;br /&gt;Pescadores localizaram ontem, no rio Solimões, mais dois corpos de passageiros do barco Comandante Sales, que naufragou no último dia 6, em Manacapuru (84 km a oeste de Manaus), elevando para 48 o número de mortos no acidente.&lt;br /&gt;Estima-se que ainda haja seis pessoas desaparecidas -o número é incerto porque o barco estava em situação irregular e não havia lista de passageiros. Ontem, o Corpo de Bombeiros informou que dois supostos passageiros que eram dados como desaparecidos estão vivos e não participaram da viagem.&lt;br /&gt;A Defesa Civil de Manacapuru anunciou que a polícia investiga a suspeita de que dois tripulantes do barco estejam vivos. Eles são irmãos do dono da embarcação, morto no acidente.&lt;br /&gt;"É quase certo que eles não tenham morrido, mas não estariam no município por temerem represálias", disse a secretária da Ação Social do município, Marta Régis.&lt;br /&gt;Segundo os bombeiros, os dois corpos localizados ontem estavam a 80 quilômetros de distância um do outro. (KÁTIA BRASIL)  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             SANTA CATARINA&lt;br /&gt;Bombeiros cessam buscas por padre que voou em balões&lt;br /&gt;Bombeiros encerraram ontem as buscas pelo padre Adelir Antônio de Carli, 41, desaparecido desde o dia 21, após levantar vôo amarrado a balões de festa, em Paranaguá (96 km de Curitiba).&lt;br /&gt;Desde então, bombeiros voluntários de Penha (120 km de Florianópolis), região onde restos de balões usados pelo padre foram encontrados, trabalharam por mais de 20 dias seguidos em busca de pistas. Cerca de 90 bombeiros cumpriram 120 horas de buscas por terra, água e ar.&lt;br /&gt;Ele fez o último contato por rádio, com bombeiros, em São Francisco do Sul (SC). "O que tinha que ser feito foi feito. Não acho que podemos localizá-lo nessa região", disse o comandante das operações, Johnny Coelho. Lanchas e helicópteros da polícia e de empresários foram usados nos trabalhos.&lt;br /&gt;A Marinha já havia encerrado as buscas ao padre no último dia 26. Apesar do fim das buscas, integrantes da Pastoral Rodoviária, projeto de apoio a caminhoneiros idealizado pelo padre, afirmam ainda ter esperanças de que o religioso esteja vivo. (MATHEUS PICHONELLI)  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Barco ignora risco e viaja no escuro para fugir de fiscal&lt;br /&gt;Folha fez viagem semelhante a que acabou em naufrágio no domingo passado. Barco com salva-vidas rasgados e sem lista de passageiros só saiu do porto irregular quando lanchas da Marinha foram embora&lt;br /&gt;KÁTIA BRASIL&lt;br /&gt;Cruzar os rios da Amazônia em barcos que ligam as cidades ribeirinhas é viver sob risco de naufrágio. Imprudentes, donos das embarcações driblam a fiscalização da Marinha com conivência de passageiros. Quem ousa reclamar perde o direito de seguir viagem.&lt;br /&gt;No domingo passado, um barco superlotado e em situação irregular naufragou no rio Solimões, em Manacapuru (84 km a oeste de Manaus). Até ontem à tarde, 46 corpos de vítimas haviam sido resgatados. Dez pessoas ainda estariam desaparecidas.&lt;br /&gt;Para verificar as condições dessas viagens, a reportagem tomou um barco em Manaus na última quinta-feira. O destino: Manacapuru, a cidade do acidente de domingo. Sete horas rio Solimões acima separavam os municípios.&lt;br /&gt;O trajeto começa no maior porto irregular do Amazonas, as escadarias da avenida Manaus Moderna. Às margens do rio Negro, camelôs, carregadores, comerciantes de passagens e pescadores dividem espaço em um ambiente poluído.&lt;br /&gt;A repórter e o repórter-fotográfico compram, por R$ 15 cada um, bilhetes para o percurso na embarcação Capitão Antônio. Com dois andares em madeira, o barco é semelhante ao acidentado no Solimões, o Comandante Sales.&lt;br /&gt;Com início marcado para 17h, a viagem só começou às 18h15, quando duas lanchas da Marinha finalizaram o expediente. "As baratinhas [lanchas da Marinha] estão ali, vamos esperar um pouco", disse um passageiro a Argemiro Auzier, 63, o comandante do Capitão Antônio.&lt;br /&gt;Tem lista de passageiros&lt;br /&gt;Dentro do barco, com capacidade para 60 pessoas, outra irregularidade é notada logo no início da viagem: não havia lista dos 22 passageiros, que se acomodavam em redes atadas aos conveses.&lt;br /&gt;O mesmo ocorreu com a embarcação Comandante Sales, daí a dificuldade de precisar o número de desaparecidos até agora.&lt;br /&gt;Com cinco tripulantes e um cachorro, o Capitão Antônio tem apenas um banheiro, fétido. Carregava oito toneladas de mercadorias (abaixo da capacidade máxima, de 20 toneladas) entre alimentos e materiais de construção. Os salva-vidas, fabricados em 2003, estavam vencidos, sem apitos e rasgados.&lt;br /&gt;Mesmo antes de desatracar, Auzier e o dono do barco, Antônio Macena, questionaram a Folha sobre o objetivo da reportagem. Preocupados, diziam não querer "problemas com a Marinha".&lt;br /&gt;O comandante, único a conceder entrevista, disse que o barco estava em situação legal. Afirmou conhecer bem "99% dos rios do Amazonas". Para ele, acidentes como o de domingo passado só ocorrem por "imprudência do comandante, bebida e problemas no motor".&lt;br /&gt;Durante o percurso, os procedimentos não foram o de uma viagem regular.&lt;br /&gt;No escuro&lt;br /&gt;Logo que escureceu, Macena mandou apagar as luzes do barco. O repórter-fotográfico acendeu uma lâmpada no convés superior, rapidamente desligada por outro passageiro.&lt;br /&gt;No breu do rio Solimões, o barco fica quase invisível aos olhos dos fiscais. Até Manacapuru, o Capitão Antônio percorreu vilas, ultrapassou dezenas de embarcações, enfrentou ondas provocadas por outros barcos, bancos de areia e remoinhos sem acender as luzes dos conveses.&lt;br /&gt;A única parada foi em Iranduba (25 km de Manaus), às 21h, para compra de gás, cervejas e refrigerantes em um porto flutuante.&lt;br /&gt;A maior parte dos passageiros eram parentes da autônoma Waldilene da Silva, 29, que seguiam para uma festa em Caapiranga. Com exceção de duas adolescentes no grupo de 12 pessoas, todos bebiam sem parar ao som do brega, gênero popular no Norte do país. "Conhecemos o dono do barco e nos sentimos seguros", disse Waldilene.&lt;br /&gt;Por volta da 1h30, o barco atracou em Manacapuru. Não havia qualquer fiscalização da Marinha. A reportagem desceu no porto.&lt;br /&gt;Nas paredes do Capitão Antônio, sem informações sobre a empresa dona do barco ou dados sobre lotação, apenas uma placa com a frase: "Deus abençoe quem entra nesse barco, proteja quem fica e leva em paz quem sai".  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Barcos de porto ilegal levam 90% dos passageiros&lt;br /&gt;No centro antigo da capital amazonense, as escadarias da avenida Manaus Moderna, às margens do rio Negro, formam o maior porto ilegal do Amazonas. É o ponto de partida da viagem feita pela Folha até Manacapuru, a 84 km dali. Estima-se que mil embarcações atraquem por dia no local. Elas transportam 90% dos 180 mil passageiros que trafegam por mês pelos rios Negro e Solimões, que formam o Amazonas.&lt;br /&gt;Quando o rio Negro está cheio, passageiros têm de sujar os pés na água poluída, atravessar passarelas improvisadas de madeira e balsas para acessar os barcos. Nas passarelas, o que se vê é um entra-e-sai de gente à procura de embarcações, candidatos a passageiros que se misturam a camelôs, carregadores, barqueiros e pescadores. Todos trabalhando em condições insalubres.&lt;br /&gt;As passagens são vendidas nos barcos ou em bancas ao longo da chamada Feira da Banana. Os destinos são os 62 municípios amazonenses, além de cidades no Pará e em Rondônia. Em cima das balsas, camelôs vendem lanches e bebidas alcóolicas. À noite, o local vira ponto de prostituição e de tráfico de drogas.&lt;br /&gt;A 50 metros do ponto clandestino, fica um porto legal, a Estação Hidroviária do Porto de Manaus, que atende somente 4.775 passageiros por mês. Como as passagens ali são mais caras, os clientes preferem as escadarias da Manaus Moderna, onde os barcos atracados não pagam taxas.&lt;br /&gt;A diferença de preço das passagens nos dois portos chega a 20%. Para Coari (370 km de Manaus), por exemplo, o bilhete sai por R$ 72 no porto, contra R$ 60 nas escadarias.&lt;br /&gt;"Infelizmente isso [predomínio do transporte informal] é uma realidade cultural e social", afirma Carlos Alexandre De Carli, diretor-presidente do Porto de Manaus.  &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Em choque, sobrevivente não se lembra de nomes nem idade&lt;br /&gt;O jovem que foi resgatado 24 horas após o naufrágio do barco Comandante Sales, no rio Solimões, em Manacapuru (AM), na madrugada do último domingo, ainda está em estado de choque. Esquece a data do nascimento, os nomes dos amigos.&lt;br /&gt;A reportagem o encontrou em casa na última sexta, onde agora ele passa a maior parte do tempo.&lt;br /&gt;Leandro Souza Monteiro, 22, foi achado por pescadores agarrado a uma moita de capim no rio. No momento, disse que tinha 18 anos. "Não lembro a data do meu nascimento."&lt;br /&gt;O rapaz é trabalhador rural e estudou até a terceira série do ensino fundamental. Mora numa palafita na periferia. Sua mãe, Sandra Monteiro, 40, e a irmã, Alessandra, 17, chegaram a procurá-lo no IML (Instituto Médico Legal) em Manaus. Ele foi encontrado vivo na segunda.&lt;br /&gt;Disse que viajava na proa do barco. "Não estava chovendo. Quando passamos no rebojo [remoinho], o barco virou. Pulei, comecei a nadar, fui parar na moita de capim. Foi minha salvação."&lt;br /&gt;Monteiro afirmou que não se feriu nem foi mordido por peixes. "Fiquei agarrado ao capim. Só lembrava da minha mãe. Pedi por Deus. Tinha hora que eu não sabia o que fazer", disse ele, que não bebeu água do rio e ficou debaixo de "muito sol". "Estava muito cansado. Senti muita fome e muita sede."&lt;br /&gt;O rapaz calcula que passava das 13h de segunda quando foi encontrado. "Comecei a chorar. Nunca mais vou esquecer isso, nasci de novo."&lt;br /&gt;Monteiro estima que muitos passageiros morreram porque estavam em pé no convés superior. Dez pessoas ainda estão desaparecidas, segundo a Marinha. Entre elas, Sherllys Cruz, 18, que o pai, o vendedor de churrasquinho Alcemir, ainda procurava na última sexta. (KB) &lt;br /&gt;Jornal do Brasil             Número de mortos chega a 48&lt;br /&gt;Mais dois corpos de passageiros são encontrados nas águas do Solimões&lt;br /&gt;Mais dois corpos de vítimas do naufrágio ocorrido no rio Solimões (AM), no último dia 4, foram encontrados ontem. Os corpos são de um homem e uma mulher. Os corpos serão encaminhados ao Instituto Médico Legal do Amazonas, onde as famílias dos desaparecidos deverão realizar o reconhecimento. Se confirmadas as identidades dos dois corpos encontrados, cai para 5 o número de desaparecidos, e sobe para 48 o número de corpos resgatados até o momento.&lt;br /&gt;Segundo José Melo, secretário estadual de Governo, três pessoas que tinham seus nomes na lista de desaparecidos não estavam na embarcação, e foram encontradas ainda com vida.&lt;br /&gt;O acidente aconteceu na localidade de Lago do Pesqueiro, na cidade de Manacapuru, a 84 km a oeste de Manaus, aproximadamente 20 minutos depois que a embarcação Comandante Sales 2008 partiu de Lago, onde ocorria uma Festa do Divino. O barco tombou para um lado e foi invadido pela água.&lt;br /&gt;De acordo com o coronel Roberto Rocha, da Defesa Civil estadual, as buscas devem continuar até terça-feira.&lt;br /&gt;Na última quinta-feira, o delegado Antônio Rodrigues, responsável pelo caso, confirmou que há indícios de que o acidente tenha sido causado por excesso de pessoas na embarcação.&lt;br /&gt;– Há pessoas que disseram ter até 150 passageiros – afirmou.&lt;br /&gt;A capacidade do Comandante Sales, um barco de madeira com dois andares e cerca de 20 metros de comprimento, era de 50 pessoas. A embarcação não estava regularizada na Capitania dos Portos.&lt;br /&gt;Segundo ele, todos os sobreviventes relatam superlotação no barco. &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo             Liberada rodovia bloqueada pelos índios em RR&lt;br /&gt;PF obedece a decisão do Supremo e desmonta barreira feita por grupo que exige a expulsão dos arrozeiros&lt;br /&gt;Loide Gomes&lt;br /&gt;A Polícia Federal liberou ontem a Rodovia RR-319, na terra indígena Raposa Serra do Sol, a 105 quilômetros de Boa Vista, que estava bloqueada desde segunda-feira por indígenas que exigem a expulsão dos arrozeiros da reserva. A ação da PF atendeu a uma determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto ao Ministério da Justiça.&lt;br /&gt;O procurador-geral de Roraima, Luciano Queiroz, disse que entrou com ação no STF, em nome do Estado, sábado. “E o ministro despachou às 21 horas, de sua casa, em Brasília.” Britto é relator das ações no STF que contestam a homologação da Raposa Serra do Sol em área contínua, o que obrigaria à retirada de todos os não-índios. O governo de Roraima quer a reserva em ilhas, com preservação das fazendas de arroz.&lt;br /&gt;No momento em que a PF cumpria a determinação do STF, o juiz Helder Girão Barreto, da Justiça Federal de Roraima, ordenou a liberação da rodovia, conhecida como Transarrozeira. Ele concedeu liminar em ação ajuizada pelo arrozeiro Ivo Barilli, dono da Fazenda Tatu, que fica a 25 quilômetros da barreira e estava isolada.&lt;br /&gt;Barilli não podia transportar de insumos e sementes para a fazenda nem retirar sacas de arroz. Ele tinha cinco carretas paradas na rodovia e calculava que 2.500 sacas de arroz já tinham sido perdidas. Ontem à noite mesmo o arrozeiro conseguiu entrar na fazenda e as carretas foram para Boa Vista.&lt;br /&gt;À tarde, o superintendente da PF, José Maria Fonseca, já fora até a barreira para negociar. Segundo Fonseca, os índios exigiram mais policiamento para evitar tráfego de pessoas armadas e “disseram que há pessoas transitando com carabinas, em caminhonetes.” Ele informou que vai reforçar o efetivo da PF num posto na área.&lt;br /&gt;O procurador-geral de Roraima contou que pediu ainda ao STF que proíba novos bloqueios até a decisão definitiva sobre as ações que contestam a Serra do Sol, que deve sair em duas semanas. “Se o próprio poder estatal foi proibido de retirar não-índios da reserva, alguns índios não podem se revestir do poder de polícia, obstruir uma rodovia e impedir o direito de ir e vir em área que ainda não foi definida se é ou não terra indígena.” Queiroz disse que entrou com ação pedindo o desbloqueio depois de tentativas fracassadas de acordo com os índios.&lt;br /&gt;A tensão cresceu na região durante a semana. Além da barreira, funcionários da Fazenda Depósito dispararam contra índios que tentavam ocupar uma área na terça-feira, ferindo nove deles. O dono da fazenda, Paulo César Quartiero, foi preso e levado a Brasília. Ele é prefeito de Pacaraima e líder dos arrozeiros. Sua prisão provocou protestos de índios contrários à reserva. Surumu, distrito de Pacaraima, foi um dos locais que recebeu reforço da PF e da Força Nacional de Segurança.  &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo             MANACAPURU – AM&lt;br /&gt;Número de mortos sobe para 48&lt;br /&gt;Foram encontrados ontem mais dois corpos no Rio Solimões, o que eleva para 48 o número de mortos no naufrágio do Comandante Sales 2008, que ocorreu no dia 4. O barco naufragou nas proximidades de Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus). Os corpos encontrados são de um homem e de uma mulher. Segundo informações da Marinha, a embarcação navegava irregularmente.   &lt;br /&gt;O Globo             Navio de ajuda afunda em Mianmar&lt;br /&gt;Mortos chegam a 28 mil e podem aumentar se alimentos não chegarem&lt;br /&gt;RANGUN. Um barco da Cruz Vermelha que transportava arroz e água potável para as vítimas do ciclone Nargis afundou ontem, no mesmo dia em que especialistas alertavam para o risco de uma grande catástrofe humanitária em Mianmar caso as vítimas não recebessem alimentos. O número oficial de mortos alcançou 28 mil (ONGs dizem que pode chegar a 80 mil), mas, segundo autoridades humanitárias, poderia triplicar se a ajuda não chegasse logo. &lt;br /&gt;O barco levava mantimentos para mais de mil pessoas e constituía o primeiro embarque da Cruz Vermelha para a área do desastre, informou a instituição. Os quatro funcionários que viajavam no barco nada sofreram. &lt;br /&gt;O naufrágio é o mais recente retrocesso na distribuição de alimentos. Ainda que a ajuda internacional tenha começado a chegar lentamente, as autoridades locais proibiram a entrada de quase todos os profissionais estrangeiros. A junta militar que preside o país quer que a distribuição das doações seja feita pelo próprio governo. &lt;br /&gt;O navio levava cem sacos de arroz, 1.300 galões de água potável, dez mil pastilhas para purificação de água e 30 caixas de roupas. O naufrágio ocorreu depois de um choque com um tronco. Pouca coisa se salvou. &lt;br /&gt;A televisão estatal de Mianmar anunciou ontem que o número de mortos na tragédia subiu de cinco mil a 28.458, uma semana depois da passagem do ciclone pelas principais cidades do país. &lt;br /&gt;A televisão estatal disse ainda que o número de desaparecidos baixou para 33.416. Para muitos especialistas em ajuda humanitária, os números poderiam aumentar consideravelmente. &lt;br /&gt;- É vital que a população tenha acesso a recursos como água potável afim de evitar que ocorram mortes desnecessárias e sofrimento - afirmou a chefe regional da ONG Oxfam, Sarah Ireland. - Estão presentes todos os fatores necessários para que a situação se torne uma catástrofe de saúde pública, que poderia multiplicar o número de mortos por 15.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-668162866893992173?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/668162866893992173/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=668162866893992173&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/668162866893992173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/668162866893992173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/05/amazonas-corpos-de-mais-duas-vtimas-de.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35188974.post-1889389253296204322</id><published>2008-05-07T15:15:00.000-07:00</published><updated>2008-05-07T15:26:58.201-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Outros exercícios&lt;br /&gt;Nelson de Sá&lt;br /&gt;Não é só com a Marinha dos EUA que o Brasil faz operações no Atlântico Sul. Os indianos "Hindu" e "Economic Times" deram que "o eixo trilateral" Índia, Brasil e África do Sul iniciou na segunda um exercício naval de dez dias, na costa da Cidade do Cabo. Envolvendo navios, submarinos e aviões, "visa a enfrentar o terrorismo no mar". &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Antes de sair, Putin fecha acordo nuclear com EUA&lt;br /&gt;Presidente russo entrega hoje o cargo a Medvedev&lt;br /&gt;Um dia antes de entregar o cargo de presidente da Rússia ao aliado Dmitri Medvedev, Vladimir Putin tomou ontem mais uma medida estratégica de última hora ao assinar um acordo de cooperação nuclear civil com os Estados Unidos.&lt;br /&gt;O documento abre uma nova era na parceria tecnológica e comercial russo-americana e sinaliza um apaziguamento na relação bilateral, abalada entre outras razões pela recusa de Moscou em confrontar o programa nuclear iraniano.&lt;br /&gt;O principal objetivo do acordo é ampliar o comércio nuclear bilateral entre empresas das duas maiores potências atômicas do mundo, abrindo caminho para a criação de joint ventures no setor.&lt;br /&gt;O acordo facilitará o acesso dos americanos a enormes reservas de urânio na Rússia e permitirá aos russos penetrarem no mercado de energia nuclear dos EUA. Até agora, a Rússia não tinha acesso direto a esse atrativo segmento de negócios nos EUA.&lt;br /&gt;O pacto também pode ajudar a Rússia a estabelecer uma instalação internacional para estocar combustível nuclear. Haveria dificuldade para fazer isso sem o apoio dos EUA, país que controla a maior parte do combustível nuclear mundial.&lt;br /&gt;"O valor potencial desse acordo é o valor de todos os contratos que podem ser assinados entre as empresas dos dois países na esfera nuclear, que é obviamente de bilhões de dólares", disse uma fonte russa.&lt;br /&gt;Em outra decisão estratégica tomada às vésperas de entregar o cargo, Putin havia promulgado anteontem uma lei que restringe os investimentos estrangeiros em setores estratégicos da economia nacional, como a indústria de armamento e os meios de comunicação.&lt;br /&gt;Segundo a nova lei, as companhias estrangeiras precisarão de autorização oficial para poder comprar mais de 50% das ações de uma companhia estratégica russa.&lt;br /&gt;Herança &lt;br /&gt;Proibido por lei de concorrer a um terceiro mandato, Putin, 55, deixa hoje a Presidência russa após oito anos de gestão com aprovação de 70%. Ele é considerado responsável pelo fim do caos causado pela desintegração da União Soviética e mentor da recuperação da Rússia como potência geopolítica.&lt;br /&gt;Putin continuará tendo grande influência na política russa, já que ele será o primeiro-ministro de Medvedev, que será empossado hoje em grandiosa cerimônia no Kremlin.&lt;br /&gt;Com agências internacionais &lt;br /&gt;Folha de São Paulo             Painel do Leitor&lt;br /&gt;Exército&lt;br /&gt;"A respeito do artigo "Em busca da crise" (Brasil, 24/4), o Centro de Comunicação Social do Exército ressalta que o Brasil tem um histórico respeitável no que diz respeito à participação em missões de paz. &lt;br /&gt;Essa participação inclui desde o envio de observadores e assessores militares até a participação mais efetiva com contingentes militares completos, como é o caso no Haiti. &lt;br /&gt;O contingente brasileiro no Haiti é substituído a cada período de seis meses, conforme memorandos de entendimento entre as partes envolvidas e a ONU. A missão não tem prazo previsto para término. Ela é renovada a cada contingente, de acordo com a solicitação do Haiti, a aprovação da ONU e a aceitação por parte do governo brasileiro. Em maio próximo, terá início o rodízio do oitavo para o nono contingente. &lt;br /&gt;Quanto ao cargo de "Force Commander", citado no artigo, que vem sendo exercido por brasileiros desde o início da missão no Haiti, o período de permanência previsto pela ONU -assim como de outros assessores de origem multinacional- é de um ano, diferentemente do da tropa. Em casos excepcionais, e quando solicitado pela a ONU, há a permanência do oficial-general além daquele prazo. &lt;br /&gt;As atividades realizadas pelos brasileiros integrantes do Exército representam um esforço histórico de cooperação do país com a paz mundial. A missão no Haiti é a única -entre aquelas da ONU que visam à imposição de paz- que detém alto índice de aprovação por parte da população local (cerca de 78%)." &lt;br /&gt;ADHEMAR DA COSTA MACHADO FILHO, general-de-divisão, chefe do Centro de Comunicação Social do Exército (Brasília, DF) &lt;br /&gt;Resposta do jornalista Janio de Freitas&lt;br /&gt;- Não há, no artigo citado, uma só palavra contrária ou a respeito dos conceitos contidos na carta acima.  &lt;br /&gt;Jornal do Brasil             Naufrágio já matou 34 no Rio Solimões&lt;br /&gt;Passageiros desaparecidos ainda são cerca de 20, s&lt;br /&gt;MANAUS&lt;br /&gt;Subiu para 34 o número de mortos no naufrágio do barco Comandante Sales, em Manacapuru (84 km a oeste de Manaus), na madrugada de domingo. Somente ontem 17 corpos foram localizados nos rios Solimões e Amazonas. De acordo com a Polícia Civil, ainda há de 10 a 20 pessoas desaparecidas. As vítimas localizadas até agora são 17 homens, 16 mulheres e um menino de cerca de um ano.&lt;br /&gt;O comandante do Corpo de Bombeiros do Amazonas, Antônio dos Santos, disse que já era esperado que mais corpos começassem a boiar após 48 horas do acidente, já que as águas do rio Solimões são frias, o que favorece a conservação dos cadáveres.&lt;br /&gt;– Em águas mais quentes a deterioração do corpo é maior e eles vão à tona em cerca de 24 horas – explicou Santos.&lt;br /&gt;A maior parte dos corpos foi encontrada na região onde o barco de madeira tombou. Dois dos corpos, contudo, foram localizados a cerca de 50 km do local do naufrágio, já no rio Amazonas, nas imediações de Manaus.&lt;br /&gt;Por conta da localização distante desses corpos, equipes de buscas montaram uma barreira' com lanchas no local para tentar evitar, visualmente, que corpos sejam levados pela correnteza do rio. O raio das buscas foi estendido para até 60 km do ponto do acidente.&lt;br /&gt;Ontem, cerca de cem integrantes da Marinha e do Corpo de Bombeiros trabalhavam nas buscas. Um helicóptero da Marinha também foi usado na operação.&lt;br /&gt;Até o início da noite, apenas os 17 corpos localizados entre o último domingo e segunda-feira haviam sido identificados. Os outros 17 permaneciam no Instituto Médico Legal em Manaus, para reconhecimento.&lt;br /&gt;Investigação&lt;br /&gt;O delegado Antônio Rodrigues disse que peritos iniciam hoje a perícia no barco, que possui dois andares e cerca de 20 metros de comprimento. Segundo o delegado, a causa mais provável do acidente foi excesso de passageiros, o que teria impossibilitado a embarcação de passar por um remoinho (movimento em círculo causado pelo cruzamento de ondas ou ventos), causando seu tombamento.&lt;br /&gt;A capacidade do barco era de 50 pessoas. De acordo com estimativas do Corpo de Bombeiros, estaria transportando cerca de 80 no momento do acidente. A maioria participava de uma festa religiosa na comunidade Lago do Pesqueiro. Segundo a Marinha, o barco estava em situação irregular.&lt;br /&gt;Segundo Rodrigues, ainda é difícil saber quantas pessoas sobreviveram ao acidente, devido ao grande número de barcos que ajudaram no resgate. A estimativa, segundo ele, é de cerca de 50 sobreviventes. &lt;br /&gt;Jornal do Brasil             Bahia: destroços do bimotor são achados&lt;br /&gt;Equipes de resgate confirmaram ontem ter encontrado destroços do bimotor Cessna C-130 Q desaparecido desde o final da tarde de sexta-feira no litoral sul da Bahia. A aeronave transportava quatro empresários ingleses, além do piloto e do co-piloto. Ninguém foi encontrado. Segundo o capitão da PM e coordenador da operação de busca por terra, os objetos foram guardados e examinados na manhã de ontem. As buscas aos passageiros e tripulantes foram retomadas hoje, com ajuda da Marinha &lt;br /&gt;Jornal do Brasil             COLUNA GILBERTO AMARAL&lt;br /&gt;Alto comando /Temporão no Senado/Ano polar&lt;br /&gt;Gilberto Amaral&lt;br /&gt;Alto comando &lt;br /&gt;Foi transferida para o fim de maio, a reunião do Alto Comando do Exército. O comandante Enzo Martins Peri vai tratar com os quatro-estrelas de assuntos administrativos. Na próxima reunião deverá haver promoções.&lt;br /&gt;Temporão no Senado&lt;br /&gt;O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, vai hoje ao Senado fazer uma prestação de contas sobre as iniciativas de seu ministério na luta de combate à dengue em território nacional.&lt;br /&gt;No caso específico do Rio, há que se reconhecer o esforço das Forças Armadas, junto com os setores diretamente responsáveis do governo, para conseguir o controle do surto epidêmico.&lt;br /&gt;Ano polar&lt;br /&gt;O Congresso realiza sessão solene conjunta, nesta quinta-feira, às 10h, para comemorar a primeira participação do Brasil no 4º Ano Polar Internacional, que reúne um conjunto de ações científicas no Ártico e na Antártica. O programa envolve mais de 200 projetos, com milhares de cientistas de mais de 60 países que analisam uma série de tópicos nas áreas da física, da biologia e da pesquisa social &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo             Chegam a 34 os mortos em naufrágio&lt;br /&gt;MPE diz que pode bloquear bens de donos para pagar indenizações; Lula diz que ‘ganância’ causou tragédia&lt;br /&gt;André Alves&lt;br /&gt;O prefeito de Manacapuru, Washington Régis, afirmou ontem que o número de vítimas do naufrágio do barco Comandante Sales 2008 pode chegar a 50. Até ontem, 34 corpos haviam sido resgatados. Após o cruzamento de dados colhidos pelo serviço social da prefeitura com informações da Polícia Civil, chegou-se à conclusão de que ainda há pelo menos 20 pessoas desaparecidas.&lt;br /&gt;Ontem, equipes do Corpo de Bombeiros e da Marinha encontraram mais 17 corpos (6 mulheres, 10 homens e 1 criança do sexo masculino). Desses, 2 foram encontrados flutuando no encontro das águas dos Rios Negro e Solimões, a pelo menos 30 quilômetros do local do acidente. As equipes de resgate trabalham numa extensão de 60 quilômetros à procura dos corpos de outras vítimas.&lt;br /&gt;“Os corpos estão começando a boiar” , comentou o prefeito de Manacapuru, cidade onde residiam todas as vítimas do acidente. Na tarde de segunda-feira, 17 pessoas foram sepultadas no município. O barco Comandante Sales 2008 naufragou na madrugada do domingo, no Rio Solimões, interior do Amazonas. &lt;br /&gt;Promotores do Ministério Público do Amazonas anunciaram que vão acompanhar as investigações sobre as causas do naufrágio. A apuração está sendo conduzida pela Capitania dos Portos e pela 1ª Delegacia Regional de Manacapuru. Um dos representantes da comissão, o promotor Agnaldo Concy, lamentou a falta de dados precisos sobre o número de passageiros do barco. “Até o momento, o único número de que dispomos é o de vítimas registradas no IML (Instituto Médico-Legal).”&lt;br /&gt;Concy ressaltou que esses dados “são importantíssimos” para ajudar as famílias das vítimas a requererem indenização dos proprietários do barco. Um deles, Francisco Sales, morreu no acidente. Segundo o MPE, os bens de Sales podem ser bloqueados pela Justiça e posteriormente repassados às famílias. Estima-se que 80 a 100 pessoas estivessem na embarcação no momento do acidente. &lt;br /&gt;Em visita oficial ao Amazonas, ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que os próprios passageiros de embarcações exijam segurança, embora tenha admitido que já viajou em embarcações “com caixa-d’água com peixe, bode, cavalo, com um palmo de água pra entrar, com tudo dentro”. “Mas as pessoas precisam autofiscalizar-se. Ninguém pode jogar sua vida numa embarcação que não tenha as condições adequadas”, afirmou. “Quando um cidadão ganancioso pensa em ganhar dinheiro alugando um barco, colocando mais gente do que deveria colocar, sem a segurança ideal, esse cidadão está cometendo crime contra o povo.”   &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo             Venezuela busca compra de submarinos da Rússia&lt;br /&gt;Roberto Godoy&lt;br /&gt;O presidente Hugo Chávez, da Venezuela, vai assinar essa semana, em Moscou, o contrato inicial de US$ 800 milhões para a compra dos primeiros quatro submarinos, de um provável lote de nove modelos da classe Kilo-2, considerados “muito silenciosos e furtivos”, de acordo com o chefe do estaleiro Rubin, engenheiro Yuri Kormilitsin. &lt;br /&gt;A negociação foi anunciada pelo principal jornal de economia do país, o Kommersant. Chávez está na Rússia para assistir à posse, hoje, do novo presidente, Dmitri Medvedev (leia na pág. 14). &lt;br /&gt;O valor total estimado da operação é de US$ 2,4 bilhão, com o armamento e o recheio eletrônico. A agência russa para venda de equipamentos e sistemas militares, a Rosoboronexport, admitiu as “discussões comerciais”. O Kilo 2-636 é a última geração de uma herança da Guerra Fria. Na prática, é um novo navio de combate. É um modelo médio, que desloca 4.000 toneladas submerso, e veloz, operando na faixa de 25 nós, com autonomia de 13,5 mil km. Não há igual na América Latina - mesmo o novo submarino convencional brasileiro, o francês Scórpene, é menor, com 1.700 toneladas. O armamento é composto por 20 torpedos de 533 mm, 24 minas e 18 mísseis: 16 antiaéreos leves Igla e Strela, para atingir alvos voando baixo, entre 4,2 km e 5,5 km; mais 2 Oniks, de cruzeiro. &lt;br /&gt;Duas das seis câmaras disparadoras dianteiras foram preparadas para receber o torpedo de alto desempenho e médio alcance Shkval-E. Lançado dentro de uma de bolha de ar comprimido, viaja por 13 km levando 210 quilos de explosivos a 400 km/h.   &lt;br /&gt;O Globo             Amorim: continente rejeita separatismo&lt;br /&gt;Em nome dos vizinhos, chanceler diz que autonomia na Bolívia deve ser negociada com o governo&lt;br /&gt;Eliane Oliveira*&lt;br /&gt;BRASÍLIA. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou ontem, após se reunir com o chanceler uruguaio, Gonzalo Fernández, que as nações sul-americanas jamais aceitariam o separatismo na Bolívia, como resultado do referendo realizado no último domingo em Santa Cruz e dos que estão por vir em outros departamentos. A autonomia, defendeu o ministro, deve ser negociada com La Paz. &lt;br /&gt;- Não creio que haja separatismo. Até porque a América do Sul não aceitaria isso - disse Amorim. &lt;br /&gt;Ele frisou que o Brasil não se posicionaria contra o desejo de autonomia, desde que se respeitem os princípios constitucionais e seja da vontade do povo boliviano. Segundo o ministro, é preciso que o estatuto que foi votado em Santa Cruz esteja de acordo com a Constituição em vigor no país. &lt;br /&gt;O ministro defendeu um amplo acordo na Bolívia. &lt;br /&gt;- É perfeitamente possível restabelecer o diálogo com a ajuda da Igreja, da OEA (Organização dos Estados Americanos) e dos países amigos - disse Amorim, referindo-se ao Grupo de Amigos da Bolívia, formado por Brasil, Argentina e Colômbia. - O que temos que fazer é trabalhar de maneira coordenada, para irmos todos no mesmo sentido. Neste momento, temos de encontrar uma maneira de restabelecer o diálogo e é nisso que estamos empenhados. Mas com discrição, sem impor nada. Não podemos nos esquecer de que, nesse caso, o grupo de amigos foi uma sugestão inicial do próprio governo boliviano. &lt;br /&gt;União Européia mostra sintonia com o Brasil &lt;br /&gt;Indagado se, com a realização do referendo em Santa Cruz, um acordo não teria ficado ainda mais difícil, o chanceler brasileiro respondeu: &lt;br /&gt;- O referendo já passou. Não adianta ficar pensando se é mais fácil ou menos fácil. A Bolívia é um país com o qual temos que trabalhar com as unidades nacionais. Agora, tem que haver diálogo. &lt;br /&gt;Para Amorim, os eventos em Santa Cruz foram muito menos dramáticos do que o imaginado. &lt;br /&gt;A União Européia (UE) também está preocupada com a tensão política, informou ontem a comissária de Relações Exteriores do bloco, Benita Ferrero-Waldner. Numa videoconferência sobre a Cúpula UE/América Latina e Caribe, marcada para este mês em Lima, no Peru, ela manifestou disposição de facilitar a aproximação entre o governo boliviano e as regiões opositoras. &lt;br /&gt;- Fazemos votos para que todos os esforços, seja da Igreja, da Organização dos Estados Americanos e dos enviados do grupo de países amigos, realmente façam algo para fomentar este diálogo e que tenham êxito - disse Ferrero-Waldner, em sintonia com o Brasil. &lt;br /&gt;*COLABOROU Geralda Doca  &lt;br /&gt;O Globo             Rio reúne caçadores de ciclones&lt;br /&gt;Evento este mês será o primeiro a dedicado a supertempestades no Atlântico Sul&lt;br /&gt;Ana Lucia Azevedo&lt;br /&gt;Ciclones extratropicais como o que deixou milhares de desabrigados e trouxe a primeira neve do ano no Sul do Brasil esta semana não são raros no país, diferentemente do que muita gente pensa. Porém, eles não são previstos com muita segurança em prazos superiores a cinco dias, o que poderia evitar mortes e prejuízos. Mas melhorar a previsão e traçar planos de redução de danos são as metas do Encontro Internacional sobre Ciclones do Atlântico Sul, que acontecerá no Rio de 19 a 21 de maio. &lt;br /&gt;O evento será o primeiro a reunir somente especialistas nas chamadas tempestades severas para discutir o Atlântico Sul, muito menos conhecido e monitorado do que o Norte, vigiado por satélites, radares e bóias oceanográficas americanos e europeus. Por tempestade severa entenda-se fenômenos como ciclones, tornados, furacões e todo tipo de tempestade de alto poder destrutivo. &lt;br /&gt;- Reuniremos especialistas do Brasil, de países do Cone Sul, da Austrália e dos Estados Unidos - diz o coordenador do encontro, Isimar de Azevedo Santos, do Departamento de Meteorologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;Um desses especialistas é Manoel Alonso Gan, do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/Inpe), em São José dos Campos, São Paulo. Gan participa de um programa para desenvolver um modelo capaz de prever que um ciclone destrutivo está a caminho, com antecedência de uma semana a dez dias. Ele é o representante do Brasil no programa Thorpex, da Organização Meteorológica Mundial (OMM). O Thorpex tem como meta melhorar a previsão de eventos climáticos extremos em todo o mundo e há dois anos criou um comitê para o Hemisfério Sul. &lt;br /&gt;- Prevemos quando um ciclone vai se formar com até quatro dias de antecedência. Mas isso não é suficiente para evitar danos muito extensos. Se um agricultor soubesse com antecipação maior que será atingido por uma geada, poderá antecipar a colheita e reduzir o prejuízo - explica Gan, um estudioso do Catarina, o único furacão registrado no Atlântico Sul e que em março de 2004 atingiu Santa Catarina. &lt;br /&gt;Para isso, é preciso investimento em equipamentos - satélites, bóias oceânicas, radares, sensores em aviões e balões climatológicos, por exemplo. E é necessário aperfeiçoar os modelos matemáticos usados para prever o tempo. Engana-se quem imagina que caçar tempestades é trabalho de fiscal da natureza. Olhos eletrônicos de satélites, sensores e radares fazem esse serviço. Meteorologistas e climatologistas lidam com números. Desenvolvem e analisam modelos que transformam em números os fenômenos climáticos. E a matemática do clima ainda se enrola nas contas quando se trata de prever fenômenos como os ciclones, nos quais uma série quase infindável de elementos, como detalhes de vento, oceanos e atmosfera, estão envolvidos. &lt;br /&gt;- No Brasil há poucos radares, fundamentais para prever fenômenos extremos. E devemos refinar nossos modelos, para que antecipem a formação de um ciclone, contando com dados preliminares - diz Gan. &lt;br /&gt;Santos observa que num cenário de aquecimento global, em que o painel climático da ONU prevê o aumento da intensidade e da freqüência de supertempestades, esse tipo de previsão salvará vidas. &lt;br /&gt;- Esse conhecimento é importante para planejamento urbano, navegação, atividades portuárias, prospecção de petróleo e turismo, por exemplo - diz Santos, coordenador do projeto "Estudo de Ciclones no Atlântico Sul e Impactos na Costa do Estado do Rio de Janeiro (Ciclones), apoiado pela Finep.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35188974-1889389253296204322?l=terra-linda.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terra-linda.blogspot.com/feeds/1889389253296204322/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=35188974&amp;postID=1889389253296204322&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/1889389253296204322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35188974/posts/default/1889389253296204322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terra-linda.blogspot.com/2008/05/outros-exerccios-nelson-de-s-no-s-com.html' title=''/><author><name>Adilson Rebelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12870966195564134626</uri><email>adilsonrebelo@lenta.ru</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15805852301943084003'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>